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Rotação de culturas: estratégia essencial para a produtividade na horticultura

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A rotação de culturas é uma prática indispensável para a manutenção da fertilidade do solo e a sustentabilidade da produção hortícola. De acordo com uma publicação da Gen Produtos Agrícolas no LinkedIn, o cultivo contínuo das mesmas hortaliças em um único local pode reduzir gradativamente a produtividade, pois esgota os nutrientes e favorece o surgimento de pragas e doenças.

Entre os principais benefícios dessa técnica está a reposição natural dos nutrientes. Cada espécie vegetal possui exigências nutricionais distintas, e a alternância das culturas ajuda a equilibrar a fertilidade do solo, diminuindo a necessidade de fertilizantes químicos. Além disso, a rotação dificulta a proliferação de organismos que atacam culturas específicas, reduzindo a incidência de pragas e doenças e, consequentemente, os custos com defensivos agrícolas.

Outro fator positivo é a melhoria da estrutura do solo. O cultivo de plantas com diferentes tipos de raízes contribui para evitar a compactação e a erosão, promovendo uma melhor drenagem e retenção de água. Esse equilíbrio favorece o desenvolvimento das plantas e a eficiência no uso dos recursos naturais.

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Para produtores de hortaliças, uma sugestão eficiente de rotação envolve a alternância entre diferentes grupos de plantas. Pode-se iniciar com folhosas, como alface e rúcula, seguidas por frutíferas, como tomate e pimentão. Na sequência, entram os tubérculos, como cenoura e beterraba, finalizando com leguminosas, como ervilha e feijão. Essa estratégia mantém o solo produtivo e equilibrado, assegurando colheitas mais saudáveis e sustentáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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