AGRONEGÓCIO

Suzano expande plataforma SupriJá para São Paulo e impulsiona comércio de materiais de escritório

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A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos a partir do eucalipto, acaba de levar sua plataforma SupriJá para a cidade de São Paulo. A iniciativa, que já opera em sete municípios paulistas, tem o objetivo de conectar pequenos e médios comerciantes a potenciais clientes no segmento de materiais de escritório, fortalecendo os negócios locais e ampliando as oportunidades de venda digital para empresas especializadas.

Na capital paulista, a plataforma já conta com 18 parceiros cadastrados, oferecendo aos consumidores uma experiência digital e personalizada. A SupriJá permite a realização de até três cotações simultâneas de materiais, proporciona entregas rápidas e disponibiliza diversas formas de pagamento, como Pix e cartão de crédito. Além de produtos da Suzano, como o papel Report®, o marketplace inclui uma ampla variedade de itens, como cadernos, pastas, cartuchos, toners e até materiais de limpeza. O gerenciamento de estoques, a oferta de produtos e a entrega ficam sob responsabilidade dos parceiros, que contam com o suporte da plataforma para otimizar essa gestão.

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Lançada no início de 2024, a SupriJá já reúne mais de 50 revendedores cadastrados no estado de São Paulo. “Essa solução foi desenvolvida para tornar os revendedores da Suzano ainda mais competitivos e aprimorar a jornada de compra dos consumidores”, destaca Francisco Zambon, gerente de Marketplace da Suzano. “Chegar à capital paulista, um dos maiores mercados do país, representa um avanço significativo para a SupriJá. Nosso compromisso é apoiar empresas que, muitas vezes, atuam há décadas no setor e são referências em suas localidades. A presença em São Paulo impulsiona a transformação digital desses negócios, permitindo que atendam a um público cada vez mais exigente e em busca de conveniência”, complementa.

A expansão da plataforma considera critérios como a concentração de comerciantes especializados, a viabilidade logística e a base consolidada de clientes da Suzano no segmento de papelaria e escritório, reforçando o compromisso da empresa com o desenvolvimento do setor e a digitalização dos negócios locais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

China reconhece Brasil como livre de febre aftosa e abre caminho para expansão das exportações de carne suína

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O agronegócio brasileiro conquistou uma importante vitória no mercado internacional. A China reconheceu oficialmente todo o território brasileiro como livre de febre aftosa, medida que deverá impulsionar as exportações de carne suína, ampliar oportunidades comerciais e fortalecer ainda mais as relações sanitárias entre os dois países.

O anúncio foi celebrado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que destacou o trabalho conduzido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), a ApexBrasil, os serviços estaduais de defesa agropecuária e o setor produtivo nacional.

A decisão representa um marco para a suinocultura brasileira e reforça o reconhecimento internacional da qualidade e da robustez do sistema de defesa sanitária do país.

Reconhecimento amplia oportunidades para a suinocultura brasileira

Segundo a ABPA, o novo status sanitário deverá gerar benefícios imediatos para estados que possuem frigoríficos habilitados a exportar para a China.

Até então, apenas Santa Catarina possuía o reconhecimento de área livre de febre aftosa sem vacinação perante as autoridades chinesas, condição que permitia o embarque de produtos com maior valor agregado, como carnes com osso e miúdos externos.

Com a ampliação do reconhecimento para todo o território nacional, estados como Rio Grande do Sul e Mato Grosso passam a ter acesso às mesmas condições comerciais, ampliando a competitividade da carne suína brasileira no principal mercado consumidor do mundo.

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Atualmente, Santa Catarina conta com sete plantas habilitadas para exportação ao mercado chinês, enquanto o Rio Grande do Sul possui oito unidades autorizadas e Mato Grosso uma planta exportadora apta a atender o país asiático.

Exportações podem crescer mais de 40 mil toneladas por ano

As projeções da ABPA indicam que o reconhecimento sanitário poderá gerar um incremento superior a 40 mil toneladas anuais nas exportações brasileiras de carne suína destinadas à China.

O aumento dos embarques deve contribuir para fortalecer a renda dos produtores, estimular investimentos na cadeia produtiva, gerar novos empregos e ampliar a entrada de divisas na economia brasileira.

Além do crescimento das exportações, a medida cria condições para futuras habilitações de frigoríficos em outras regiões do país, ampliando ainda mais o potencial de expansão do setor.

Confiança sanitária fortalece posição do Brasil no mercado global

Para o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a decisão chinesa é resultado de décadas de trabalho voltado ao fortalecimento da sanidade animal brasileira e à construção de credibilidade internacional.

Segundo ele, o reconhecimento demonstra a confiança das autoridades chinesas na qualidade dos sistemas brasileiros de vigilância, controle sanitário e defesa agropecuária.

A medida também reforça o posicionamento do Brasil como fornecedor estratégico de proteína animal para mercados exigentes, em um momento em que a segurança alimentar e os padrões sanitários ganham importância crescente no comércio internacional.

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Brasil amplia protagonismo no comércio mundial de proteínas

O reconhecimento da China ocorre em um cenário de aumento da demanda global por alimentos seguros, rastreáveis e produzidos sob elevados padrões sanitários.

Nesse contexto, a certificação de todo o território nacional como livre de febre aftosa fortalece a competitividade da proteína animal brasileira e amplia as perspectivas de crescimento das exportações nos próximos anos.

Além de consolidar a liderança brasileira na produção de carnes, a decisão cria um ambiente mais favorável para o aprofundamento das relações comerciais entre Brasil e China, principal destino das exportações do agronegócio nacional.

Sanidade animal segue como diferencial estratégico

A conquista reforça a importância dos investimentos contínuos em defesa agropecuária, vigilância sanitária e rastreabilidade da produção.

Especialistas do setor avaliam que a manutenção de elevados padrões sanitários continuará sendo um dos principais diferenciais competitivos do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Com o novo reconhecimento, a suinocultura nacional ganha fôlego para ampliar sua presença no mercado chinês e consolidar o Brasil entre os maiores fornecedores globais de proteína animal.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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