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Sell Agro estreia na Agrishow com lançamentos em adjuvantes voltados à alta performance e sustentabilidade

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Estreia na Agrishow: presença estratégica em evento referência no agronegócio

A Sell Agro marca sua primeira participação na Agrishow — a maior feira agrícola da América Latina — que ocorre entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). A empresa, reconhecida por suas formulações de alta performance e tecnologias aplicadas à pulverização, aproveita o evento para apresentar suas mais recentes inovações no segmento de adjuvantes, com destaque para os produtos Oleum Sell e Olivum.

Crescimento do mercado de adjuvantes no Brasil impulsiona inovação

A presença da empresa na Agrishow ocorre em um cenário de forte crescimento do mercado de adjuvantes agrícolas no Brasil. De acordo com a pesquisa mais recente da FarmTrak, da Kynetec Brasil, as vendas desses produtos movimentaram R$ 2,9 bilhões em 2023, número quatro vezes maior que o registrado em 2015, quando o setor faturou R$ 734 milhões. A soja foi a cultura que mais demandou adjuvantes, com R$ 1,6 bilhão em vendas (56% do total), seguida pelo milho, com R$ 522 milhões (18%).

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Tecnologia a serviço da eficiência: benefícios dos adjuvantes na lavoura

A participação da Sell Agro no evento reforça a importância dos adjuvantes na potencialização da aplicação de defensivos agrícolas. Segundo Leandro Viegas, CEO da empresa, a adição desses insumos à calda dos defensivos melhora significativamente a qualidade da solução e do tratamento da lavoura, otimizando o espalhamento, a aderência e a absorção dos ativos pelas plantas. “Queremos mostrar como a tecnologia aplicada aos adjuvantes pode contribuir diretamente para o desempenho das lavouras”, destaca o executivo.

Lançamentos: Oleum Sell e Olivum chegam ao mercado com propostas distintas e complementares

Durante a Agrishow, a Sell Agro apresenta oficialmente dois novos produtos: o Oleum Sell e o Olivum. Ambos se destacam por sua eficiência agronômica e compromisso com a sustentabilidade.

O Oleum Sell é um óleo mineral de alta pureza, livre de enxofre, aromáticos e nafta. Seu principal diferencial está na formulação moderna, que favorece a penetração dos defensivos na camada cerosa das folhas. Além disso, proporciona melhor distribuição da calda, reduz perdas por evaporação e melhora a absorção dos princípios ativos. “Trata-se de um adjuvante com alta estabilidade e compatibilidade com diferentes formulações, assegurando uma aplicação mais segura e eficiente”, explica Viegas.

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Já o Olivum é um óleo vegetal biodegradável, formulado com alta concentração de surfactantes naturais. Ele potencializa o espalhamento e a aderência das gotas nas folhas, reduzindo perdas por escorrimento e ação da chuva. É uma alternativa sustentável para os produtores que buscam alta performance aliada ao respeito ambiental. “Olivum entrega resultados concretos no campo e atende à crescente demanda por soluções verdes e responsáveis”, ressalta o CEO.

Compromisso com produtividade e sustentabilidade

A participação da Sell Agro na Agrishow simboliza não apenas a expansão de sua presença no mercado, mas também o fortalecimento de seu compromisso com a produtividade no campo e a sustentabilidade ambiental. Por meio de soluções inovadoras, a empresa reforça sua missão de apoiar o produtor rural na adoção de tecnologias eficazes e conscientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Bicho-mineiro ameaça lavouras de café no outono e biossolução ganha espaço no controle da praga

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A chegada do outono acende o alerta nas principais regiões produtoras de café do Brasil para o avanço do bicho-mineiro, considerado uma das pragas mais destrutivas da cafeicultura nacional. Presente em praticamente todas as áreas produtoras do país, o inseto pode provocar perdas entre 30% e 80% da produção, especialmente em regiões de Cerrado, como Minas Gerais, Bahia, Goiás e parte de São Paulo.

Segundo Paulo Henrique Sá Fortes, as condições climáticas típicas desta época do ano favorecem surtos populacionais da praga.

“Sua capacidade adaptativa a diferentes condições ambientais, aliada ao rápido ciclo de vida e à elevada fecundidade, faz com que surtos populacionais sejam frequentes, especialmente com o clima quente e seco, comum no outono”, alerta.

Bicho-mineiro compromete produtividade e qualidade do café

O impacto do bicho-mineiro vai além da redução da produtividade nas lavouras. A praga também compromete a qualidade dos grãos, reduz a longevidade das plantas e afeta diretamente a rentabilidade da atividade cafeeira.

A larva do inseto se alimenta das folhas do cafeeiro logo após a eclosão, formando galerias conhecidas como minas, que evoluem para manchas amarronzadas e necroses severas.

Cada larva pode consumir entre 1 e 2 centímetros quadrados da área foliar. Em casos de infestação elevada, as lesões podem atingir mais de 80% da folha, prejudicando a capacidade fotossintética da planta.

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O adulto da praga é uma pequena mariposa branco-prateada, com cerca de dois milímetros de comprimento e hábitos noturnos. A fêmea pode depositar até 50 ovos por ciclo, principalmente em folhas jovens localizadas no terço superior da planta.

Clima acelera reprodução da praga no café

O ciclo biológico do bicho-mineiro é fortemente influenciado pelas condições climáticas.

De acordo com especialistas, em temperatura média de 25°C o ciclo completo da praga dura cerca de 22 dias. Em períodos de calor intenso e baixa umidade, o desenvolvimento pode cair para apenas 14 dias, acelerando rapidamente o avanço da infestação.

Já em temperaturas mais baixas, o ciclo pode se prolongar por até 87 dias.

No Brasil, o inseto pode registrar entre oito e 12 gerações por ano, com maior incidência entre maio e setembro, período considerado crítico para lavouras localizadas em regiões de Cerrado e áreas irrigadas do Oeste da Bahia.

Biossolução registrada no Ministério da Agricultura ganha espaço

Diante do aumento da resistência do bicho-mineiro a moléculas químicas tradicionais, produtores e técnicos vêm ampliando o interesse por alternativas biológicas dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP).

Entre as soluções disponíveis está o PREV-AM, produto registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária para o controle do bicho-mineiro.

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Segundo Paulo Henrique Sá Fortes, a biossolução atua diretamente sobre o inseto adulto.

“O produto degrada a camada cerosa das asas da mariposa. Sem a habilidade de voar, se alimentar ou reproduzir, a infestação é reduzida drasticamente”, explica.

O produto foi desenvolvido a partir do óleo essencial da casca de laranja e age por contato, apresentando baixo impacto sobre abelhas e outros insetos polinizadores.

Outro diferencial destacado pelo setor é a ausência de resíduos químicos no solo, nas plantas e nos grãos de café.

Sustentabilidade e produtividade impulsionam novas tecnologias no agro

O avanço de soluções biológicas acompanha uma tendência crescente na agricultura brasileira: aumentar produtividade e eficiência sem ampliar impactos ambientais.

Para especialistas, o uso de tecnologias sustentáveis no manejo fitossanitário tende a ganhar cada vez mais espaço na cafeicultura, especialmente diante das exigências de mercado por produção rastreável e menor uso de defensivos convencionais.

Segundo representantes da Rovensa Next Brasil, o objetivo é ampliar a adoção de ferramentas que combinem controle eficiente de pragas, sustentabilidade e maior resiliência das lavouras de café.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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