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Mercados chineses e de Hong Kong sobem apesar de novas tarifas dos EUA

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As bolsas de valores da China e de Hong Kong fecharam em alta nesta quinta-feira, com os setores de tecnologia e automóveis liderando os ganhos, apesar da recente ameaça dos Estados Unidos de impor novas tarifas sobre veículos importados.

No encerramento do pregão, o índice de Xangai registrou alta de 0,15%, enquanto o CSI300, que agrupa as maiores empresas listadas nas bolsas de Xangai e Shenzhen, avançou 0,33%, revertendo as perdas observadas no início das negociações. O Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,41%, recuperando-se de uma mínima de três semanas, enquanto seu índice de tecnologia teve alta de 0,3%.

O setor de semicondutores registrou avanço de 1,3%, enquanto o subíndice de automóveis também reverteu perdas e subiu 0,9%.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma tarifa de 25% sobre veículos importados a partir da próxima semana, mas também indicou a possibilidade de oferecer uma redução para a China em troca de um acordo envolvendo o TikTok.

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“As declarações contraditórias de Trump acabam tornando os mercados mais indiferentes”, afirmou George Au, vice-diretor de vendas da Phillip Securities. Segundo ele, os investidores estão menos propensos a reagir de forma brusca a esses anúncios, pois muitas das incertezas já foram precificadas.

Nos demais mercados asiáticos, o índice Nikkei, de Tóquio, recuou 0,60%, fechando a 37.799 pontos. O Kospi, de Seul, teve desvalorização de 1,39%, alcançando 2.607 pontos. Em Taiwan, o Taiex registrou queda de 1,39%, fechando a 21.951 pontos.

Entre outros mercados da região, o Straits Times, de Cingapura, subiu 0,45%, chegando a 3.981 pontos, enquanto o S&P/ASX 200, da bolsa de Sydney, recuou 0,38%, encerrando o pregão a 7.969 pontos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Diesel S-10 dispara mais de 7% em abril e pressiona custos do transporte no Brasil

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O preço do diesel S-10 registrou forte alta nos postos brasileiros em abril, consolidando um movimento de pressão sobre os custos logísticos e o transporte no país. Segundo dados do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o combustível avançou mais de 7% na comparação com março, alcançando média de R$ 7,61 por litro.

O diesel comum também apresentou elevação relevante no período, com alta de 6,42%, chegando a R$ 7,46 por litro. O levantamento considera abastecimentos realizados em uma base de mais de 21 mil postos credenciados em todo o Brasil.

Diesel lidera alta entre combustíveis

Entre os principais combustíveis, o diesel foi o que registrou a maior variação em abril. A gasolina teve aumento de 3,45%, com preço médio de R$ 6,90 por litro, enquanto o etanol hidratado apresentou leve alta de 0,62%, sendo comercializado a R$ 4,86.

De acordo com o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, o movimento de alta reflete fatores estruturais e conjunturais. “Abril foi marcado por uma pressão significativa nos preços do diesel, influenciada pelo cenário de oferta e demanda e por ajustes nas refinarias”, destacou.

Conflito no Oriente Médio impacta mercado

O avanço dos preços está diretamente ligado ao cenário internacional, especialmente às tensões no Oriente Médio envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O conflito tem provocado instabilidade no mercado global de petróleo, afetando cadeias de abastecimento e elevando custos.

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No Brasil, o impacto é ampliado pela dependência externa: cerca de 25% do diesel consumido no país é importado. A Petrobras, principal produtora nacional, também atua como importadora, o que torna o mercado sensível às oscilações internacionais.

O último reajuste promovido pela estatal ocorreu em meados de março, mas os efeitos do cenário global continuam sendo repassados ao consumidor final.

Governo tenta conter alta

Diante da escalada de preços, o governo federal implementou medidas para reduzir o impacto, incluindo programas de subsídio ao diesel. A iniciativa busca amenizar os custos, principalmente para o setor de transporte e o agronegócio, altamente dependentes do combustível.

Alta atinge todo o país

Os dados do IPTL indicam que todas as regiões brasileiras registraram aumento no preço do diesel em abril. O Nordeste apresentou as maiores altas percentuais em relação a março, enquanto a região Norte concentrou os preços médios mais elevados.

O movimento reforça a preocupação com os custos logísticos no Brasil, especialmente em um momento de intensificação das atividades no campo e escoamento da produção agrícola.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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