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Contratos futuros do açúcar iniciam a semana em queda com pressão do dólar

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Os contratos futuros do açúcar iniciaram a semana em queda nas bolsas internacionais, influenciados pela pressão exercida pelo dólar. Na segunda-feira (24), na ICE Futures de Nova York, todos os lotes do açúcar bruto encerraram o pregão desvalorizados.

O contrato para maio de 2025 foi negociado a 19,26 centavos de dólar por libra-peso, uma queda de 46 pontos em relação ao fechamento da sessão anterior. O vencimento para julho de 2025 recuou 43 pontos, sendo cotado a 18,96 cts/lb. Os demais contratos registraram perdas entre 17 e 40 pontos.

Mercado europeu

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também apresentou desvalorização em todos os vencimentos na segunda-feira. O contrato para maio de 2025 foi comercializado a US$ 542,40 por tonelada, queda de US$ 10 em relação aos preços de sexta-feira. O vencimento para agosto de 2025 caiu US$ 8,60, sendo negociado a US$ 530,60 por tonelada. As demais negociações registraram recuos entre US$ 4,20 e US$ 7,70.

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Mercado interno

No Brasil, a semana também começou com recuo nos preços do açúcar cristal, conforme apontado pelo Indicador Cepea/Esalq, da USP. As usinas negociaram a saca de 50 quilos a R$ 138,01, contra R$ 139,14 registrados na sexta-feira, uma queda de 0,81%.

Etanol hidratado

O etanol hidratado também apresentou retração no início da semana. De acordo com o Indicador Diário Paulínia, o biocombustível foi comercializado a R$ 2.844,50 por metro cúbico na segunda-feira, ante R$ 2.855,50 na sexta-feira, representando uma desvalorização de 0,39%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de algodão em Mato Grosso deve cair 16% em 2025/26 com redução da área plantada

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A safra 2025/26 de algodão em Mato Grosso deve registrar queda na área cultivada e na produção total, segundo nova estimativa divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O recuo reflete o cenário de margens mais apertadas e aumento dos custos de produção enfrentados pelos cotonicultores.

De acordo com o levantamento semanal do instituto, a área destinada ao algodão foi projetada em 1,38 milhão de hectares, representando redução de 3,33% frente à estimativa anterior e queda de 11,11% na comparação com a safra 2024/25.

Custos elevados pressionam rentabilidade da cotonicultura

Segundo o Imea, a retração da área está diretamente relacionada à redução da rentabilidade da cultura nos últimos ciclos.

O relatório aponta que os custos de produção mais elevados vêm pressionando as margens do produtor, levando parte dos cotonicultores a reavaliar o uso das áreas agrícolas.

Diante desse cenário, muitos produtores optaram por concentrar o plantio de algodão em talhões mais produtivos e direcionar outras áreas para culturas de segunda safra, consideradas mais competitivas no atual momento de mercado.

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A estratégia busca reduzir riscos financeiros e preservar a rentabilidade das propriedades rurais em meio às oscilações do mercado agrícola.

Clima favorável impulsiona produtividade do algodão

Apesar da redução na área plantada, a produtividade das lavouras apresentou revisão positiva na nova projeção.

O rendimento médio foi estimado em 297,69 arrobas por hectare, avanço de 2,34% em relação à previsão anterior.

Segundo o Imea, as condições climáticas favoráveis registradas ao longo do ciclo têm contribuído para um melhor desenvolvimento vegetativo das lavouras, beneficiando o potencial produtivo do algodão em Mato Grosso.

As chuvas regulares e o bom ambiente climático em importantes regiões produtoras ajudaram a sustentar o desempenho das plantações, amenizando parte das perdas provocadas pela redução da área cultivada.

Produção de algodão em caroço deve recuar mais de 16%

Mesmo com a melhora na produtividade, a produção total de algodão em caroço em Mato Grosso foi estimada em 6,14 milhões de toneladas para a safra 2025/26.

O volume representa queda de 16,04% em comparação com a temporada passada, refletindo principalmente a retração da área plantada.

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Maior produtor nacional da fibra, Mato Grosso segue desempenhando papel estratégico no abastecimento da indústria têxtil e nas exportações brasileiras de algodão. No entanto, o setor acompanha com atenção a evolução dos custos de produção, do mercado internacional e das condições climáticas para os próximos meses.

Analistas avaliam que o comportamento das cotações da pluma, do dólar e da demanda externa será decisivo para definir o ritmo dos investimentos na próxima temporada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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