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SMS de Cuiabá promove capacitação que qualifica atendimento a pessoas com TEA

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Na manhã de segunda-feira (14), a secretária municipal de Saúde de Cuiabá, Lucia Helena Barboza Sampaio, participou da abertura da capacitação sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA), voltada aos servidores da Atenção Primária e Secundária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). O evento, que segue por três dias, acontece no auditório da Secretaria Municipal de Educação, parceira da iniciativa.

A capacitação foi organizada pelo Núcleo de Saúde Mental da Atenção Primária e visa fortalecer o atendimento às pessoas com TEA em todos os níveis da atenção em saúde. Durante o evento, a secretária adjunta de Atenção Primária, Catarina Célio de Araújo Amorim, destacou a importância da formação continuada dos profissionais da rede.

“Nosso compromisso é com um cuidado mais sensível e polido possível. A capacitação dos profissionais é essencial para podermos garantir um atendimento mais qualificado, com um olhar ampliado sobre o autismo e as necessidades específicas de cada indivíduo com TEA”, afirmou Catarina.

A secretária de Saúde, Lucia Helena, também ressaltou o papel fundamental da qualificação para a melhoria do serviço público. “Atualizar nossos profissionais é uma forma de inclusão. O autismo precisa ser compreendido e acolhido em toda a rede de atenção primária. Estamos construindo uma saúde mais acessível, respeitosa e efetiva para todas as pessoas com TEA em Cuiabá”, disse.

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Também participaram da abertura o secretário adjunto de Inclusão, Andrico Xavier, que reforçou a importância da intersetorialidade entre saúde e educação para políticas públicas mais eficazes, e a médica pediatra Karina Faro, especialista em autismo, que conduzirá parte da capacitação com foco em diagnóstico precoce e práticas de cuidado centradas na pessoa.

O evento faz parte de uma série de ações integradas entre as secretarias de Saúde e Educação de Cuiabá, voltadas à inclusão da pessoa com autismo e ao fortalecimento da rede de atenção psicossocial no município.

#PraCegoVer

A imagem mostra um grupo de representantes da saúde pública de Cuiabá reunidos em uma capacitação voltada aos servidores da área. Todos estão posicionados para a foto, enquanto são observados por servidores presentes no auditório da Secretaria Municipal de Educação de Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor rural tem 10 dias para declarar o IR e evitar multa da Receita Federal

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O produtor rural que ainda não entregou a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2026 tem dez dias, a partir desta terça-feira (19.05), para acertar as contas com a Receita Federal. O prazo termina em 29 de maio, às 23h59, no horário de Brasília, e exige atenção principalmente de produtores pessoas físicas que tiveram receita bruta anual acima de R$ 177.920 em 2025.

Além da renda obtida na atividade rural, também estão obrigados a declarar produtores que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584, tiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil, possuíam patrimônio superior a R$ 800 mil até 31 de dezembro de 2025 ou pretendem compensar prejuízos da atividade rural.

O limite de receita da atividade rural que obriga a entrega da declaração foi atualizado neste ano, passando de R$ 169.440 para R$ 177.920. A mudança já vale para a declaração referente ao ano-base 2025.

A Receita Federal tem ampliado o cruzamento eletrônico de informações, comparando dados declarados com movimentações bancárias, notas fiscais, registros de cooperativas, tradings, contratos de venda futura e financiamentos rurais. Por isso, especialistas alertam que erros considerados simples podem levar o produtor à malha fina.

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Entre os principais problemas identificados pela Receita estão omissão de receitas, incompatibilidade entre renda declarada e movimentação financeira, além de lançamento incorreto de despesas dedutíveis.

Na atividade rural, o produtor pode optar entre dois modelos de apuração do imposto. No modelo completo, o cálculo considera a diferença entre receitas e despesas da atividade. Já no simplificado, a Receita presume lucro equivalente a 20% da receita bruta. Sobre o resultado apurado incidem as alíquotas progressivas do imposto, que podem chegar a 27,5%.

Especialistas recomendam que o produtor trate a propriedade como uma atividade empresarial, mantendo controle rigoroso de receitas, despesas, financiamentos, arrendamentos, compra de insumos, mão de obra e investimentos realizados ao longo do ano.

Também é importante atenção ao Livro Caixa Digital do Produtor Rural (LCDPR), obrigatório para produtores com receita bruta anual superior a R$ 4,8 milhões. O documento reúne toda a movimentação financeira da atividade rural e se tornou uma das principais ferramentas de fiscalização da Receita Federal.

Mesmo produtores abaixo desse limite são orientados a manter organização documental e financeira para facilitar comprovação de renda, acesso a crédito e eventual fiscalização futura.

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A Receita também alerta para cuidados com a declaração pré-preenchida. Apesar de facilitar o preenchimento ao importar automaticamente dados já disponíveis no sistema, o contribuinte continua responsável pela conferência e correção das informações.

Entre os principais cuidados para evitar a malha fina estão:

  • conferir todos os dados da declaração pré-preenchida;
  • evitar omissão de receitas recebidas de cooperativas, tradings e contratos futuros;
  • lançar corretamente despesas dedutíveis;
  • manter compatibilidade entre renda declarada e movimentação bancária;
  • organizar adequadamente o Livro Caixa ou o LCDPR.

O envio da declaração do produtor rural deve ser feito obrigatoriamente pelo programa da Receita Federal instalado no computador, já que a atividade exige preenchimento de ficha específica com detalhamento de imóveis, receitas, despesas, financiamentos e investimentos ligados à produção.

Quem perder o prazo estará sujeito à multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.

Mais informações e acesso ao programa de declaração estão disponíveis na Receita Federal.

Fonte: Pensar Agro

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