Mato Grosso

Projeto contemplado em edital da Secel oferta cursos gratuitos de formação no setor audiovisual

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Estão abertas as inscrições para o projeto Cinema de Base, que oferta cinco cursos gratuitos de formação para quem deseja entrar na área do audiovisual. A iniciativa é viabilizada com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio do edital Cinemotion de Formação, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).

Destinado a pessoas com mais de 18 anos, com ou sem experiência no setor audiovisual, o Cinema de Base irá formar profissionais nas áreas de elétrica, maquinaria, assistência de câmera, Gerenciamento de Mídias Audiovisuais (GMA) e Vídeo Assist.

Com carga horária de 24 horas cada curso e certificação, as aulas acontecem de 24 a 26 de fevereiro, das 8h às 12h e das 13h às 17h, na Latitude Filmes, que fica no bairro Dom Aquino, em Cuiabá. Todos os cursos contam com intérprete de libras, caso necessário, e incluem almoço e coffee break para que os participantes não percam tempo em deslocamentos.

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Fazem parte da programação aulas teóricas, práticas e exercícios simulados em um set real, com todos os equipamentos de cinema disponíveis, incluindo câmeras e lentes e maquinaria completa. Especialistas renomados do mercado audiovisual do Brasil conduzem as oficinas profissionalizantes.

Para a superintendente de Desenvolvimento de Economia Criativa na Secel, Keiko Okamura, o projeto é um exemplo da importância do edital de Formação para o crescimento e consolidação do setor audiovisual no Estado.

“O projeto Cinema de Base traz uma formação técnica em áreas que são oportunidade de trabalho no setor de produção audiovisual, que está crescendo no Estado. Impulsionada inclusive pelos editais da Secel, a formação de profissionais do setor é uma necessidade, uma demanda que gera oportunidades de emprego e renda”, destaca Keiko.

Mais informações sobre os cursos e seus ministrantes podem ser conferidas na página do projeto no Instagram (@cinemadebase). As inscrições podem ser feitas neste link aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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