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Exportações de Carne Bovina Totalizam 43 Mil Toneladas na Primeira Semana de Dezembro

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A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou nesta segunda-feira (9) que as exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada somaram 43.033 toneladas na primeira semana de dezembro de 2024. Em comparação, durante o mesmo mês do ano anterior, o total exportado foi de 208.440 toneladas, considerando os 20 dias úteis de dezembro de 2023.

A média diária de exportação nesta primeira semana de dezembro foi de 8,6 mil toneladas, representando uma queda de 17,4% em relação à média diária de dezembro de 2023, que alcançou 10,4 mil toneladas.

Preços em alta e receita total em queda

O preço médio da carne bovina exportada na primeira semana de dezembro foi de US$ 4.935 por tonelada, um aumento anual de 8,5% em comparação aos US$ 4.547 por tonelada registrados em dezembro do ano passado.

Apesar do aumento nos preços, a receita total obtida nesta primeira semana foi de US$ 212,393 milhões, inferior ao montante de US$ 947,877 milhões arrecadado durante todo o mês de dezembro de 2023.

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A média diária de faturamento foi de US$ 42,478 milhões, uma redução de 10,4% frente à média de US$ 47,393 milhões registrada no mesmo período do ano anterior.

Desafios no setor

Os dados refletem um cenário desafiador para as exportações de carne bovina, com queda no volume diário embarcado, mas valorização do produto no mercado internacional. Esses números serão decisivos para avaliar o desempenho das exportações brasileiras no fechamento de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de laranja 2026/27 começa com preços abaixo de 2025, apesar da menor produção

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A safra brasileira de citros 2026/27 começou com um cenário diferente do observado no ano passado. Mesmo diante da expectativa de uma produção menor, os primeiros preços negociados para a laranja estão abaixo dos registrados no início da temporada 2025/26, refletindo um mercado menos aquecido e uma postura mais cautelosa da indústria de processamento.

De acordo com levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o início da nova safra tem sido marcado por menor urgência das processadoras em adquirir matéria-prima, diferentemente do que ocorreu em julho de 2025, quando os baixos estoques de suco impulsionaram a disputa pela fruta e sustentaram as cotações em níveis historicamente elevados.

Indústrias reduzem ritmo de compra

Segundo os pesquisadores do Cepea, a dinâmica de comercialização mudou significativamente entre uma safra e outra. No ciclo anterior, a oferta limitada e a necessidade de recompor estoques fizeram com que as indústrias antecipassem negociações, elevando os preços pagos aos produtores.

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Neste ano, porém, o mercado iniciou a temporada de forma mais equilibrada, sem a mesma pressão compradora. Como resultado, as primeiras referências de preços ficaram abaixo das observadas no mesmo período de 2025, mesmo com a perspectiva de menor disponibilidade de fruta.

Primeiras negociações envolvem frutas precoces

O Cepea destaca que as cotações registradas neste início de julho ainda refletem principalmente contratos fechados anteriormente para frutas precoces e de meia-estação, além de negociações pontuais realizadas no mercado spot.

Por esse motivo, os preços atuais ainda não representam completamente o comportamento da safra 2026/27, uma vez que o volume de fruta disponível segue limitado neste começo de colheita.

Mercado deve ganhar novas referências nas próximas semanas

A expectativa é que o avanço da segunda florada e o aumento gradual do processamento industrial proporcionem um volume maior de negociações, permitindo a formação de referências de preços mais consistentes para a temporada.

Com a entrada de uma oferta mais ampla e a intensificação das atividades das indústrias, produtores e compradores terão maior clareza sobre o equilíbrio entre oferta e demanda, fator que deverá definir o comportamento das cotações ao longo dos próximos meses.

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Enquanto isso, o setor acompanha atentamente a evolução da safra, o ritmo de processamento e o mercado internacional de suco de laranja, elementos que continuarão influenciando a formação dos preços da fruta no Brasil durante a temporada 2026/27.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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