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Avanço do plantio de soja no Paraná alcança 93% da área, mas condições da lavoura apresentam ligeira piora

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O órgão estadual indicou que os trabalhos estão 1 ponto percentual à frente do índice da mesma época do ano passado, porém, abaixo do percentual registrado em 2021, que alcançou 97%. No que diz respeito às condições das lavouras, houve uma leve piora, com 87% da área em boa condição, comparado a 88% na semana passada e 93% no mesmo período de 2022, quando o estado colheu uma safra recorde.

Atualmente, 11% das lavouras apresentam condição média e 2%, ruim. Apesar desse leve rebaixamento, o gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), Flávio Turra, assegura que a safra de soja está praticamente normal no Paraná, destacando problemas pontuais causados pelo excesso de chuvas, principalmente nas regiões sudoeste e centro-sul do estado, mencionando “alguns prejuízos com vendavais e alagamentos”.

De acordo com o boletim do Deral, o estado registrou chuvas fortes nos dias 14 e 15, com as precipitações diminuindo nos dias 16 e 17. No último final de semana, o tempo permaneceu instável em quase todo o Paraná, com chuvas principalmente entre o sul e sudoeste.

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A safra de soja do Paraná, um dos maiores produtores do Brasil, está estimada em 21,9 milhões de toneladas, representando uma queda de 2% no volume em relação ao recorde do ciclo anterior, conforme previsto pelo Deral ao final de outubro. Quanto ao plantio da primeira safra de milho, este atingiu 98% da área projetada, com 79% das áreas em boa condição, 17% em média e 4% em condição ruim, registrando uma piora em comparação com a semana anterior, quando 81% da safra tinha a melhor avaliação.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas no line-up e mantêm forte ritmo de embarques nos portos do Brasil

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O line-up de navios nos portos brasileiros aponta que o país deve exportar 1,606 milhão de toneladas de açúcar na semana encerrada em 17 de junho, mantendo o Brasil como um dos principais fornecedores globais da commodity.

O volume, apesar de expressivo, representa redução em relação à semana anterior, quando estavam programadas 1,860 milhão de toneladas para embarque. O levantamento considera embarcações já atracadas, em fila de espera ou com previsão de chegada até 13 de julho.

Porto de Santos concentra maior parte dos embarques

O Porto de Santos (SP) segue como principal hub exportador de açúcar do país, concentrando 1.325.530 toneladas programadas no período.

Na sequência aparecem o Porto de Paranaguá (PR), com 278.000 toneladas, Recife (PE), com 20.300 toneladas, e Maceió (AL), com 8.774 toneladas.

Predomínio do açúcar VHP nas exportações

A composição da carga mostra predominância do açúcar VHP, que responde pela maior parte dos embarques, com 1.461.304 toneladas.

Também estão previstos embarques de Crystal B150 (100 mil toneladas), TBC (32.300 toneladas), açúcar refinado A-45 (7 mil toneladas) e VHP ensacado, equivalente a 6.000 toneladas.

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Exportações de açúcar somam 1,6 milhão de toneladas em junho

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) indicam que o Brasil exportou 1.603.237 toneladas de açúcar em junho, com receita de US$ 574,98 milhões no acumulado do mês.

A média diária exportada ficou em 178,137 mil toneladas, enquanto a receita média diária atingiu US$ 63,887 milhões, considerando nove dias úteis no período.

Receita diária recua, mas volume cresce na comparação anual

Na comparação com junho de 2025, houve aumento no volume exportado, mas queda na receita e nos preços médios.

A receita diária recuou 11,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o valor médio era de US$ 72,166 milhões.

Já o volume diário embarcado cresceu 5,8%, acima das 168,399 mil toneladas registradas em junho de 2025.

Preço médio do açúcar recua no mercado externo

O preço médio do açúcar exportado em junho de 2026 ficou em US$ 358,6 por tonelada, representando queda de 16,3% frente aos US$ 428,5 por tonelada observados em junho de 2025.

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O recuo reflete um cenário internacional mais pressionado, apesar da manutenção de um forte fluxo físico de exportações brasileiras, sustentado pela competitividade do país no mercado global.

O desempenho do setor reforça o Brasil como protagonista no comércio mundial de açúcar, com volumes elevados de embarque, ainda que sob pressão de preços no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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