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Programa Prospera capacita mais de 15 mil produtores no Nordeste e impulsiona cultivo sustentável de milho

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Impacto do programa Prospera no Nordeste

O Programa Prospera encerrou 2024 beneficiando mais de 15 mil pessoas em cinco estados do Nordeste, com foco na capacitação de pequenos produtores para o cultivo eficiente e sustentável do milho. Desenvolvido pela Corteva Agriscience em parceria com a Massey Ferguson, o programa realizou treinamentos para cerca de 5 mil agricultores, promovendo inovação tecnológica, aumento de produtividade e geração de renda nas regiões do Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte.

Parcerias locais e aumento da produtividade

Em 2024, o Prospera contou com o apoio de 92 organizações locais, fortalecendo toda a cadeia produtiva e reforçando o milho como cultura estratégica para o desenvolvimento socioeconômico da região. As ações ajudaram produtores tradicionais de lavouras de sequeiro a aumentar a produtividade de 15 para até 180 sacas por hectare. Além disso, o programa evidenciou a viabilidade do consórcio entre milho e cana-de-açúcar, otimizando o uso das terras agrícolas, elevando a rentabilidade e promovendo a sustentabilidade.

Capacitação e eventos realizados em 2024

No ano passado, o programa realizou 36 Dias de Campo, promoveu 85 treinamentos presenciais e virtuais, além de atender 304 municípios da região. Essas atividades disseminaram boas práticas agrícolas, ampliando o acesso dos produtores a tecnologias, sementes, fertilizantes, proteção de cultivos e maquinário.

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Depoimentos dos líderes do programa

Alexsandro Mastropaulo, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Corteva no Brasil, destaca a importância do Prospera:

“O programa é referência no fortalecimento da agricultura familiar e na inclusão produtiva do semiárido, permitindo que produtores evoluam da subsistência para a produção comercial.”

Marcelo do Carmo, coordenador comercial da Massey Ferguson no Nordeste, ressalta:

“Participar do Prospera reforça nossa missão de impulsionar o agronegócio na região. Capacitar produtores e fornecer tecnologia eficiente são ações que aumentam a rentabilidade e a sustentabilidade no campo. Os resultados mostram que, com apoio, os agricultores podem superar desafios e construir um futuro próspero.”

Contribuições da Massey Ferguson e histórico do programa

Como mantenedora, a Massey Ferguson oferece máquinas, implementos agrícolas e capacitação técnica para elevar a produtividade e a rentabilidade dos produtores. Em 2024, a empresa participou ativamente dos 85 treinamentos, ajudando a disseminar inovações que transformam a vida no campo.

Lançado em 2017, o Programa Prospera já impactou mais de 44 mil pessoas. Mantido pela Corteva Agriscience e pela Massey Ferguson, do Grupo AGCO, o programa conecta produtores rurais à cadeia de valor local, promovendo o uso de tecnologias para produção sustentável, aumento da produtividade e desenvolvimento socioeconômico das comunidades.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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