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Phibro reforça combate à coccidiose com programa Rotação de Fato

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A coccidiose é uma velha conhecida dos avicultores, mas engana-se quem pensa que ela é um problema exclusivo das estações mais quentes. No inverno, o risco pode ser ainda maior, exigindo atenção redobrada quanto ao manejo e à ambiência dos aviários. Pensando nisso, a Phibro Saúde Animal desenvolveu o programa Rotação de Fato, uma estratégia abrangente para prevenção eficaz da doença ao longo de todo o ano.

Inverno favorece o desenvolvimento da coccidiose

De acordo com a mestre em Ciência Animal e coordenadora técnica de avicultura da Phibro, Jessica Wammes, durante o inverno a umidade da cama pode aumentar devido a falhas no manejo e nas condições de ambiência. Esse cenário cria um ambiente propício à esporulação dos oocistos, facilitando a disseminação das eimerias, protozoários responsáveis pela coccidiose.

Eimeria maxima lidera os casos de infecção

Dados recentes apontam que a Eimeria maxima foi a espécie mais prevalente em 2024, com 6,17% de incidência, seguida por E. acervulina com 5,09%, e E. tenella, que apresentou a menor taxa, com 2,09%. “Nos meses de inverno, também foi registrado aumento nos escores de lesões, medido pelo indicador TMLS (Total Mean Lesion Score), que avalia a média dos danos causados pelas três espécies monitoradas”, explica Jessica.

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Rotação de anticoccidianos é fundamental para eficácia do controle

Além dos cuidados com o ambiente e manejo, Jessica ressalta que é essencial adotar um programa de rotação de anticoccidianos, adaptando-o de forma estratégica conforme a estação. “A rotação correta dos princípios ativos evita o desenvolvimento de resistência e contribui para a manutenção da eficácia do controle ao longo de todo o ano”, afirma.

Rotação de Fato: controle inteligente com suporte técnico

Para auxiliar os avicultores nesse desafio, a Phibro oferece o Rotação de Fato, um protocolo completo de controle da coccidiose que inclui a utilização estratégica de diferentes princípios ativos, além de suporte técnico especializado e serviços personalizados para cada granja.

“O protocolo Rotação de Fato permite enfrentar a coccidiose com eficiência em todas as estações do ano. Mesmo no inverno, as eimerias seguem sendo uma ameaça à saúde das granjas. Por isso, manter uma estratégia ativa e com acompanhamento técnico é indispensável”, conclui Jessica Wammes.

Com uma abordagem científica e soluções sob medida, a Phibro reafirma seu compromisso com a saúde e o desempenho do plantel avícola brasileiro.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Conectividade 4G e 5G no campo cresce 81% no Brasil e acelera digitalização do agronegócio

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A cobertura de redes móveis 4G e 5G em áreas agrícolas do Brasil registrou crescimento expressivo entre 2024 e 2025, avançando de 18,7% para 33,9%, segundo o Indicador de Conectividade Rural da ConectarAGRO. O aumento de 81% evidencia a aceleração da transformação digital no campo e em setores que dependem de operações distribuídas em larga escala.

A expansão da conectividade ocorre em um momento em que a digitalização de cadeias produtivas ganha força no país. Setores como agronegócio, logística, energia e utilities ampliam investimentos em automação, análise de dados e sistemas de monitoramento em tempo real, impulsionados pela maior disponibilidade de redes móveis em áreas antes com baixa cobertura.

Conectividade impulsiona gestão inteligente no agronegócio e na logística

Com o avanço do 4G e 5G, cresce também o volume de dados gerados por máquinas, veículos e equipes em campo. No agronegócio, a conectividade já permite maior integração entre operações agrícolas, gestão de frotas e sistemas de monitoramento remoto, ampliando a eficiência operacional.

A logística brasileira, que movimenta cerca de R$ 1,5 trilhão por ano, também é um dos principais setores beneficiados pela evolução da conectividade. O uso de dados em tempo real permite otimizar rotas, reduzir custos operacionais e melhorar a previsibilidade das entregas, especialmente em um país de dimensões continentais.

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Dados em tempo real se tornam ativos estratégicos nas operações

A digitalização das operações transformou veículos e máquinas em fontes contínuas de informação. Dados de localização, desempenho, consumo de combustível, manutenção e segurança passaram a ser coletados em tempo real, permitindo maior controle operacional.

No entanto, o principal desafio das empresas não está mais na coleta de dados, mas na capacidade de transformar essas informações em decisões rápidas e eficientes. A visibilidade operacional passou a ser um diferencial competitivo em mercados cada vez mais dinâmicos.

Segundo especialistas do setor, o acesso imediato às informações permite reduzir o tempo de inatividade, melhorar o planejamento logístico e aumentar a eficiência no uso de recursos, especialmente em operações distribuídas.

Operações em campo exigem tecnologia robusta e conectividade contínua

A necessidade de acesso contínuo a dados é ainda mais crítica em setores que atuam em ambientes remotos ou de alta complexidade operacional, como mineração, energia, utilities, transporte e agronegócio.

Nesses segmentos, a continuidade das operações depende diretamente da capacidade de comunicação entre campo e centros de controle. Por isso, cresce o uso de dispositivos robustos, projetados para suportar condições extremas e garantir acesso a sistemas corporativos mesmo em ambientes adversos.

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Além de ampliar a produtividade, essas soluções contribuem para a segurança operacional, reduzem falhas e aceleram a resolução de incidentes, fatores essenciais para operações de grande escala.

Transformação digital redefine gestão de frotas e operações móveis

A evolução da conectividade e o aumento do volume de dados disponíveis estão redefinindo a gestão de frotas no Brasil. O foco das empresas deixa de ser apenas a mobilidade e passa a ser a inteligência operacional baseada em dados.

Nesse contexto, a capacidade de transformar informações em decisões estratégicas se torna determinante para aumentar a eficiência, reduzir custos e garantir competitividade em um ambiente cada vez mais digital e integrado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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