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StoneX mantém projeção recorde para consumo de diesel no Brasil em 2025

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A consultoria StoneX manteve sua projeção de consumo de diesel B no Brasil para 2025 em um patamar recorde de 69,3 bilhões de litros, já considerando a mistura com biodiesel. O volume representa um crescimento de 3% em relação ao consumo registrado em 2024, conforme divulgado em relatório publicado nesta terça-feira (15).

De acordo com a análise da consultoria, caso a estimativa se concretize, será o nono ano consecutivo de alta no consumo do combustível no país. O desempenho é atribuído, principalmente, às perspectivas de uma safra recorde de grãos e à manutenção de um ritmo aquecido da produção industrial brasileira.

Recorde no primeiro bimestre

No acumulado dos dois primeiros meses de 2025, as vendas de diesel B alcançaram um novo recorde para o período, totalizando 10,5 bilhões de litros. O volume representa um crescimento de 3,9% na comparação com o mesmo intervalo de 2024, segundo dados da própria StoneX.

Previsão de consumo de biodiesel também é mantida

A consultoria também reiterou sua estimativa para o consumo de biodiesel no próximo ano, mantendo a projeção de 9,6 bilhões de litros, o que corresponde a um avanço de 5,6% em relação a 2024.

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A previsão já considera a decisão do governo federal de suspender o aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel comum, que previa um acréscimo de 14% para 15% a partir de 1º de março.

Segundo a StoneX, caso essa elevação tivesse sido implementada, o crescimento esperado no consumo de biodiesel em 2025 poderia ter alcançado 12,2%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Boi gordo: mercado trava negócios, frigoríficos pressionam preços e arroba segue perto de R$ 350

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O mercado do boi gordo opera em ritmo lento nesta terça-feira, com negociações travadas em diversas regiões do país e pressão baixista sobre a arroba. A combinação entre escalas de abate mais confortáveis, menor apetite dos frigoríficos e enfraquecimento do consumo interno na segunda quinzena do mês mantém o setor cauteloso.

Nas principais praças pecuárias, os frigoríficos seguem atuando de maneira seletiva nas compras, tentando alongar as escalas e reduzir os preços ofertados aos pecuaristas. Em contrapartida, parte dos produtores resiste às ofertas abaixo das referências consideradas ideais, o que reduz a fluidez dos negócios.

Em São Paulo, o boi gordo comum segue negociado ao redor de R$ 348/@ a prazo, enquanto o chamado “boi China” alcança até R$ 353/@ em negócios pontuais destinados à exportação. Dados do indicador Cepea/Esalq apontam média paulista próxima de R$ 349,17/@ a prazo.

Já em Minas Gerais, as referências giram em torno de R$ 330/@, enquanto a novilha gorda varia entre R$ 300/@ na região de Belo Horizonte e R$ 315/@ no Triângulo Mineiro.

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Mercado futuro do boi gordo na B3 mantém viés de cautela

Na B3, os contratos futuros do boi gordo seguem oscilando com viés de baixa no curto prazo, refletindo o cenário mais pressionado do mercado físico. Os vencimentos de maio e junho operam próximos de R$ 337/@, enquanto os contratos para outubro permanecem acima de R$ 350/@, indicando expectativa de melhora no segundo semestre.

Segundo analistas do setor, a volatilidade segue elevada tanto no físico quanto na bolsa, especialmente diante das incertezas envolvendo consumo doméstico, exportações e comportamento da oferta de animais terminados.

Consumo enfraquecido limita repasses no atacado

No mercado atacadista, a carne bovina enfrenta maior dificuldade de escoamento. O enfraquecimento do poder de compra da população no fim do mês reduz a demanda no varejo e limita reajustes ao longo da cadeia produtiva.

Com isso, frigoríficos mantêm postura defensiva nas compras de gado, priorizando operações mais curtas e evitando formação excessiva de estoques.

Apesar da pressão no curto prazo, agentes do setor seguem atentos ao desempenho das exportações brasileiras de carne bovina, que continuam sustentando parte importante da demanda. O mercado também monitora as condições climáticas e a capacidade de retenção dos animais nas propriedades, fatores que podem alterar o equilíbrio entre oferta e procura nas próximas semanas.

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O Indicador do Boi Gordo Cepea/B3 fechou a última atualização próximo de R$ 345,30/@ à vista, enquanto a média paulista a prazo permaneceu acima de R$ 349/@.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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