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Brasil Apostando no Potencial do Valentine’s Day para Impulsionar o Mercado de Flores

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Embora o Dia dos Namorados, tradicionalmente celebrado no Brasil em junho, tenha sua origem vinculada a Santo Antônio, a popularidade do Valentine’s Day, comemorado em 14 de fevereiro em muitos países, tem crescido no mercado brasileiro. Neste contexto, empresas de diversos setores, como restaurantes e floriculturas, têm se preparado para aproveitar a data com campanhas especiais, estimulando o consumo associado aos temas de amizade, amor e romance.

A Floral Atlanta, integrante do Grupo Polar, é uma das empresas que aposta no potencial do Valentine’s Day. Focada na produção de espumas florais, a companhia ampliou sua oferta com produtos temáticos, como embalagens personalizadas e acessórios decorativos, alinhando-se ao romantismo típico da ocasião. Paula Lo Frano, gerente de marketing da empresa, revela que a expectativa é de um crescimento de cerca de 10% nas vendas durante o período. “A procura por itens que combinam inovação, qualidade e sustentabilidade impulsionará esse aumento”, afirma.

Inovações e Sustentabilidade no Mercado de Flores

Entre as inovações da Floral Atlanta estão as espumas florais em formatos diferenciados, como corações, que proporcionam arranjos mais personalizados e impactantes. Esses materiais, fundamentais para a preservação das flores e folhagens em arranjos, garantem frescor e estabilidade. “Esses produtos são essenciais para a criação de arranjos românticos e grandiosos”, comenta Paula. A empresa também destaca o crescente interesse por embalagens sofisticadas, cachepots elegantes e fitas decorativas em tons de vermelho e rosa, cores típicas da data.

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O mercado brasileiro de flores e plantas ornamentais, que movimenta cerca de R$ 10 bilhões anualmente, está em plena expansão. Esse crescimento é impulsionado pela adoção de novas tecnologias na produção e consumo de flores. As espumas florais desempenham um papel crucial nesse processo, proporcionando suporte e estabilidade às hastes enquanto oferecem liberdade criativa aos decoradores.

“Com as espumas florais, é possível criar desde buquês pequenos até estruturas monumentais, como paredes florais e decorações suspensas. Além disso, sua capacidade de reter água e liberar umidade gradualmente mantém as flores frescas por mais tempo, garantindo qualidade e beleza em diversos ambientes”, acrescenta Paula. A linha de espumas também oferece formatos exclusivos, como letras e figuras religiosas, ampliando as possibilidades criativas.

Espumas Florais Biodegradáveis: Aposta em Sustentabilidade

Atenta ao crescente interesse dos consumidores por produtos com menor impacto ambiental, a Floral Atlanta investiu na produção de espumas florais biodegradáveis. Desenvolvidas com uma tecnologia 100% brasileira, essas espumas se degradam no ambiente em até 280 dias, atendendo à demanda por opções sustentáveis.

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“A Floral Atlanta, com mais de 30 anos de atuação no mercado, está constantemente investindo em pesquisa e desenvolvimento para aprimorar a qualidade e a sustentabilidade de suas espumas. A procura por modelos biodegradáveis tem se intensificado, refletindo a crescente preocupação ambiental dos consumidores”, explica Paula.

Cuidados no Manuseio das Espumas Florais

Para garantir o melhor desempenho das espumas florais, é fundamental mergulhá-las lentamente na água, sem pressioná-las, para garantir uma absorção uniforme. Após a hidratação, as espumas devem ser utilizadas imediatamente, e seu reaproveitamento não é recomendado, pois isso pode comprometer sua eficácia.

As espumas florais da Floral Atlanta não são tóxicas, eliminando a necessidade de equipamentos de proteção, como luvas, durante o manuseio. “Após o uso, as espumas biodegradáveis podem ser descartadas no lixo comum, onde iniciarão sua decomposição de forma segura para o meio ambiente”, conclui Paula.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Tratamento de sementes reduz riscos e pode ser considerado “seguro barato” da lavoura, aponta Embrapa

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O tratamento de sementes é considerado uma das tecnologias de maior eficiência custo-benefício dentro dos sistemas produtivos agrícolas. Segundo a Embrapa, a prática contribui diretamente para o controle inicial de pragas e doenças e tem participação reduzida no custo total da lavoura, sendo frequentemente definida como um “seguro barato” da produção.

Aplicado antes da semeadura, o tratamento atua na proteção das sementes e plântulas, fase crítica para o estabelecimento da cultura no campo e para a formação de um estande uniforme, especialmente em condições ambientais adversas.

Baixo custo relativo e alto impacto produtivo no sistema agrícola

Estudos da Embrapa mostram que, na cultura da soja, o tratamento de sementes com fungicidas e inseticidas representou em média 2,2% do custo de produção por hectare em análises realizadas entre as safras 2008/09 e 2018/19 em Mato Grosso do Sul.

Apesar da baixa representatividade no custo total, a tecnologia apresenta elevada relação benefício-custo, sendo considerada estratégica para reduzir perdas iniciais e aumentar a segurança da implantação da lavoura.

Adoção do tratamento de sementes cresce e se consolida no Brasil

O uso da tecnologia avançou de forma significativa nas últimas décadas. Na soja, a adoção do tratamento de sementes com fungicidas passou de cerca de 5% da área semeada na safra 1991/92 para 98,2% em 2016/17.

No mesmo período, o Tratamento de Sementes Industrial (TSI) ganhou espaço, representando 25,6% das sementes tratadas, enquanto 72,6% ainda eram tratadas diretamente nas propriedades rurais.

Fase inicial da lavoura é a mais sensível ao ataque de pragas e doenças

O desempenho da lavoura está diretamente ligado ao sucesso da germinação e da emergência das plântulas. Nesse estágio inicial, sementes e plantas jovens ficam mais expostas a fungos de solo, patógenos e pragas iniciais.

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Quando há atraso na emergência ou condições climáticas desfavoráveis, o risco de perdas aumenta, reforçando a importância do tratamento com fungicidas e inseticidas como ferramenta preventiva no manejo agrícola.

Falhas no processo podem comprometer eficiência e elevar custos

Por ocorrer em uma etapa crítica da cadeia produtiva, o tratamento de sementes exige alto nível de precisão operacional. Problemas como baixa cobertura, aderência inadequada e distribuição irregular dos ativos podem reduzir a eficiência do processo.

No caso do TSI, parâmetros como uniformidade, fluidez, controle de pó e preservação dos ingredientes ativos são fundamentais para garantir qualidade final.

Falhas nessa etapa podem resultar em menor vigor inicial das plantas, falhas de estande e até necessidade de ressemeadura — o que eleva significativamente os custos de produção.

Ressemeadura pode aumentar custos em até 17,93%

De acordo com dados da Embrapa, a necessidade de ressemeadura pode elevar os custos de produção em diferentes culturas.

Na soja, o impacto pode chegar a 11,34% em sistema convencional e 17,93% no plantio direto. No milho, os custos adicionais variam entre 8,25% e 13,36%, enquanto no algodão podem alcançar 4,07% no sistema convencional e 5,13% no plantio direto.

Os números reforçam a importância de garantir qualidade no tratamento de sementes como forma de evitar perdas econômicas significativas ainda no início do ciclo produtivo.

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Film Coating melhora eficiência e padronização no tratamento industrial

Dentro do Tratamento de Sementes Industrial (TSI), tecnologias de Film Coating têm ganhado destaque por sua contribuição à qualidade operacional.

Mais do que estética, os revestimentos aplicados às sementes melhoram a aderência dos produtos, reduzem a formação de pó, aumentam a fluidez e garantem maior uniformidade na distribuição dos ativos.

Esses fatores contribuem para maior eficiência no processo industrial e melhor desempenho das sementes no campo.

Tecnologia reforça importância da precisão no TSI

Para a Laborsan Agro, empresa especializada em tecnologias para tratamento de sementes, o avanço do TSI reforça a necessidade de enxergar o processo como etapa estratégica e altamente técnica dentro da cadeia produtiva.

Segundo a coordenadora de Pesquisa e Inovação da empresa, Letícia Azevedo, falhas de cobertura e aderência podem comprometer a eficiência planejada antes mesmo da chegada da semente ao campo.

Ela destaca que tecnologias de Film Coating contribuem para padronização, redução de poeira e melhor aproveitamento dos ativos aplicados, aumentando a confiabilidade do processo.

Eficiência no tratamento de sementes é decisiva para produtividade

Com a intensificação do uso de tecnologias e o avanço da agricultura de precisão, o tratamento de sementes se consolida como uma etapa essencial para garantir o estabelecimento adequado das lavouras.

A combinação entre inovação, controle operacional e eficiência no TSI tende a ser cada vez mais relevante para reduzir riscos, otimizar custos e elevar o potencial produtivo das principais culturas agrícolas no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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