AGRONEGÓCIO

Defesa Civil entrega colchões e cestas básicas para famílias atingidas por temporal

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A Defesa Civil de Cuiabá, em parceria com a Defesa Civil de Mato Grosso, entregou telhas, cestas básicas, colchões e cobertores para famílias que tiveram suas casas danificadas pelas fortes chuvas registradas em janeiro deste ano. A ação conjunta aconteceu na segunda-feira (17).

A necessidade de doação dos itens foi detectada durante vistoria realizada pela Defesa Civil de Cuiabá e pelas equipes do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do município.

O diretor da Defesa Civil, Ozeias Souza, atendeu nesta segunda-feira a família de Sueli Soares, assistida pelo CRAS Jardim Araçá “Maria Nazareth Hahn”. A moradora teve sua casa destelhada durante o temporal registrado no dia 24 de janeiro, no bairro Novo Terceiro.

“A equipe do Cras nos procurou para atender essa família. Até o momento, sete famílias receberam doações de cestas básicas e temos mais famílias para atender. Três famílias receberam telhas. Já entregamos colchões, cobertores e filtros de barro, em uma parceria entre a Defesa Civil do Estado”, relatou Ozeias Souza.

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Sueli solicitou a vistoria da Defesa Civil para a emissão do laudo exigido pelo CRAS. “Eu e minha filha Thayna, que é especial, procuramos o CRAS porque não tínhamos condições. Com a ajuda da Prefeitura de Cuiabá, vamos colocar as telhas. Felizmente temos um prefeito acessível. Recebi toda orientação e atendimento da secretária adjunta Hélida Vilela e a Defesa Civil”, afirmou Sueli Soares.

Também foram entregues cestas básicas, cobertores e colchões às famílias do bairro Nova Esperança e do Loteamento Sampaio, na região do bairro Pedra 90. Assim como moradores do bairro Cidade Verde. A ação também contemplou as famílias afetadas na Avenida Dom Bosco, no bairro Goiabeiras.

Já as famílias impactadas pela chuva intensa no bairro São Mateus, em Cuiabá, receberam 104 colchões e 104 travesseiros.

#PraCegoVer

A imagem que ilustra a matéria mostra os agentes da Defesa Civil de Cuiabá entregando cesta básica e telhas à família de Dona Sueli, moradora do bairro Novo Terceiro em Cuiabá. Dona Sueli usa vestido branco com figuras coloridas. A filha dela, Thaina Soares usa roupa preta com listas quadriculadas no tom cinza.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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