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Colaboradores da Marfrig constroem 25 bicicletas e presenteiam crianças da ASCA

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A iniciativa da Marfrig VG foi parte de um treinamento que resultou na ação social
A iniciativa da Marfrig VG foi parte de um treinamento que resultou na ação social

Durante o encerramento do programa “Jornada da Liderança”, voltado à capacitação dos líderes da companhia, a Marfrig promoveu uma ação social significativa e que emocionou 25 crianças da Associação Social Civil Abaiuc (ASCA). No evento, colaboradores da unidade se uniram para confeccionar 25 bicicletas que foram doadas às crianças atendidas pela entidade filantrópica.

O presidente da ASCA, Jose Diaz de Souza, expressou sua gratidão pela iniciativa e destacou o trabalho realizado pela instituição.

“Funcionamos desde 2012 com a missão de oferecer um ambiente de acolhimento e desenvolvimento para crianças e adolescentes. Ver a alegria nos olhos dos nossos alunos é um testemunho de que estamos no caminho certo. A Marfrig proporcionou não apenas um momento de felicidade, mas também reforçou o sentimento de pertencimento, valorização e carinho que tanto buscamos cultivar”.

A iniciativa da Marfrig VG marcou o término de um importante ciclo de desenvolvimento profissional através do “Jornada de Liderança”, além de ter promovido a renovação da esperança para dezenas de crianças e adolescentes da instituição.

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Helter Lucas Silva, de 13 anos – um dos 25 alunos selecionados para a homenagem-, expressou sua felicidade. “Quando vi que ganhei uma bicicleta, fiquei muito feliz. Sempre quis ter uma e agora eu tenho. Muito obrigado a Marfrig por ter nos dado esse presente. Foi um dia muito especial para mim, jamais vou esquecer.”

Cláudia Rodrigues, gerente de RH da Marfrig, em Várzea Grande, ressaltou o compromisso da companhia com o papel social que desempenha na comunidade. “Esse evento foi uma verdadeira jornada já que, estamos há mais de quatro meses desenvolvendo nossa equipe de liderança. Hoje, foi emocionante, fechamos com chave de ouro. Fica a certeza de que, a Marfrig está cada vez mais fortalecendo seu papel como empresa socialmente responsável e comprometida com o bem-estar de todos”, disse.

As crianças, que foram surpreendidas pela dinâmica, compartilharam da mesma emoção. Sara Beatriz, de 11 anos, falou sobre a alegria em receber a bicicleta. “Tô muito feliz, eu não sei nem o que falar, estou tremendo, nunca pensei que isso fosse acontecer comigo. Essa bicicleta vai me levar pra escola”, declarou, com um sorriso no rosto.

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A entrega das bicicletas reforça o compromisso da Marfrig com a responsabilidade social e o apoio às comunidades locais, mostrando que pequenas ações podem causar grandes impactos na vida das pessoas.

Sobre a ASCA

A Instituição que foi fundada em 2012, com sede em Várzea Grande, atende 136 crianças e adolescentes, dos seis aos 16 anos de idade, sem fins lucrativos, oferecendo atividades de: teatro, letramento, raciocínio lógico, esporte, informática, artes com material reaproveitável, musicalização (fanfarra), dança de corpo coreográfico e panificação, tudo gratuitamente e, em período integral.

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AGRONEGÓCIO

Decisão judicial extingue ação da Aprosoja que cobrava R$ 1,1 bilhão por Moratória da Soja

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A Justiça de Mato Grosso encerrou a ação em que a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) cobrava R$ 1,1 bilhão de empresas e entidades por prejuízos que atribuía à Moratória da Soja. A sentença, proferida na terça-feira (13), fecha na primeira instância a tentativa de obter uma reparação coletiva aos agricultores atingidos pelas restrições de compra do acordo.

A cobrança buscava compensar perdas que, segundo a associação, decorreram da dificuldade de vender soja mesmo quando a produção atendia à legislação ambiental. A Aprosoja-MT pretendia que empresas comercializadoras, entidades setoriais e seus representantes respondessem financeiramente por esses danos.

O processo discutia os efeitos de um pacto do qual a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) anunciou sua saída em janeiro de 2026. A retirada ocorreu após a entrada em vigor da lei mato-grossense que restringiu incentivos fiscais a empresas participantes de acordos com exigências superiores às da legislação ambiental. Em agosto, depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), a entidade reafirmou que não pretendia retomar a moratória. Saiba mais aqui

Criado em 2006, o compromisso previa a recusa de soja cultivada em áreas do bioma Amazônia desmatadas depois de julho de 2008. A restrição alcançava também áreas abertas com autorização. Para a Aprosoja-MT, esse critério prejudicava agricultores que cumpriam a lei, mas encontravam menos alternativas de compradores para sua produção.

A saída das empresas e a cobrança pelas perdas anteriores seguiram caminhos diferentes. Enquanto a Abiove abandonou o pacto coletivo, a associação dos produtores manteve a tentativa de responsabilizar seus participantes pelos efeitos que atribuía à aplicação das restrições.

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Essa cobrança foi atingida pelo julgamento do STF de 12 de agosto. O Supremo considerou que o acordo respeitava a Constituição e determinou o encerramento dos processos judiciais e administrativos baseados na sua suposta ilegalidade, inclusive dos pedidos de responsabilização financeira. A Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá aplicou essa ordem ao processo da Aprosoja-MT. portal.stf.jus.br

Com isso, o pedido de R$ 1,1 bilhão foi encerrado antes da análise dos prejuízos alegados. A sentença deixa os agricultores representados pela associação sem a reparação buscada nessa ação e afasta das empresas processadas, nesta primeira instância, a cobrança coletiva.

O Supremo também manteve as leis estaduais que restringem incentivos a participantes de acordos dessa natureza. Estabeleceu, porém, que a retirada de benefícios deve respeitar os prazos tributários e a proteção das isenções concedidas mediante condições assumidas pelas empresas. O resultado preservou tanto a validade jurídica do pacto quanto a possibilidade de os estados estabelecerem condições para conceder incentivos.

Na mesma sentença, a Justiça rejeitou os pedidos para que a Aprosoja-MT pagasse honorários, despesas processuais e multa por má-fé. A associação teve sua cobrança encerrada, mas ficou livre dessas despesas reclamadas pelos réus.

Na comercialização atual, a Abiove informou que suas associadas passaram a atender individualmente às exigências dos mercados compradores. Para o produtor, as condições de aceitação da soja dependem das políticas de cada empresa. Já a sentença desta semana trata da disputa pelas perdas atribuídas ao antigo compromisso coletivo e encerra, nessa primeira instância, a tentativa de recuperação desses valores.

Isan Rezende

Com isso, os produtores representados pela Aprosoja-MT não receberão qualquer indenização das empresas ligadas à Moratória da Soja. A Aprosoja-MT buscava responsabilizar empresas e entidades por prejuízos que atribuía à moratória. Seu argumento era que agricultores que respeitavam a legislação ambiental também podiam ficar sem acesso a compradores por causa das exigências do acordo.

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O presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, lamentou a decisão. “O encerramento da ação frustra a expectativa de reparação dos produtores que se consideram prejudicados pela Moratória da Soja. A cobrança da Aprosoja procurava dar uma resposta a quem cumpriu a legislação ambiental, investiu na propriedade e encontrou restrições para vender. A sentença encerrou esse pedido sem examinar os prejuízos alegados. Isso precisa ficar claro para o agricultor”, comentou.

“O problema comercial continua exigindo atenção. O produtor precisa saber, antes de plantar e de assumir compromissos, quais critérios serão usados para receber sua soja. Quem trabalha dentro da lei precisa de previsibilidade para investir. Também é necessário dar transparência às exigências dos compradores, para que o agricultor consiga avaliar suas alternativas de venda e os custos envolvidos”, disse Rezende.

“Agora, o setor precisa concentrar esforços para ampliar mercados e construir condições comerciais mais claras. Sair de um acordo coletivo não significa, necessariamente, abandonar as restrições de compra. Por isso, a representação dos produtores deve acompanhar as regras adotadas por cada empresa e buscar soluções que preservem o acesso aos mercados e a renda de quem produz”, recomendou o presidente do IA.

Fonte: Pensar Agro

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