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Koppert Brasil Inaugura Novo Centro Corporativo em Piracicaba (SP)

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A Koppert Brasil, líder mundial em controle biológico, inaugurou um novo centro corporativo em Piracicaba (SP), destacando sua contínua aposta em inovação e expansão no setor de biodefensivos agrícolas. O moderno prédio, localizado no centro da cidade, foi projetado para integrar diferentes áreas da companhia, promovendo um ambiente mais colaborativo e dinâmico, além de otimizar processos internos.

O novo Centro Corporativo Koppert (CCK) abrigará as equipes administrativas de Comunicação, Financeiro, Inovação, Operações, Recursos Humanos, Regulatório, Tecnologia e Vendas, além de ser o novo local da Natutec By Koppert, empresa especializada na aplicação de macrobiológicos via drones. Com essa centralização, a Koppert Brasil busca facilitar a comunicação entre seus diversos departamentos e consolidar suas operações em um único espaço.

A mudança para o novo centro é uma parte essencial da estratégia da empresa de se aproximar ainda mais de seu mercado e clientes, garantindo maior eficiência operacional e promovendo a inovação em soluções de controle biológico e produtos sustentáveis para a agricultura.

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“Este centro não apenas marca uma nova fase para a Koppert Brasil, mas também reflete nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade, como já demonstrado em nossas unidades de pesquisa e produção”, afirmou Danilo Pedrazzoli, Diretor Industrial da Koppert América do Sul.

Gustavo Herrmann, Diretor Comercial da Koppert América do Sul, destacou: “Estamos entusiasmados com o novo espaço, que reflete nossa visão de futuro e apoia nossos objetivos de crescimento. Ele reforça nossa missão de oferecer soluções biológicas para uma agricultura mais saudável e produtiva, consolidando a posição de liderança da Koppert Brasil na agricultura moderna.”

A localização do novo escritório em Piracicaba, um dos principais polos de inovação agrícola no Brasil, reforça a posição estratégica da empresa no país e facilita a integração com outras empresas e centros de pesquisa do setor. O novo ambiente proporciona as condições ideais para o desenvolvimento de soluções inovadoras que atendam à crescente demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis.

A inauguração contou com a presença de autoridades locais, incluindo Thais Fornicola, Secretária de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio de Piracicaba, o Deputado Estadual Alex Madureira e o Vereador Fabio Silva.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Encefalites equinas ameaçam rebanhos no Brasil e reforçam importância da vacinação preventiva

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Com um rebanho estimado em cerca de 5,8 milhões de equinos, o Brasil figura entre os maiores criadores de cavalos do mundo. A atividade movimenta bilhões de reais anualmente e desempenha papel estratégico em segmentos como esporte, lazer, trabalho e reprodução. Nesse cenário, a prevenção de doenças que afetam a saúde dos animais é considerada fundamental para a sustentabilidade da equideocultura nacional.

Entre os principais desafios sanitários do setor estão as encefalites equinas, enfermidades virais que afetam o sistema nervoso central e podem causar sérios prejuízos aos criadores. As doenças exigem atenção permanente de proprietários, médicos-veterinários e profissionais ligados à cadeia produtiva dos equinos.

Encefalites equinas representam risco para a saúde animal

As principais enfermidades desse grupo incluem a Encefalite Equina do Leste (EEE), a Encefalite Equina do Oeste (WEE) e a Encefalite Equina Venezuelana (VEE). Todas são transmitidas principalmente pela picada de mosquitos dos gêneros Culex e Aedes, que atuam como vetores dos vírus causadores da doença.

Os animais infectados podem apresentar sintomas neurológicos graves, alterações comportamentais, perda de coordenação motora, dificuldade de locomoção e redução significativa do desempenho físico. Em casos mais severos, a doença pode evoluir para óbito.

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Por se tratar de enfermidades que afetam diretamente o sistema nervoso, especialistas alertam para a importância da adoção de medidas preventivas contínuas ao longo de todo o ano.

Cavalos de competição exigem atenção redobrada

Animais que participam regularmente de provas, exposições, leilões e competições equestres estão entre os mais expostos aos riscos sanitários.

O deslocamento frequente para diferentes regiões aumenta o contato com ambientes variados e pode elevar a exposição aos mosquitos transmissores, especialmente em locais com condições favoráveis à proliferação dos insetos.

Raças de grande relevância para a equideocultura brasileira, como o Quarto de Milha e o Mangalarga Marchador, somam mais de 700 mil animais registrados no país e movimentam mais de R$ 9 bilhões por ano em atividades relacionadas ao setor.

Diante desse cenário, a manutenção de protocolos sanitários rigorosos é considerada essencial para preservar a saúde e o desempenho dos animais.

Vacinação é a principal ferramenta de prevenção

Especialistas destacam que a vacinação continua sendo a medida mais eficiente para reduzir os riscos associados às encefalites equinas.

Além da imunização, outras práticas de manejo sanitário contribuem para o controle da doença, como a eliminação de criadouros de mosquitos, o controle de insetos nas propriedades, a drenagem de áreas com água parada e o acompanhamento rigoroso do calendário sanitário dos animais.

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Segundo Chester Batista, gerente técnico de Equinos da Zoetis Brasil, a prevenção deve ser tratada como prioridade dentro das propriedades.

“A vacinação associada a um manejo sanitário adequado contribui para proteger a saúde dos equinos, preservar seu desempenho e garantir o bem-estar dos animais ao longo de toda a vida produtiva”, ressalta.

Sanidade fortalece a competitividade da equideocultura

O avanço da equideocultura brasileira tem aumentado a necessidade de investimentos em sanidade animal, especialmente em um mercado cada vez mais profissionalizado e exigente.

A adoção de programas preventivos, aliada ao acompanhamento veterinário constante, reduz riscos sanitários, minimiza perdas econômicas e contribui para o desenvolvimento sustentável da atividade.

Além de proteger os animais contra enfermidades de alto impacto, a prevenção fortalece a segurança sanitária dos plantéis e ajuda a manter a competitividade do setor, que segue entre os mais relevantes da pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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