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Albaugh apresenta Afiado® na Expocitros 2025 e reforça linha de defensivos para citros

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Presença de destaque na Expocitros 2025

A Albaugh, uma das dez maiores empresas globais do setor de defensivos agrícolas, será um dos grandes destaques da Expocitros 2025, que acontece entre os dias 3 e 6 de junho, em Cordeirópolis (SP). Reconhecida por produtos como o fungicida Recop®, a empresa aproveita o evento — o mais importante da cadeia citrícola na América Latina — para apresentar seu mais novo inseticida: o Afiado®.

Lançamento de Afiado® para controle do psilídeo

A principal novidade da Albaugh na feira é o Afiado®, produto voltado ao combate do psilídeo-dos-citros, inseto responsável pela transmissão do greening, uma das doenças mais preocupantes para os citricultores atualmente.

Segundo Nelson Azevedo, diretor de marketing e desenvolvimento da companhia, o lançamento reforça a atuação da Albaugh no setor e amplia seu portfólio de inseticidas voltados à cultura dos citros.

Vantagens do Afiado®

De acordo com Azevedo, o Afiado® se destaca por sua formulação líquida moderna, que facilita o manuseio e a aplicação. Isso o diferencia de produtos com composição semelhante, evitando problemas de incompatibilidade físico-química e otimizando a logística de tratamento.

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A recomendação técnica é iniciar as aplicações assim que forem detectados os primeiros adultos e ninfas do psilídeo, especialmente nas brotações novas dos pomares.

Braver® também é destaque no manejo dos pomares

Outro produto importante do portfólio é o acaricida Braver®, que, segundo Azevedo, oferece proteção eficaz e prolongada, além de ser altamente seletivo aos insetos benéficos, o que contribui para o equilíbrio biológico dos pomares.

Portfólio robusto e focado nas necessidades do produtor

A Albaugh segue investindo no fortalecimento de sua linha voltada aos citros, oferecendo soluções para o controle de ácaros, pragas, doenças e plantas daninhas. Além de Recop®, Braver® e o recém-lançado Afiado®, a companhia também disponibiliza inseticidas como Ariete® e Ruler®, e herbicidas como Preciso xK®, Azteca® e Joya®.

Atendimento especializado durante a Expocitros

Durante o evento, a equipe de engenheiros agrônomos da Regional Citros da Albaugh estará disponível para atendimento ao público. A equipe é liderada por Patric Calliari Missel, gerente comercial com ampla experiência no setor citrícola.

“Citros é uma cultura estratégica para a Albaugh. Temos uma equipe especializada para oferecer um serviço em que o produtor pode confiar”, destaca Missel.

Com o lançamento do Afiado® e um portfólio consolidado de soluções para o setor, a Albaugh reforça seu compromisso com a citricultura brasileira, trazendo tecnologias modernas e um time técnico preparado para apoiar os produtores em campo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo de plantas daninhas na cana-de-açúcar: primeiros meses do canavial definem a produtividade da safra

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O controle de plantas daninhas nos primeiros meses do canavial é decisivo para o desempenho da safra de cana-de-açúcar no Brasil. Especialistas destacam que o intervalo entre a brotação e o fechamento das entrelinhas representa o período de maior vulnerabilidade da cultura, quando a competição por luz, água e nutrientes pode comprometer de forma significativa a produtividade final.

Em regiões produtoras como Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo, essa fase coincide com o período de crescimento vegetativo mais intenso, especialmente entre dezembro de 2025 e dezembro de 2026, exigindo atenção redobrada dos produtores.

Período crítico de interferência pode reduzir produtividade

Estudos conduzidos por pesquisadores como Victória Filho e colaboradores, publicados na revista científica Planta Daninha, indicam que a cana-de-açúcar apresenta baixa capacidade de competição inicial com plantas daninhas logo após o plantio ou na rebrota da cana-soca.

Esse intervalo, conhecido como período crítico de interferência, pode gerar perdas expressivas de produtividade quando o manejo não é realizado de forma adequada. Além da redução imediata de rendimento, a presença de mato nessa fase favorece a instalação de espécies perenes, mais difíceis de controlar nos ciclos seguintes.

Principais plantas daninhas exigem estratégias específicas

A diversidade de espécies invasoras presentes nos canaviais exige abordagens diferenciadas de controle. Entre os principais grupos estão as gramíneas, como o capim-amargoso e o capim-massambará, espécies perenes com alta capacidade de propagação por rizomas.

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Também se destacam as folhas largas trepadeiras, como as cordas-de-viola e espécies do gênero Merremia, que podem se enrolar nos colmos da cana e dificultar a colheita mecanizada. Outro problema recorrente é a tiririca, uma ciperácea com reprodução por tubérculos profundos e elevada capacidade de rebrote após práticas mecânicas superficiais.

De acordo com referências técnicas como Bianco, Pitelli e Harri Lorenzi, o reconhecimento correto das espécies presentes na área é o primeiro passo para a definição de qualquer estratégia de manejo eficiente.

Manejo integrado é essencial para controle eficiente

Segundo a literatura técnica reunida por Azania e colaboradores, da ESALQ/USP, não existe uma estratégia única capaz de atender todas as situações no manejo de plantas daninhas na cana-de-açúcar.

A recomendação é que o produtor considere o histórico da área, a composição de espécies predominantes, a presença de reboleiras e o estágio de desenvolvimento da cultura antes da tomada de decisão. Fatores como tipo de solo, sistema de plantio e condições climáticas também influenciam diretamente a eficiência das práticas de controle.

Uso de herbicidas exige rotação e atenção à resistência

O manejo químico continua sendo uma ferramenta central no controle de plantas daninhas, mas especialistas alertam para o risco crescente de resistência quando há repetição de moléculas com o mesmo mecanismo de ação.

Publicações da Universidade Federal de Viçosa, organizadas por Procópio, Silva e Vargas, reforçam a importância da rotação de herbicidas e da combinação de diferentes estratégias de controle ao longo dos ciclos produtivos.

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O uso isolado e repetitivo de um único grupo químico pode acelerar a seleção de espécies resistentes, elevando custos e dificultando o manejo nas safras seguintes.

Regime de chuvas impacta eficácia do controle

O comportamento das chuvas durante o período de crescimento da cana também exerce influência direta sobre o manejo de plantas daninhas. A ativação de herbicidas aplicados em pré-emergência depende da umidade do solo, enquanto a eficiência das aplicações pode variar conforme a intensidade e distribuição das precipitações.

Com isso, o planejamento do manejo tende a exigir maior flexibilidade, com decisões baseadas em janelas climáticas favoráveis, e não apenas em calendários fixos de aplicação.

Monitoramento precoce reduz custos e aumenta eficiência

Especialistas convergem no entendimento de que o monitoramento constante e a intervenção precoce são as estratégias mais eficientes para o controle de plantas daninhas na cana-de-açúcar.

A identificação antecipada de reboleiras de espécies perenes permite ações localizadas, reduzindo a necessidade de aplicações generalizadas. Além disso, práticas como a rotação de culturas em áreas de reforma do canavial — incluindo soja, milho, amendoim e crotalárias — contribuem para a redução do banco de sementes no solo e diminuição da pressão de infestação nos ciclos seguintes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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