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Soja Sofre Quedas Significativas na Bolsa de Chicago

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Os preços da soja apresentaram quedas expressivas na Bolsa de Chicago na manhã desta quinta-feira (16). Por volta das 7h25 (horário de Brasília), os contratos mais negociados recuaram entre 11 e 11,75 pontos, com os preços do contrato para março sendo cotados a US$ 10,31 e os de maio a US$ 10,43 por bushel.

Além da queda no preço da soja, o mercado também registrou perdas superiores a 1,5% no farelo de soja, enquanto as quedas no mercado de óleo de soja foram mais moderadas. Esses ajustes ocorrem após os aumentos intensos observados nos últimos dias, com uma leve pressão ainda proveniente da safra brasileira, embora desafios climáticos persistam em algumas regiões produtoras.

Os mapas climáticos começaram a apresentar divergências, mas todos indicam a possibilidade de chuvas em áreas do Sul do Brasil, Mato Grosso do Sul e Argentina, regiões que necessitam urgentemente dessa umidade. Apesar disso, a expectativa de melhoria climática ainda mantém certa pressão sobre os preços do grão.

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Adicionalmente, os traders estão atentos aos desenvolvimentos políticos, como a posse de Donald Trump, marcada para o dia 20 de janeiro, ao feriado do Ano Novo Lunar na China e ao comportamento do dólar, que também influenciam as negociações no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

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Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

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Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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