Cuiabá

Contrato da gestão passada com a CS MOBI é questionado por Michelly Alencar

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Débora Inácio – Assessoria da vereadora Michelly Alencar
Durante a sessão ordinária desta quinta-feira (26), a vereadora Michelly Alencar fez um pronunciamento&nbsp na tribuna da Câmara Municipal de Cuiabá ao abordar a situação do contrato firmado na última gestão do Executivo municipal com a empresa CS MOBI, responsável pela obra do Mercado Municipal da Miguel Sutil, localizado na Avenida Isaac Póvoas, na capital.
Michelly ressaltou que o contrato foi aprovado na legislatura passada e questionou a ausência de posicionamento dos vereadores que, à época, votaram favoravelmente ao projeto. “A obra ficou parada por muito tempo. Fizemos inúmeras fiscalizações e não havia sequer um trabalhador lá. Enquanto isso, o cuiabano seguia pagando. E, mais grave: sem nenhuma contrapartida enquanto o mercado não estivesse pronto”, destacou.
A vereadora lembrou que, desde o início, levantou questionamentos sobre o contrato, principalmente sobre a falta de garantias para a população durante o longo período da obra. A concessão do contrato é de 30 anos e foi firmada na gestão do ex-prefeito. “É inadmissível que, além de atrasos e problemas na execução, a Prefeitura hoje ainda tenha que desembolsar mensalmente R$ 650 mil por uma obra que não está concluída”, afirmou.
Estacionamento rotativo também é alvo de críticas
Outro ponto que causou preocupação foi o pedido de reajuste apresentado pela empresa, além da tentativa de retirada da isenção no estacionamento para idosos, o que, segundo Michelly, representa mais um desrespeito com a população. A CS MOBI, além de responsável pela construção do novo Mercado Municipal, também administra o sistema de estacionamento rotativo no centro de Cuiabá.
“Se temos um contrato em que nem o prefeito pode questionar, algo está muito errado. É preciso, sim, rever, discutir e, se for o caso, tomar medidas mais duras. Afinal, quem paga essa conta é o povo de Cuiabá, que já enfrenta tantas dificuldades, inclusive vivendo um estado de calamidade pública”, frisou.
Por fim, a parlamentar cobrou que a discussão sobre o contrato seja feita de forma responsável, fundamentada e com total transparência. “Cadê a fundamentação? Cadê quem leu esse contrato antes de votar? Porque aprovaram e hoje não se manifestam?”, concluiu.
A fala da vereadora ocorreu durante a discussão dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investiga o contrato da CS MOBI.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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