AGRONEGÓCIO

Prefeito reforça empenho pela causa animal em Cuiabá

Publicado em

O prefeito Abilio Brunini reuniu toda a equipe da Bem-Estar Animal, no Palácio Alencastro, esta semana, e traçou as diretrizes do trabalho a ser desenvolvido pela causa animal em Cuiabá.

Na oportunidade, o chefe do Executivo pontuou que não medirá esforços para a estruturação adequada dos serviços a serem ofertados e cobrou o empenho dos integrantes da equipe na prestação dos serviços, com metas a serem atingidas.

“Será um grande marco. Vamos avançar muita coisa que estava no papel, idealizado pelas protetoras, pelas Ongs e que vão ao encontro do que a população espera de um gestor público pela causa”, disse o prefeito.

O secretário Municipal de Fazenda, Marcelo Bussiki, também acompanhou a agenda. “Temos um grande horizonte pela frente e a certeza de que a causa animal realmente vai ser reconhecida, os animais vão receber um olhar diferenciado. A gestão do prefeito Abilio dará visibilidade para fortalecer o seu verdadeiro papel enquanto defensor da causa animal”, disse.

“Saio da reunião muito esperançosa. Muitas mudanças estão para acontecer e eu posso garantir que vão impactar e diminuir muito o sofrimento dos animais em Cuiabá. A causa animal pode esperar muito da gestão Abilio Brunini”, disse a diretora da Bem-Estar Animal, Andrea Janaina.

Leia Também:  Conab Inicia Levantamento de Campo para Estimar Safra Brasileira de Grãos 2024/2025

Segundo Andrea, é preciso construir e toda construção começa de um alicerce. “Nós estamos construindo políticas públicas mais robustas que vão, de fato, impactar na vida não só do munícipe e seus pets, mas também das ongs, protetores e cuidadores de animais. O caminho está sendo trilhado com seriedade, de forma coesa e responsável. Tudo o que a gente vem construindo será concretizado em conjunto com a Secretaria de Fazenda, Secretaria de Educação, com a Secretaria de Agricultura, a de Meio Ambiente, Governo e as demais, a curto, médio e longo prazos. E com apoio da primeira-dama e vereadora Samantha Iris”, explicou Andrea.

A primeira-dama e vereadora Samantha Iris também participou da reunião. Ela é uma das principais atuantes do município pela causa animal e tem liderado as ações para o setor.

#PraCegoVer

O registro da foto é do final de uma reunião no gabinete do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, realizada para alinhamento de ações. As tratativas foram lideradas pelo próprio prefeito com a equipe da Bem-Estar Animal, e ao término dos assuntos, todos os participantes, sendo 10 pessoas que se posicionaram em pé para uma foto padrão. O prefeito Abilio Brunini, o secretário municipal de Fazenda, Marcelo Bussiki, a primeira-dama e vereadora Samantha Iris, e a diretora da Bem-Estar Animal, Andrea Janaina e sua equipe estão na foto.

Leia Também:  Prefeito e primeira-dama lamentam morte do jornalista Edivaldo Ribeiro

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Tarifas dos EUA podem atingir 21% das exportações brasileiras e acendem alerta para indústria e agronegócio

Published

on

A proposta do governo dos Estados Unidos de ampliar tarifas sobre produtos brasileiros voltou a elevar a tensão nas relações comerciais entre os dois países. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cerca de 21% das exportações brasileiras para o mercado norte-americano poderão ser impactadas caso a medida seja efetivamente implementada.

A avaliação foi apresentada nesta terça-feira (2) pelo secretário-executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, após a divulgação de uma recomendação do Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) para aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre diversos produtos brasileiros.

A investigação conduzida pelo governo norte-americano cita supostas práticas comerciais consideradas desleais e aborda temas que vão desde comércio digital até questões relacionadas ao combate ao desmatamento ilegal.

Setores exportadores estão entre os mais expostos

De acordo com o governo brasileiro, os segmentos que poderão sofrer os maiores impactos incluem máquinas e equipamentos, plásticos, madeira, papel e papel-cartão, calçados, ferro fundido, além da cadeia de pescados, especialmente peixes e crustáceos.

Embora os produtos agropecuários não estejam entre os principais alvos da nova proposta, representantes do setor acompanham com atenção os desdobramentos da investigação, já que qualquer ampliação das barreiras comerciais entre Brasil e Estados Unidos pode gerar reflexos sobre fluxos de exportação, investimentos e competitividade.

Leia Também:  Avanço do plantio de soja no Paraná alcança 93% da área, mas condições da lavoura apresentam ligeira piora

Os Estados Unidos permanecem como um dos principais destinos das exportações brasileiras, especialmente para produtos industrializados, celulose, madeira processada, café, suco de laranja, carnes e itens de maior valor agregado.

Governo aposta no diálogo para evitar sobretaxas

Segundo Márcio Elias Rosa, o governo brasileiro continuará atuando diplomaticamente para impedir a adoção das novas tarifas. Os Estados Unidos têm prazo até 15 de julho para definir eventuais medidas de resposta dentro do processo de investigação comercial aberto contra o Brasil.

“O caminho é o diálogo e a negociação”, tem sido a posição defendida pelo governo federal desde o início das discussões.

Durante a coletiva, Rosa também afirmou que o sistema de pagamentos instantâneos Pix não integra qualquer negociação com os Estados Unidos.

A declaração ocorre após representantes norte-americanos apontarem o avanço do Pix como um possível fator de concorrência para empresas internacionais do setor de meios de pagamento.

Alckmin critica proposta norte-americana

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, classificou a recomendação do USTR como inadequada e reforçou que o Brasil buscará todos os canais diplomáticos para evitar a aplicação das tarifas.

Leia Também:  Produtividade da batata na Chapada Diamantina se recupera em maio após clima desfavorável

Segundo Alckmin, o histórico das relações comerciais entre os dois países demonstra complementaridade econômica e espaço para cooperação, não para ampliação de barreiras.

Comércio exterior segue no radar do agronegócio

Para o agronegócio brasileiro, a evolução das negociações será acompanhada de perto. O setor responde por parcela significativa da geração de divisas do país e depende de um ambiente comercial estável para manter sua competitividade internacional.

Especialistas destacam que eventuais restrições adicionais ao comércio podem gerar impactos indiretos sobre logística, investimentos, câmbio e confiança dos mercados, fatores que influenciam diretamente a rentabilidade das cadeias produtivas exportadoras.

Nos próximos dias, a expectativa é de intensificação das conversas entre autoridades brasileiras e norte-americanas em busca de uma solução negociada que preserve o fluxo comercial entre as duas maiores economias das Américas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA