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Secretaria acelera integração do Mercado do Porto e espaços de turismo

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A Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SMTur) assume a administração do Mercado do Porto “Antônio Moisés Nadaf” com a missão de transformá-lo em um grande polo turístico e de desenvolvimento econômico na capital. Localizado próximo ao Complexo Turístico, que conta com atrativos como o Museu do Rio e o Aquário Municipal, que já recebeu mais de 140 mil visitantes nos últimos 50 dias, o Mercado do Porto tem sua reorganização acelerada para integrar os espaços de visitação.

“A gestão do espaço é da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, mas os serviços a serem realizados no local são compartilhados com a Limpurb e as secretarias de Ordem Pública, Segurança Pública, Obras, Agricultura e em parcerias com as áreas de cultura e lazer. Nosso objetivo é tornar o espaço mais limpo, agradável, acessível e de qualidade. Precisamos avançar rapidamente com a reorganização do espaço para darmos início quanto antes na integração dos espaços de visitação e melhoria”, afirmou o secretário de Turismo, Fernando Medeiros.

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Nesta semana, a equipe da Secretaria de Turismo deu continuidade à entrega dos certificados de autorização provisória para o uso dos boxes que estavam interditados. As entregas começaram no sábado, após o prefeito Abilio Brunini oficializar a mudança de gestão do mercado e flexibilizar o prazo para a apresentação dos alvarás referentes aos últimos três anos, concedendo 180 dias para que os permissionários regularizem suas pendências.

Além disso, foi criado um Conselho Gestor do Mercado do Porto, composto por representantes de diversas categorias, como hortifrúti, açougue, peixes, queijos, entre outros, além de membros de outras secretarias municipais e da Câmara de Cuiabá. “Estaremos com a equipe aqui no Mercado do Porto, realizando as entregas individuais de certificados para cada box. Em seguida, iniciaremos o trabalho do Conselho, onde nomearemos os membros para garantir a gestão transparente do Mercado Municipal”, finalizou o secretário.

#PraCegoVer

A imagem mostra o secretário de Turismo, Fernando Medeiros, em reunião usando microfone individual. Ele usa camisa preta e gesticula enquanto discursa sobre as mudanças de gestão no Mercado do Porto.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Encontro entre Trump e Xi Jinping afeta mercado brasileiro

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O encontro realizado nesta quarta-feira (13.05) entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o Chinês, Xi Jinping, acabou acabou repercutindo também no Brasil. A reunião esfriou as expectativas de novos acordos comerciais envolvendo compras chinesas de grãos norte-americanos e pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, principal referência global para formação dos preços pagos ao produtor brasileiro.

Nos últimos dias, parte do mercado apostava que o encontro poderia abrir espaço para uma nova rodada de compras chinesas da soja dos Estados Unidos, movimento que historicamente costuma mexer com os preços internacionais. Mas o discurso adotado após a reunião foi mais cauteloso. O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, afirmou que os compromissos já assumidos pela China seriam suficientes para manter o fluxo atual de importações, sem necessidade de ampliar significativamente as aquisições.

A reação em Chicago foi imediata. Sem perspectiva de aumento da demanda chinesa pelos grãos americanos, os contratos futuros da soja perderam força. O movimento ganhou ainda mais peso após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgar vendas externas abaixo do esperado, aumentando a pressão sobre o mercado.

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Para o produtor brasileiro, o impacto aparece principalmente na formação dos preços internos. Mesmo com o Brasil mantendo forte competitividade nas exportações e uma safra elevada, a queda em Chicago limita reações mais fortes nas cotações pagas nos portos e no interior.

Ao mesmo tempo, o cenário reforça uma leitura importante para o agro nacional: a China segue buscando diversificar fornecedores e não demonstra intenção de concentrar as compras apenas nos Estados Unidos. Nesse contexto, o Brasil continua ocupando posição estratégica no abastecimento chinês, especialmente em um momento de ampla oferta nacional e embarques em ritmo recorde.

Analistas do setor avaliam que o mercado deve continuar bastante sensível aos próximos movimentos diplomáticos entre Washington e Pequim, já que qualquer sinal envolvendo compras agrícolas tem potencial de influenciar diretamente os preços recebidos pelos produtores brasileiros.

Fonte: Pensar Agro

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