AGRONEGÓCIO

TerraMagna lança tmdigital e projeta R$ 18 bilhões em gestão de riscos para o agronegócio em 2025

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Com o objetivo de fortalecer a cadeia produtiva do agronegócio e enfrentar os desafios da inadimplência no setor, a TerraMagna, maior fintech agro da América Latina, acaba de lançar uma nova empresa: a tmdigital. A nova marca nasce com foco exclusivo na gestão de riscos e tem como meta alcançar, até 2025, a marca de R$ 18 bilhões em crédito sob monitoramento.

A tmdigital representa a consolidação de toda a experiência e tecnologia desenvolvidas pela TerraMagna ao longo dos anos na concessão de crédito ao setor agrícola. Agora, essa infraestrutura tecnológica será oferecida a distribuidores de insumos, cooperativas e indústrias por meio de uma plataforma digital robusta, personalizável e escalável.

Os serviços oferecidos pela tmdigital cobrem todas as etapas do ciclo de gestão de risco em financiamentos agrícolas. Entre os principais produtos estão: inteligência de mercado, análise de crédito, pré-financiamento, gestão de títulos e garantias, monitoramento por satélite, performance de carteira e o modelo de cobrança as a service. A solução pode ser contratada de forma integral ou por módulos, de acordo com a necessidade de cada cliente, ampliando a flexibilidade no processo de aprovação de vendas.

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“Se a liquidez do produtor rural depende diretamente de sua capacidade produtiva e dos riscos climáticos e de mercado aos quais está exposto, nossa tecnologia entra como uma aliada estratégica. Ela impulsiona um motor de crédito altamente preciso, capaz de mensurar com assertividade a real capacidade de pagamento. O diferencial está na integração entre as áreas comercial, de crédito e cobrança. Isso amplia significativamente o alcance da solução. Nosso alicerce é a credibilidade tecnológica”, destaca Carolina Vergeti, diretora da tmdigital.

A tecnologia que sustenta a tmdigital já foi amplamente validada pelo mercado por meio da atuação da própria TerraMagna. Um exemplo é o desempenho do seu Fiagro-FIDC, um dos maiores do país, que mantém índices de inadimplência próximos de zero, conforme dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Apesar da criação da nova empresa, a TerraMagna segue firme em sua missão de ampliar o acesso ao crédito no agronegócio brasileiro, acumulando em seu histórico a concessão de bilhões de reais para o setor.

A tmdigital chega ao mercado como uma solução estratégica voltada à otimização da gestão financeira em um ambiente de crédito desafiador. Seus serviços estão disponíveis para operações de todos os portes e em todas as regiões do país, com a proposta de tornar o financiamento agrícola mais seguro, acessível e sustentável.

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“Nosso foco no curto prazo é ampliar nossa base de clientes e oferecer diretrizes estratégicas em toda a jornada — do comercial ao crédito e à cobrança. Em 2025, esperamos ter R$ 18 bilhões de crédito analisado circulando em nossos sistemas. No longo prazo, queremos nos consolidar como a plataforma tecnológica que sustenta todo o fluxo financeiro do agronegócio, tornando o setor ainda mais seguro e atrativo para investidores brasileiros”, conclui Rodrigo Marques, cofundador do grupo TerraMagna.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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