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Goiás Impulsiona a Produção de Algodão e Garante Maior Competitividade no Mercado Global

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O algodão, uma das fibras naturais mais importantes e amplamente utilizadas no mundo, tem sua produção reforçada em Goiás, onde a cotonicultura se mantém sólida. Para a safra 2024/25, o estado deve alcançar a sétima posição no ranking nacional de produção, com a expectativa de que a colheita chegue a 138,2 mil toneladas.

O crescimento da produção goiana é impulsionado por boas práticas agrícolas e manejo eficiente, que asseguram a qualidade da fibra e a competitividade de Goiás no mercado internacional. A inscrição obrigatória no Sistema de Defesa Agropecuária do Estado (Sidago), que deve ser realizada até 30 dias após a semeadura, é um dos principais mecanismos para garantir a fitossanidade das lavouras e o controle de pragas, como o bicudo-do-algodoeiro.

Além disso, o compromisso com a sustentabilidade se reflete em iniciativas como o Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que certifica a produção nacional. A certificação, reconhecida internacionalmente pelo Better Cotton Initiative (BCI), assegura que as lavouras atendem a rigorosos critérios de governança, gestão ambiental e condições de trabalho. Isso abre portas para o mercado global, especialmente na Ásia, onde a demanda por fibras de alta qualidade continua a crescer.

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“A qualidade da produção é o reflexo do trabalho árduo de nossos produtores, que investem em tecnologia, sustentabilidade e práticas agrícolas eficazes. O cadastro no Sidago também é fundamental, pois fortalece o compromisso com a fitossanidade e amplia a competitividade de Goiás no mercado global”, afirma Pedro Leonardo Rezende, titular da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

O secretário destaca ainda a relevância da nova edição do Agro em Dados, que apresenta uma análise detalhada sobre a produção agropecuária do estado. “Nesta edição de março, fornecemos um panorama atualizado da produção agrícola, com informações estratégicas sobre as safras, o desempenho do algodão, a pecuária e as exportações de Goiás. O estado continua avançando, consolidando sua posição tanto no cenário nacional quanto internacional”, conclui Rezende.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil deve bater recorde na produção de etanol em 2026/27, projeta DATAGRO

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O Brasil caminha para uma safra histórica no setor sucroenergético. A DATAGRO projetou produção recorde de etanol na temporada 2026/27, impulsionada pela maior oferta de cana-de-açúcar e pelo crescimento global da demanda por biocombustíveis.

As novas estimativas foram apresentadas nesta terça-feira (13), em Nova York, durante a 19ª edição da CITI ISO DATAGRO New York Sugar and Ethanol Conference, realizada na tradicional Sugar Week.

Segundo os dados divulgados por Plinio Nastari, o Centro-Sul do Brasil deverá processar 642,2 milhões de toneladas de cana-de-açúcar na safra 2026/27. A estimativa inclui produção de 40,98 milhões de toneladas de açúcar e 38,61 bilhões de litros de etanol produzido a partir da cana e do milho.

Produção nacional de etanol pode superar 41 bilhões de litros

Considerando também a produção do Nordeste, a DATAGRO estima que o Brasil deverá alcançar moagem total de 698 milhões de toneladas de cana na safra 2026/27.

A projeção nacional aponta para produção de 44,2 milhões de toneladas de açúcar e 41,4 bilhões de litros de etanol, consolidando o país como um dos principais fornecedores globais de energia renovável.

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O avanço da produção ocorre em um cenário de maior direcionamento das usinas para o etanol, principalmente nos primeiros meses da safra atual, movimento favorecido pela demanda crescente por combustíveis renováveis no mercado internacional.

Mercado global de açúcar deve voltar ao déficit em 2026/27

Além das projeções para o Brasil, a DATAGRO também atualizou suas estimativas para o mercado mundial de açúcar.

A consultoria prevê que o ciclo 2025/26 deverá encerrar com pequeno superávit global de 0,57 milhão de toneladas em valor bruto. Já para 2026/27, a expectativa é de déficit de 3,17 milhões de toneladas.

Entre os fatores que sustentam esse cenário estão os possíveis impactos climáticos do fenômeno El Niño sobre importantes produtores asiáticos, como Índia e Indonésia, além da redução de área cultivada na Europa e na Tailândia.

Biocombustíveis ampliam espaço nos setores marítimo e aéreo

A DATAGRO destacou ainda que o aumento das tensões geopolíticas e a busca global por alternativas energéticas renováveis vêm fortalecendo o mercado de biocombustíveis.

Segundo Plinio Nastari, novos mercados vêm surgindo especialmente nos setores marítimo e aéreo, ampliando o potencial de consumo de etanol, biodiesel e metanol verde nos próximos anos.

“O uso de biocombustíveis como substitutos do combustível marítimo pode gerar aumento de demanda entre 0,4 milhão e 1,8 milhão de toneladas por ano até 2029”, afirmou.

As projeções indicam ainda que a demanda global por biocombustíveis voltados ao transporte marítimo poderá alcançar até 72 milhões de toneladas até 2050, reforçando o protagonismo do Brasil no fornecimento de energia limpa e renovável.

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Etanol ganha protagonismo estratégico na transição energética

O cenário projetado pela DATAGRO reforça a crescente importância do etanol brasileiro dentro da agenda global de descarbonização.

Com ampla disponibilidade de matéria-prima, elevada eficiência produtiva e capacidade de expansão sustentável, o Brasil segue consolidando sua posição estratégica no mercado internacional de biocombustíveis, especialmente diante do avanço das políticas globais de redução de emissões de carbono.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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