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Inscrições abertas para o Curso Técnico em Agropecuária da ETASA: Formação de qualidade para o setor rural

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A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA), mantida pela Fundação Salvador Arena, está com inscrições abertas para o processo seletivo do segundo semestre de 2025. O curso técnico oferece formação gratuita e de alta qualidade para jovens que concluíram o Ensino Médio e desejam ingressar no campo agropecuário com uma sólida base de conhecimentos e habilidades práticas.

Vagas e detalhes do curso

A ETASA oferece 40 vagas gratuitas para o Curso Técnico em Agropecuária, com duração de um ano e carga horária total de 1.600 horas. O curso é integral, com aulas de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h10, e aos sábados, conforme o calendário escolar.

Com foco na formação de profissionais para atuar nos segmentos da agricultura familiar e do agronegócio, o curso aborda áreas como gestão agropecuária, produção animal e vegetal, e agroindústria. A proposta é proporcionar uma formação prática e teórica que atenda aos desafios reais do setor rural.

Conteúdo programático

Os estudantes terão a oportunidade de aprender sobre diversos aspectos da produção agropecuária, como:

  • Planejamento e execução de projetos agropecuários
  • Administração de propriedades rurais
  • Programas de sanitização da produção
  • Produção de sementes e mudas
  • Operação de máquinas agrícolas
  • Execução de levantamentos topográficos
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A direção da ETASA destaca a importância de uma abordagem educativa que integra valores sustentáveis ao desenvolvimento técnico, preparando os alunos para os desafios enfrentados no campo.

Suporte aos alunos e infraestrutura de ponta

Além da gratuidade das mensalidades, a ETASA oferece suporte completo aos alunos em situação de vulnerabilidade social, por meio de três tipos de bolsas de auxílio:

  • Bolsa Permanência (para despesas com moradia)
  • Bolsa Transporte (para garantir a frequência regular)
  • Bolsa Alimentação (para o aluno e sua família)

Todos os alunos recebem alimentação durante as aulas, além de uniforme inicial e material didático sem qualquer custo adicional.

Instalada em uma área de 449 hectares, a escola tem acesso direto à Agroindustrial Salvador Arena, permitindo uma formação prática desde o início, nos setores agrícola e pecuário. A infraestrutura inclui salas de aula equipadas e duas estações de aprendizagem: Estação do Conhecimento (dedicada ao estudo de tecnologias e consulta de acervo) e Estação Ciência (para práticas nas áreas de ciências agrárias, ciências da natureza e topografia).

Núcleo de Apoio às Carreiras (NAC)

Outro ponto forte da ETASA é o Núcleo de Apoio às Carreiras (NAC), que oferece oficinas de desenvolvimento profissional, orientação para estágios e incentiva o empreendedorismo, facilitando a transição dos alunos para o mercado de trabalho. O objetivo da escola é não apenas formar técnicos, mas também agentes de transformação para o setor agropecuário.

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Informações importantes
  • Curso Técnico em Agropecuária – 2º semestre de 2025
    • Modalidade: Técnico subsequente ao Ensino Médio
    • Vagas: 40 por semestre
    • Período: Integral
    • Carga horária: 1.600 horas
    • Local: Santa Rita do Passa Quatro – SP
    • Inscrições até: 16 de junho de 2025

A coordenação de ensino ressalta que o curso é uma porta de entrada para o mercado de trabalho, além de representar uma oportunidade de valorização da vocação agrícola da região. A ETASA busca, com seu currículo, formar profissionais comprometidos com o futuro da agricultura e do agronegócio, tanto no Brasil quanto no exterior.

Se você deseja atuar no campo com uma formação técnica de excelência, não perca essa oportunidade de ingressar na ETASA e impulsionar sua carreira no setor agropecuário.

Inscrições

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova rota pelo Pacífico pode reduzir custos logísticos e ampliar competitividade do agro de MT nas exportações

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O agronegócio de Mato Grosso pode ganhar uma nova alternativa estratégica para o escoamento da produção ao mercado internacional com a criação do Programa de Integração Produtiva e Logística Brasil–Bolívia–Pacífico. A iniciativa do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) prevê a estruturação de corredores logísticos transfronteiriços com acesso aos portos do Oceano Pacífico, ampliando as opções de exportação do setor.

A portaria que institui o programa foi assinada na última terça-feira (23), em Brasília, pelo ministro da Agricultura, André de Paula, e marca um novo movimento de integração regional entre Brasil e Bolívia, com foco em competitividade logística e ampliação de mercados.

Mato Grosso deve ser um dos principais beneficiados

Maior produtor agropecuário do país e com extensa faixa de fronteira com a Bolívia, Mato Grosso desponta como um dos estados mais favorecidos pela nova rota. A proposta busca reduzir a dependência dos corredores tradicionais de exportação via portos brasileiros, historicamente marcados por gargalos logísticos e altos custos de transporte.

A expectativa é de que o novo corredor contribua para o escoamento mais eficiente de grãos, carnes e outros produtos agroindustriais, especialmente com destino ao mercado asiático, um dos principais compradores da produção brasileira.

Nova rota pelo Pacífico pode encurtar distâncias e reduzir custos

O programa prevê a consolidação da chamada Rota 3/Rondon, que parte da região oeste de Mato Grosso, passa por Vila Bela da Santíssima Trindade (531 km de Cuiabá), atravessa o território boliviano e segue até portos no Oceano Pacífico.

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Na avaliação do setor produtivo, o novo trajeto pode reduzir distâncias logísticas, aliviar a pressão sobre rotas já consolidadas e ampliar a eficiência no transporte da produção agropecuária, especialmente em períodos de safra recorde.

Setor produtivo vê avanço estratégico para o agro

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Vilmondes Tomain, destacou que a iniciativa atende a uma demanda antiga do setor e reforça a necessidade de novas alternativas logísticas para o estado.

Segundo ele, a localização geográfica de Mato Grosso impõe desafios constantes de competitividade. “Esse era um momento esperado há vários anos. Mato Grosso é distante dos mercados e dos portos. A integração com a Bolívia abre mais uma rota de escoamento pelo oeste do Estado e pode alavancar a economia agropecuária mato-grossense”, afirmou.

Integração também pode ampliar acesso a insumos

Além da exportação, o programa também prevê o fortalecimento da cooperação econômica entre Brasil e Bolívia. A expectativa é de que a nova rota facilite o acesso a insumos estratégicos para o agro, como fertilizantes, além de estimular novos investimentos na faixa de fronteira.

Para Tomain, a integração tem potencial de gerar ganhos mútuos. “Mato Grosso tem alta tecnologia e grande capacidade produtiva. A Bolívia pode contribuir com insumos importantes. É uma relação que pode gerar desenvolvimento e oportunidades para os dois lados”, destacou.

Infraestrutura e cooperação serão pontos-chave do projeto

O avanço da rota também depende da consolidação da infraestrutura logística. Em Mato Grosso, já há investimentos em pavimentação de trechos que ligam a região de Vila Bela da Santíssima Trindade até a fronteira com a Bolívia.

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O próximo desafio, segundo representantes do setor, será a continuidade das obras em território boliviano, especialmente no eixo em direção a San Ignacio, essencial para viabilizar a conexão até o Pacífico.

Programa prevê integração comercial e institucional

Além da estruturação dos corredores logísticos, o Programa Brasil–Bolívia–Pacífico inclui ações de facilitação regulatória, cooperação técnica e sanitária, promoção comercial e atração de investimentos em infraestrutura.

A operacionalização ficará sob responsabilidade da Secretaria-Executiva do Mapa, que deverá instituir um Comitê Gestor para coordenar as ações e acompanhar a implementação do novo corredor internacional.

Para a Famato, a ampliação das rotas de exportação é um fator decisivo para a competitividade do agronegócio mato-grossense, especialmente diante da crescente demanda global por alimentos e da necessidade de reduzir custos logísticos na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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