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Agricultura Regenerativa: O Potencial do Remineralizador para Ampliar a Produção de Diversas Culturas

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O remineralizador, insumo mineral que tem conquistado agricultores em diversas regiões do Brasil, tem se mostrado eficaz na regeneração das propriedades físico-químicas do solo e no aumento da produtividade agrícola. Desenvolvido a partir da rocha vulcânica granulito pela Vulcano Agrominerais, o produto já é utilizado em cerca de 8 mil hectares, abrangendo diversas culturas em 12 estados brasileiros. A adoção do remineralizador tem sido acelerada, com um aumento de mais de 50% nas vendas em apenas um ano, reflexo da crescente conscientização dos produtores sobre a importância da sustentabilidade e da saúde do solo.

Resultados promissores nas principais culturas agrícolas

Cana-de-açúcar, café e diversas frutas são apenas algumas das culturas que observaram melhora significativa nos índices de produtividade após o uso do remineralizador. Além dessas, pastagem, avicultura, trigo e guaraná também foram favorecidas com a aplicação do insumo. O gestor comercial da Vulcano, Stéfano Lima, destaca os bons resultados observados em áreas do oeste da Bahia, onde a principal produção é de grãos, além de mais de 33 áreas no Nordeste que demonstraram boa receptividade ao produto.

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Entre os benefícios registrados, o remineralizador tem contribuído para aumentar a resistência das plantas ao estresse hídrico, proteger contra fatores bióticos e abióticos, melhorar a rentabilidade, fertilidade e ativar a biologia do solo. A eficácia do produto é particularmente notável em solos com deficiências químicas, que precisam de um reforço na fertilidade.

Potencial para solos com deficiências químicas

De acordo com o engenheiro agrônomo e especialista em solos, Neri Marcante, o remineralizador tem se mostrado especialmente benéfico para solos quimicamente empobrecidos. “Esses solos, que necessitam de um trabalho para construir fertilidade, apresentam respostas positivas com o uso do remineralizador”, afirma Marcante, reforçando o impacto positivo do insumo na melhoria da qualidade do solo e, consequentemente, na produtividade das culturas.

Com registro no Ministério da Agricultura e certificação IBD, o remineralizador da Vulcano Agrominerais tem sido escolhido por mais de 100 produtores que buscam garantir a sustentabilidade e o aumento da produtividade de suas propriedades agrícolas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Setor cooperativo, que movimenta R$ 758 bilhões, ganha acesso a fundos regionais

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As 4.384 cooperativas brasileiras ganharam uma nova alternativa para financiar projetos de infraestrutura, armazenagem, industrialização e expansão das atividades econômicas. A Lei Complementar 231/2026 passou a permitir que essas organizações utilizem recursos dos fundos de desenvolvimento da Amazônia, do Nordeste e do Centro-Oeste.

A mudança, defendida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) durante a tramitação no Congresso, alcança um setor que reúne 25,8 milhões de cooperados e gera mais de 578 mil empregos diretos. Segundo o levantamento mais recente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), referente a 2024, as cooperativas movimentaram R$ 757,9 bilhões e acumulavam R$ 1,39 trilhão em ativos.

O número de cooperativas contabilizadas pela OCB caiu de 4.509 para 4.384 entre os dois levantamentos mais recentes. O movimento, porém, não representa uma retração econômica do cooperativismo. No mesmo período, a quantidade de cooperados aumentou de 23,45 milhões para 25,8 milhões, enquanto os empregos diretos avançaram de 550,6 mil para 578 mil. O volume movimentado cresceu 9,5%, passando de R$ 692 bilhões para R$ 757,9 bilhões.

No agronegócio, a presença das cooperativas é ainda mais significativa. O país reúne 1.172 cooperativas agropecuárias, formadas por aproximadamente 1,1 milhão de produtores e responsáveis por 268 mil empregos diretos. O ramo movimentou R$ 438,3 bilhões em 2024, o equivalente a quase 58% de todo o cooperativismo nacional.

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Essas organizações respondem por mais da metade da originação de grãos e fibras no Brasil. Também possuem participação importante nas cadeias de leite, café, carnes, frutas e hortaliças, principalmente por reunir pequenos e médios produtores que, individualmente, teriam menor capacidade de armazenar, industrializar e comercializar a produção.

A nova legislação inclui expressamente as cooperativas entre os possíveis beneficiários do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA), do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) e do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO). Até então, a ausência dessa previsão limitava a apresentação direta de projetos por essas organizações.

Na prática, uma cooperativa poderá buscar financiamento para construir ou ampliar silos, armazéns frigorificados, unidades de beneficiamento, fábricas de ração, laticínios, frigoríficos e agroindústrias. Os recursos também podem apoiar investimentos em energia, irrigação, logística e outras estruturas compartilhadas pelos cooperados.

O financiamento não será liberado automaticamente. As cooperativas precisarão apresentar projetos técnica e economicamente viáveis, enquadrados nas prioridades de desenvolvimento de cada região. As propostas serão avaliadas pelas superintendências regionais e pelos agentes financeiros responsáveis pela operação dos recursos.

Os três fundos não devem ser confundidos com o FNO, o FNE e o FCO, linhas constitucionais já utilizadas no crédito rural. O FDA, o FDNE e o FDCO são voltados principalmente a empreendimentos estruturantes, com potencial para gerar empregos, ampliar a atividade econômica e reduzir desigualdades regionais.

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Para a FPA, a mudança permite que os recursos cheguem a municípios nos quais o crédito tradicional ainda é restrito. A organização coletiva também possibilita que produtores dividam custos e executem projetos que dificilmente seriam viáveis de forma individual.

Presidente da FPA, o deputado Pedro Lupion afirmou que o acesso aos fundos amplia a capacidade de investimento das cooperativas e fortalece a geração de renda no interior. O vice-presidente da frente na Câmara, Arnaldo Jardim, destacou que a medida favorece projetos maiores de industrialização e comercialização, com maior agregação de valor à produção.

A Lei Complementar 231/2026 não cria novos gastos nem reserva uma parcela dos fundos exclusivamente para o cooperativismo. A mudança amplia o grupo de organizações autorizadas a disputar os recursos já disponíveis, conforme as regras de cada programa e a qualidade dos projetos apresentados.

Para os municípios produtores, o principal efeito esperado é a possibilidade de transformar uma parcela maior da produção no próprio interior. Em vez de apenas vender grãos, leite, café ou animais, as cooperativas poderão investir no armazenamento e na industrialização, mantendo empregos, renda e arrecadação mais próximos das propriedades rurais.

Fonte: Pensar Agro

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