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Como agilizar e simplificar o manejo reprodutivo bovino com protocolos de 7 dias e o uso do FOLI-REC®

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A busca por maior eficiência reprodutiva é fundamental para aumentar a produtividade na pecuária moderna. A Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) é uma das estratégias mais utilizadas para melhorar o avanço genético, organizar o calendário reprodutivo e reduzir o intervalo entre partos.

Entre os diversos protocolos, os que utilizam 7 dias de exposição à progesterona têm se destacado pela eficácia e pela flexibilidade operacional, oferecendo resultados promissores para produtores.

Como funciona o protocolo de 7 dias com progesterona

Esse protocolo usa dispositivos intravaginais de progesterona por um período mais curto, o que reduz o intervalo entre a emergência do folículo e a ovulação, melhorando a qualidade do oócito ovulado. Segundo Alexandre Souza, gerente técnico da Unidade de Pecuária da Ceva Saúde Animal, essa curta duração permite folículos dominantes menores no momento da luteólise induzida, ovulando oócitos mais saudáveis e reduzindo ovulações prematuras — um problema comum em novilhas e animais com boa condição corporal.

Para obter os melhores resultados, o protocolo deve ser combinado com o uso de GnRH no momento da inseminação.

Vantagens do protocolo de 7 dias

  • Sincronização eficiente: evita ovulações prematuras e permite uma programação mais precisa das inseminações, aumentando em 20 a 30% a capacidade de inseminação em relação a protocolos mais longos.
  • Melhora nas taxas de concepção: cria um ambiente mais favorável para a fertilização, especialmente em novilhas e animais de alta condição corporal.
  • Flexibilidade: pode ser aplicado em vacas e novilhas, adaptando-se às necessidades específicas de cada rebanho.
  • Redução do intervalo entre partos: especialmente eficaz em programas que utilizam ressincronizações, o que eleva a produtividade.
  • Benefícios econômicos: além da melhora nos índices reprodutivos, otimiza mão de obra e recursos ao longo da estação de inseminações.
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Importância do GnRH na inseminação

O uso do Hormônio Liberador de Gonadotrofinas (GnRH) no momento da IATF potencializa a resposta reprodutiva, pois induz a liberação de LH, essencial para a ovulação e luteinização. Essa estratégia é especialmente benéfica para fêmeas Bos indicus com menor condição corporal ou folículos menores, casos em que o estro e a ovulação podem ser tardios ou ausentes. Estudos apontam aumento significativo na taxa de prenhez com o uso do GnRH nesses grupos.

Organização e viabilidade operacional do protocolo

Rafael Moreira, gerente da Linha de Reprodução da Ceva, destaca a praticidade do protocolo de 7 dias, que permite programar ciclos reprodutivos padronizados e realizar até seis IATFs por semana. Essa rotina facilita o atendimento de grandes volumes de animais, otimizando mão de obra, insumos e tempo, além de aumentar a produtividade por unidade de área durante a estação de monta.

Benefícios econômicos e zootécnicos para o produtor

A adoção desse protocolo resulta em facilidades na execução, melhores taxas de prenhez, maior número de bezerros nascidos no início da estação de parição — o que impacta positivamente o peso à desmama — e redução do intervalo entre partos. Esses ganhos contribuem para o aumento da eficiência zootécnica do rebanho e maior retorno sobre o investimento em biotecnologia reprodutiva.

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FOLI-REC®: inovação no manejo reprodutivo

Para apoiar os pecuaristas, a Ceva Saúde Animal disponibiliza o FOLI-REC®, o primeiro e único eCG recombinante no mercado brasileiro. O produto pode ser usado em protocolos convencionais de 8 ou 9 dias, bem como em protocolos de 7 dias, oferecendo maior flexibilidade.

Produzido por engenharia genética, o FOLI-REC® não utiliza matéria-prima de origem animal, eliminando a necessidade de coleta de sangue de éguas prenhes. Isso melhora o bem-estar animal, reduz riscos de contaminação e garante maior uniformidade entre lotes, independentemente de fatores como raça ou estágio gestacional da égua.

Outro diferencial é sua apresentação injetável pronta para uso, sem necessidade de reconstituição, o que facilita o manejo durante a IATF.

Os protocolos de 7 dias com progesterona, aliados ao uso do FOLI-REC®, representam uma evolução significativa no manejo reprodutivo bovino, combinando eficácia, praticidade e benefícios econômicos para os produtores que buscam otimizar a produtividade do rebanho.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

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Fonte: Pensar Agro

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