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Expansão da Área de Pós-Colheita na Abertura da Colheita do Arroz

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A 35ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que ocorrerá entre os dias 18 e 20 de fevereiro, na Estação Experimental Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão (RS), trará uma importante expansão na área dedicada ao pós-colheita. Esse espaço, que foi inaugurado na edição anterior do evento, se consolidará como um dos mais procurados, reunindo 11 expositores de diversos segmentos. As empresas apresentarão soluções inovadoras em áreas como armazenamento, beneficiamento, consultoria e peças voltadas à cadeia produtiva de grãos.

Para acomodar esse crescimento, foram adicionadas duas novas ruas à infraestrutura do evento, conectando-se diretamente à rua principal, onde se localiza a entrada. De acordo com Alexandre Velho, presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), essa expansão reforça a importância do setor de pós-colheita dentro da cadeia produtiva do arroz. “A área da indústria, que está cada vez maior na Abertura da Colheita, é um elo fundamental para a cadeia do arroz. Temos desde as lavouras nas Vitrines Tecnológicas até a ponta, no consumidor, mostrando uma indústria competente que utiliza alta tecnologia para oferecer alimentos de qualidade”, destaca.

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O aumento da área é resultado de uma estratégia para atrair empresas que, até recentemente, não participavam de eventos na região sul. Com a chegada desses novos expositores, o evento passará a abranger toda a cadeia produtiva do arroz, proporcionando aos visitantes uma visão abrangente do setor, desde a produção nas lavouras até a entrega ao consumidor final.

Neste ano, o tema da Abertura da Colheita será “Produção de Alimentos no Pampa Gaúcho: Uma Visão de Futuro”. O evento é promovido pela Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), com correalização da Embrapa e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/RS), e patrocinado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). Mais informações e inscrições gratuitas estão disponíveis no site oficial do evento, colheitadoarroz.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Porto do Rio de Janeiro amplia capacidade e passa a receber navios New Panamax de até 366 metros

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O Porto do Rio de Janeiro alcançou um novo patamar operacional e passou a integrar o seleto grupo de portos brasileiros aptos a receber embarcações da classe New Panamax, consideradas entre as maiores da navegação comercial mundial. O avanço foi possível após a conclusão das obras de dragagem e modernização do canal de acesso, realizadas com investimentos do governo federal, por meio do Novo PAC, e da Autoridade Portuária PortosRio.

Ao todo, os investimentos somaram R$ 163 milhões, sendo R$ 98 milhões provenientes do Novo PAC e R$ 65 milhões aportados pela PortosRio. A iniciativa amplia a capacidade logística do terminal e fortalece a competitividade do Porto do Rio de Janeiro nas rotas internacionais de comércio.

Primeiro navio New Panamax já atracou no terminal

O novo cenário operacional já começou a gerar resultados práticos. Neste mês, o porto recebeu o porta-contêineres MSC Katrina, primeira embarcação da categoria New Panamax a atracar no terminal após a conclusão das obras.

O navio, de bandeira panamenha, possui 366 metros de comprimento, 48,4 metros de largura e capacidade para transportar 14.131 TEUs — unidade equivalente a contêineres de 20 pés. A embarcação chegou ao Rio de Janeiro após passagem pelo Porto de Suape (PE) e seguiu viagem rumo ao Porto de Santos (SP).

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A operação representa um marco para a infraestrutura portuária brasileira e amplia a inserção do porto fluminense nas principais rotas globais de transporte marítimo.

Dragagem ampliou profundidade e capacidade operacional

Para permitir a operação de embarcações de grande porte, o canal de acesso ao Porto do Rio de Janeiro passou por uma ampla intervenção estrutural. As obras incluíram dragagem, melhorias na sinalização náutica e adequações operacionais.

Com a modernização, a profundidade mínima do canal foi ampliada de 15 metros para 16,2 metros, possibilitando um calado operacional de 15,3 metros. A nova configuração permite a navegação segura de navios New Panamax, categoria utilizada em operações internacionais de grande escala.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, a ampliação representa um avanço estratégico para a logística nacional.

“O recebimento de navios de maior porte marca um novo momento para o Porto do Rio de Janeiro. A medida fortalece a competitividade do terminal, amplia sua presença nas rotas internacionais e evidencia a importância dos investimentos em infraestrutura portuária no Brasil”, afirmou.

Competitividade e eficiência logística ganham força

Além de ampliar a capacidade operacional, a modernização do porto traz impactos diretos para a eficiência logística e redução de custos no comércio exterior.

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Entre os principais benefícios apontados pelo setor estão:

  • Melhoria das condições de navegabilidade e segurança;
  • Redução de restrições operacionais;
  • Aumento da previsibilidade logística;
  • Maior eficiência no fluxo de cargas;
  • Possibilidade de receber embarcações de maior capacidade;
  • Fortalecimento da competitividade brasileira no comércio internacional.

A expectativa é que o novo cenário contribua para ampliar a movimentação de cargas, atrair novas rotas marítimas e aumentar a relevância estratégica do Porto do Rio de Janeiro no sistema portuário nacional.

Grupo seleto de portos brasileiros

Com a conclusão das obras, o Porto do Rio de Janeiro passa a integrar o grupo restrito de terminais brasileiros capazes de receber navios de até 366 metros de comprimento.

Atualmente, apenas os portos de Santos (SP), Salvador (BA), Itaguaí (RJ), Paranaguá (PR) e Pecém (CE) possuem estrutura operacional semelhante para atender embarcações da categoria New Panamax.

O avanço reforça a importância dos investimentos em infraestrutura logística para ampliar a competitividade do agronegócio, da indústria e das exportações brasileiras no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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