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Santa Catarina avança para implantação da primeira usina de etanol de cereais

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O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), assinou um protocolo de intenções com a Copercampos para viabilizar a implantação da primeira usina de etanol à base de cereais no estado. O anúncio ocorreu nesta terça-feira (25), durante a abertura oficial do 29º Show Tecnológico Copercampos, em Campos Novos.

O acordo foi formalizado entre o governador e o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, garantindo incentivos econômicos e fiscais para a instalação da unidade industrial.

Investimentos e impactos econômicos

Como contrapartida, a Copercampos investirá R$ 200 milhões na construção da usina, que deverá gerar 100 empregos diretos e 800 indiretos, além de uma produção estimada de 36 milhões de litros de etanol de milho no primeiro ano de operação.

Na ocasião, o governador também entregou a Licença Ambiental Prévia de Instalação, concedida pelo Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA), ao presidente da Copercampos, avançando mais uma etapa rumo à concretização do empreendimento.

Além disso, Mello entregou uma ambulância e um caminhão de combate a incêndios ao município de Campos Novos, sede do Show Tecnológico Copercampos, fruto de uma parceria entre o estado, a prefeitura local e a cooperativa. O governador também anunciou o envio de 39 equipamentos agrícolas para 21 municípios do Meio-Oeste catarinense.

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Inovação e apoio ao agronegócio

“Nosso agro é forte e precisa de todo o nosso apoio. Estamos trabalhando para implementar voos regionais, conectando nossas cidades e encurtando distâncias. Além disso, contamos com diversas linhas de crédito para apoiar nossos produtores rurais”, afirmou o governador.

Já o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, destacou a importância da pesquisa e da inovação para o desenvolvimento do setor. “Nosso trabalho é constante na validação de defensivos, fertilizantes e no lançamento de novas sementes. O evento é uma oportunidade para que os produtores conheçam as inovações e tecnologias disponíveis no mercado”, ressaltou.

O Show Tecnológico Copercampos segue até o dia 27 de fevereiro, reunindo produtores, pesquisadores e empresas do setor para apresentar novas soluções, palestras e oportunidades de negócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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