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Prefeitura de Cuiabá intensifica mutirões contra dengue em áreas críticas

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS), em parceria com diversos órgãos municipais, está realizando mutirões emergenciais de combate ao Aedes aegypti durante todo o mês de abril, em resposta ao risco de epidemia de arboviroses, como dengue, chikungunya e zika. A ação ocorrerá em bairros críticos com alta infestação do mosquito transmissor, casos suspeitos das doenças e condições ambientais que favorecem a proliferação do vetor.

Ações desenvolvidas
• Vistoria em 100% dos imóveis do bairro;
• Tratamento de todos os criadouros não removíveis;
• Orientação aos moradores sobre prevenção e sintomas das doenças;
• Atendimento de pacientes com sintomas nos PSFs do território;
• Vacinação para faixa etária de 10 a 14 anos;
• Limpeza de bolsões de lixo e terrenos baldios;
• Notificação de imóveis com acúmulo de sujeira;
• Ações intersetoriais envolvendo Vigilância Sanitária, Defesa Civil, Meio Ambiente, Obras e outros órgãos.

Os mutirões ocorrerão das 08h00 às 12h00 conforme o seguinte cronograma:
• 01/04 – Finalização da região do Nico Baracat;
• 02/04 – Parque Cuiabá (Ponto de encontro: Praça Principal do bairro);
• 03/04 – Dr. Fábio 1 e 2 (Ponto de encontro: UBS Dr. Fábio);
• 04/04 – Altos da Serra (Ponto de encontro: Posto de Saúde, Rua Rui Barbosa);
• 05/04 – CPA II (Ponto de encontro: Praça Cultural CPA II).

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Ao todo, desde fevereiro, já foram visitados 42.832 imóveis em diversas regiões da cidade, visando conter a propagação do mosquito.

A secretária municipal de Saúde destacou a importância do engajamento popular. “A colaboração dos moradores é essencial para eliminar os focos do mosquito e evitar um aumento expressivo dos casos. Estamos mobilizando nossas equipes e contamos com o apoio de toda a população. O sucesso da iniciativa depende da participação de todos. Fique atento ao cronograma e contribua para uma cidade livre do Aedes aegypti!”.
Já a coordenadora da Vigilância em Zoonoses, responsável por coordenar as ações, reforçou. “Estamos realizando um trabalho intenso e detalhado para garantir que não deixemos nenhum foco do mosquito passar despercebido. É um esforço coletivo para a proteção da saúde pública”.

Como a população pode contribuir?
• Permitir a entrada dos agentes nos imóveis;
• Eliminar possíveis criadouros, como recipientes com água parada;
• Seguir as orientações dos profissionais de saúde;
• Denunciar locais com acúmulo de lixo e áreas abandonadas.

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#PraCegoVer

A imagem mostra uma agente de saúde durante uma visita domiciliar. A profissional usa calça preta, tênis e camiseta de manga longa de cor azul-claro. Ela está próxima a uma caixa d’água, avaliando as condições da água no reservatório.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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