AGRONEGÓCIO

Professores são qualificados para aprendizagem de estudantes surdos

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Professores vinculados a Prefeitura de Cuiabá que dão aulas aos 21 estudantes surdos da rede pública municipal participaram na última semana de um curso de formação de ensino da Língua Portuguesa para estudantes surdos, incluindo ainda o aprendizado de libras nas séries iniciais. O evento ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação, localizado no bairro Bandeirantes, em Cuiabá.

“Foi um debate a respeito das políticas públicas para a inclusão de necessidades específicas promovendo a participação plena. A inclusão no processo de aprendizagem é um compromisso da gestão atual. E, a qualificação é sempre necessária”, comenta a coordenadora de Educação Especial, Neuraides Ribeiro.

A palestrante foi a professora Dra. Sebastiana Almeida Souza, professora do curso de Departamento de Letras da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), disciplina de Libras – professora do curso de letras-libras -licenciatura. Ela ressaltou a importância de debater o tema com professores do Ensino Fundamental.

“É muito importante porque, primeiro, estamos trabalhando a questão da inclusão de forma geral. O conhecimento para o estudante surdo é trabalhado através de uma educação bilingue. Ou seja, nós discutimos a metodologia de como trabalhar as libras neste processo de ensino nas escolas. Esse processo que permite a essas crianças o pleno processo de leitura e compreensão, posteriormente, permite chegar numa universidade com uma leitura mais completa e efetiva”, destaca.

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O ensino de Libras é fundamental para a inclusão social e educacional de pessoas surdas, e o ensino de Português para surdos deve considerar a Libras como primeira língua (L1), utilizando-a como base para o aprendizado da língua portuguesa como segunda língua (L2).

Atualmente, Cuiabá tem 70 salas multifuncionais em EMEBs (Escolas Municipais de Educação Básica). Outras onze estão previstas para começarem no segundo semestre.

#PraCegoVer

A foto ilustra um grupo de professores sentado em cadeiras almofadas de um auditório. É possível visualizar quatro mulheres, sentadas lado a lado, vestidas com blusas rosa, azul, verde e vermelha.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Das urnas à lavoura: nova edição mostra o que está em jogo para o agro

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A Revista Pensar Agro lança nesta sexta-feira (18.09) uma nova edição em português e inglês, com as eleições de 2026 como tema de capa. A publicação chega ao novo número com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, resultado que demonstra o interesse de leitores brasileiros e estrangeiros pelas transformações do agronegócio nacional.

A reportagem principal analisa como a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados pode interferir no ambiente em que produtores, cooperativas, agroindústrias, transportadores e exportadores desenvolvem suas atividades.

Crédito rural, seguro, tributação, infraestrutura, pesquisa, defesa agropecuária, segurança jurídica e comércio exterior estão entre as áreas influenciadas pelas decisões tomadas pelo poder público. Embora o voto não determine o clima ou as cotações internacionais, ele pode alterar custos, regras, investimentos e as condições de competitividade do setor.

A matéria estabelece uma relação entre a responsabilidade do eleitor e as escolhas realizadas diariamente pelos integrantes da cadeia produtiva. No campo, uma decisão equivocada sobre plantio, financiamento, manejo ou comercialização pode comprometer uma safra e espalhar prejuízos por diferentes atividades. Na política, as consequências também podem atravessar vários ciclos produtivos.

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A edição orienta o leitor a avaliar não apenas as promessas apresentadas durante a campanha, mas também o histórico dos candidatos, a viabilidade de suas propostas e os efeitos que cada decisão poderá produzir sobre o agronegócio.

A publicação mostra que escolher representantes sem compreender as necessidades da produção pode resultar em aumento de custos, dificuldades de acesso ao crédito, insegurança jurídica, perda de mercados e redução dos investimentos. Em sentido contrário, políticas bem estruturadas podem melhorar a infraestrutura, estimular a inovação e criar condições para o crescimento das diferentes cadeias.

Outro destaque é o artigo do colunista Cláudio Júnior Oliveira sobre as três principais pressões enfrentadas pela aviação agrícola brasileira: custos, regulação e política. A análise aborda o impacto dos combustíveis, dos juros e da energia, além das mudanças regulatórias e tributárias que atingem a atividade.

O texto examina ainda a utilização de aviões, helicópteros e drones na proteção das lavouras. A defesa dessas tecnologias está associada à segurança operacional, à qualificação profissional, ao cumprimento de critérios técnicos e à apresentação de evidências sobre sua eficiência produtiva e ambiental.

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A aviação agrícola exerce papel importante no controle de pragas e doenças e no combate a incêndios, especialmente em áreas extensas ou em situações que exigem rapidez. Ao mesmo tempo, o setor precisa ampliar a transparência e demonstrar que produtividade e responsabilidade ambiental podem avançar juntas.

Os demais colunistas apresentam análises sobre tendências, riscos e oportunidades capazes de influenciar o presente e o futuro do agronegócio. Os textos procuram oferecer informações e diferentes perspectivas para auxiliar produtores, profissionais e empresas na tomada de decisões.

A publicação simultânea em português e inglês amplia a circulação do conteúdo produzido no Brasil e facilita o acesso de leitores estrangeiros às discussões sobre produção de alimentos, fibras, energia, sustentabilidade e segurança alimentar.

Com quase 16 mil acessos acumulados em 57 países, a Revista Pensar Agro reforça sua presença além das fronteiras nacionais. A nova edição mantém a proposta de combinar informação, análise e conhecimento para contribuir com decisões cada vez mais qualificadas dentro e fora do campo.

Você lê a versão em português clicando aqui.

You can read the English version by clicking here.

Fonte: Pensar Agro

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