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Vice-prefeita reforça parceria com PRF em lançamento da Campanha Maio

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A vice-prefeita e secretária municipal de Mobilidade Urbana (Semob), coronel Vânia Rosa, participou do lançamento da campanha Maio Amarelo, da Polícia Rodoviária Federal (PRF), nesta terça-feira (6). Com o tema: “Desacelere, seu bem maior é a vida”, as iniciativas serão intensificadas ao longo do mês, com apoio de parceiros como a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Semob, Detran/MT, Secretaria de Segurança Pública do Estado de Mato Grosso, Nova Rota do Oeste e Superintendência Regional do DNIT no Estado de Mato Grosso.

Na ação participantes destacaram a importância da implementação de ações educativas no trânsito, visando reduzir os índices de sinistros. “O esforço é de todos os órgãos para evitar desastres e salvar vidas. A vida é prioridade máxima. Quantos sonhos são interrompidos por imprudência? Precisamos chamar atenção para os causadores de acidentes, não para as vítimas. A sociedade precisa desacelerar, pois a velocidade é o que agrava o acidente”, destacou o superintendente da PRF, Arthur Nogueira.

Para a vice-prefeita e secretária da Semob, coronel Vânia, a reflexão sobre o assunto é muito pertinente, e a conscientização é a maior aliada. “Nosso diálogo com o prefeito Abilio Brunini é de implementar a escola de trânsito para Cuiabá, a fim de, de fato, incrementar as políticas públicas voltadas ao trânsito. Nós, da Semob, estaremos empenhadas em avançar nesse propósito”, frisou.

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Entre as causas de acidentes estão pneus sem manutenção, consumo de bebida alcoólica, velocidade acima do permitido e condução de veículo sem CNH. “São atitudes que não podem ser consideradas naturais. É preciso promover a reflexão sobre isso. A paz no trânsito começa com você”, reforçou o superintendente da PRF.

Ao longo do mês, a programação do Maio Amarelo contará com operações temáticas e diárias, além de campanhas educativas para o trânsito, desenvolvidas pela PRF com apoio dos parceiros.

A Semob também preparou uma programação abrangente, com palestras em empresas, atividades lúdicas com crianças em escolas municipais, entre outras ações.

Participaram do lançamento o superintendente do DNIT em Mato Grosso, Djalma Fernandes; o coordenador de Engenharia do DNIT, Marcelo Sortica; a chefe de Operações Terrestres do DNIT, Margareth Gugelmin Okada; representando o Detran-MT, Rosane Polzl; e a gerente de Eficiência Operacional da Nova Rota do Oeste, Bárbara Nathane.

SIMULAÇÃO

No evento, a Nova Rota do Oeste proporcionou uma simulação de sinistro no trânsito (acidente), em que era possível “vivenciar”, por meio de uma experiência com óculos 3D, a direção de um veículo sob efeito de álcool. Ao final da simulação, o impacto era real: a poltrona, onde a pessoa estava devidamente posicionada, descia um pequeno percurso até sofrer um impacto. No entanto, a “viagem” por meio do óculos 3D, remetia a uma a batida na traseira de uma carreta, o que paracia que o choque era real — uma demonstração de que, no trânsito, não há uma nova chance de viver.

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#PraCegoVer

A foto mostra uma imagem aérea, feita com drone, dos participantes do lançamento da campanha reunidos. Há viaturas e servidores uniformizados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Gestão financeira e controle de risco ditam o novo ritmo do agronegócio

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Em um cenário macroeconômico complexo, marcado por juros elevados, crédito privado mais seletivo e intensa oscilação nos preços internacionais das commodities, a máxima de que “basta produzir bem para garantir o lucro” perdeu validade no campo. A eficiência técnica, antes o principal pilar de sucesso do produtor brasileiro, agora precisa dividir espaço com planilhas de custos complexas, ferramentas de hedge e governança corporativa.

Essa mudança estrutural será o fio condutor do Summit Pensar Agro, evento que acontece na próxima sexta-feira (29.05) dentro da programação da feira Green Farm 2026, no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá.

O encontro reunirá produtores, empresários, investidores e lideranças institucionais para debater como a gestão financeira e a inteligência de mercado deixaram de ser temas periféricos e se tornaram ferramentas de sobrevivência.

A virada de chave no campo

Isan Rezende

O debate ocorre em um momento de forte pressão sobre o caixa das propriedades rurais. Nos últimos ciclos agrícolas, o aumento expressivo nos custos de insumos essenciais, como fertilizantes, defensivos, maquinário e energia, elevou substancialmente a necessidade de capitalização do produtor. Na outra ponta, a instabilidade geopolítica e climática reduziu a previsibilidade das receitas.

Na avaliação do curador do Summit Pensar Agro, Isan Rezende, o setor atravessa um divisor de águas na administração da atividade. “O agro brasileiro atingiu um nível extremamente elevado de produtividade e tecnologia dentro da porteira. Mas agora o diferencial competitivo passa cada vez mais pela capacidade de gestão. O produtor que não tiver planejamento financeiro, controle de margem e visão estratégica terá dificuldade para atravessar os ciclos de volatilidade que o mercado impõe”, afirma Rezende.

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Segundo ele, a sofisticação da atividade exige que o produtor rural moderno passe a atuar como o CEO de uma empresa de alto risco, exposta a variáveis globais que fogem ao seu controle direto.

O grande destaque do evento será o painel “Inteligência Financeira no Agro: O Caminho para Crescer com Segurança”, estruturado para traduzir conceitos técnicos do mercado financeiro em aplicações práticas para o dia a dia das fazendas. O debate será sustentado por três pilares essenciais:

Gestão financeira estruturada: Conduzido por Marlei Danielli, diretora da WFlow Agro MT

A especialista abordará os fundamentos da saúde financeira rural, como o controle rigoroso de custos por hectare, planejamento de fluxo de caixa e estruturação estratégica do crédito agrícola. O objetivo é mitigar o comportamento reativo de produtores que ainda tomam decisões sob a pressão imediata por liquidez.

Tecnologia aliada à decisão: Sob a ótica de Mauro Paglione, CEO do Grupo SAA Software, o painel discutirá como a digitalização e os sistemas integrados de dados podem simplificar processos operacionais. A tese é de que a tecnologia não deve ser um fim em si mesma, mas um meio para gerar previsibilidade e eficiência para pequenos, médios e grandes produtores.

Inteligência de mercado e mitigação de risco: A perspectiva de proteção patrimonial será apresentada por Marco Antônio de Oliveira, CEO da FertiHedge. Ele detalhará o uso de travas de preços (hedge) e estratégias de comercialização diante da forte volatilidade cambial e do preço dos fertilizantes.

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A mensagem central do painel resume o novo ecossistema do setor: “O agro brasileiro não será transformado apenas por quem produz mais. Será transformado por quem decide melhor.”

Além do caixa: as novas fronteiras do Centro-Oeste

Além do foco em finanças, o Summit Pensar Agro ampliará o horizonte de discussões com o Fórum Brasil Central, um espaço dedicado a debater logística regional, sustentabilidade, agroindústria e novas fronteiras produtivas.

O painel contará com a presença de especialistas de peso do setor público e privado:

Antonio Barreto

Antônio Queiroz Barreto (Subsecretário de Políticas Econômicas Agropecuárias da Secretaria da Agricultura do DF), que falará sobre o potencial de Brasília e da RIDE-DF como nova fronteira da fruticultura nacional.

Claudio Junior

Cláudio Júnior Oliveira (Diretor Operacional do SINDAG), analisando o cenário atual e as perspectivas do setor aeroagrícola no País.

Daniele CoelhoDaniele Coelho Marques (Consultora Técnica da CNA), que levará ao debate o panorama agroambiental e os desafios de conformidade no Mato Grosso do Sul.

Vanessa Gasch

Vanessa Gasch (Gerente Corporativa de Desenvolvimento Industrial da FIEMT), que debaterá o papel estratégico das agroindústrias na verticalização e agregação de valor à economia mato-grossense.

Ao conectar a macroeconomia e o mercado de capitais à realidade do campo, o Summit em Cuiabá se posiciona como um termômetro importante para os rumos do agronegócio nacional em 2026, apontando que o futuro do setor depende, fundamentalmente, de uma gestão baseada em inteligência, previsibilidade e governança. Leia mais aqui

Fonte: Pensar Agro

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