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Preços do Suíno Vivo Seguem Alta Moderada e Carcaça Suína Especial Estável no Mercado Paulista

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Os preços do suíno vivo mantêm uma tendência de alta moderada nas principais praças monitoradas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA/ESALQ). Em 22 de novembro, Minas Gerais apresentou estabilidade no preço posto, que permaneceu em R$ 10,26/kg, com uma valorização de 10,32% no acumulado do mês.

No Paraná, o preço a retirar subiu 0,10%, atingindo R$ 9,77/kg, com um aumento acumulado de 7,84% em novembro. No Rio Grande do Sul, o valor a retirar teve um avanço de 0,11%, alcançando R$ 9,49/kg, com alta de 6,63% no mês. Em Santa Catarina, o preço se manteve estável em R$ 9,72/kg, acumulando uma elevação de 9,46% até o momento. Já em São Paulo, o preço posto permaneceu em R$ 10,12/kg, com uma alta de 8% no mês.

Esses valores refletem ajustes pontuais nas condições de oferta e demanda, com preços recebidos pelos produtores à vista, conforme a análise do mercado.

A carcaça suína especial manteve-se estável em R$ 15,00/kg nos dias 21 e 22 de novembro, conforme dados do CEPEA/ESALQ. No acumulado do mês, o preço apresentou um aumento de 9,09%, evidenciando a firme demanda no mercado atacadista da Grande São Paulo. A última variação positiva foi registrada em 19 de novembro, quando o preço médio subiu 0,20%. Desde então, o mercado manteve estabilidade após uma série de ajustes ao longo do mês.

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Os valores considerados para a carcaça suína especial incluem o ICMS e refletem as condições de oferta e consumo no mercado interno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em maio e receita supera US$ 1,3 bilhão

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte ritmo de crescimento em maio de 2026, impulsionadas pela valorização da proteína animal no mercado externo e pelo avanço consistente dos embarques. Até a terceira semana do mês, o faturamento acumulado das vendas externas alcançou US$ 1,321 bilhão, superando todo o resultado obtido em maio de 2025, quando a receita somou US$ 1,134 bilhão.

O desempenho reforça a competitividade da carne bovina brasileira no comércio global e mantém o setor pecuário atento aos impactos positivos da demanda internacional sobre o mercado interno.

Preço médio da carne bovina exportada registra forte valorização

O principal fator por trás do crescimento da receita foi a expressiva valorização do preço médio pago pela carne bovina brasileira no exterior.

Até a terceira semana de maio de 2026, a tonelada da proteína exportada foi negociada, em média, a US$ 6.492,4. No mesmo período do ano passado, o valor médio era de US$ 5.202,2 por tonelada.

A alta demonstra maior valorização da carne brasileira nos mercados compradores e amplia a rentabilidade das exportações realizadas pelos frigoríficos nacionais.

Outro indicador que reforça o bom momento do setor é a receita média diária. Em maio deste ano, o faturamento diário das exportações chegou a US$ 88,072 milhões, avanço de 63,1% em relação aos US$ 54,005 milhões registrados em maio de 2025.

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Embarques de carne bovina mantêm ritmo acelerado

Além da valorização dos preços, o volume exportado também segue elevado em 2026.

Até a terceira semana de maio, o Brasil embarcou 203,480 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada. O volume já se aproxima do total exportado durante todo o mês de maio do ano passado, quando os embarques fecharam em 218,003 mil toneladas.

Na média diária, os embarques atingiram 13,565 mil toneladas em maio de 2026, acima das 10,381 mil toneladas por dia registradas no mesmo período de 2025.

O desempenho confirma a continuidade da demanda internacional aquecida pela proteína brasileira, mesmo diante de um cenário global ainda marcado por oscilações econômicas e custos elevados de produção em diferentes países.

Demanda externa fortalece pecuária brasileira

A valorização da carne bovina exportada impacta diretamente toda a cadeia pecuária nacional. Com maior rentabilidade nas vendas externas, os frigoríficos exportadores tendem a intensificar a demanda por animais prontos para abate no mercado interno.

O movimento é acompanhado de perto pelos pecuaristas, já que o mercado internacional exerce forte influência sobre os preços do boi gordo e sobre a dinâmica de compra da indústria frigorífica.

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Além disso, o aumento do valor agregado da proteína brasileira reforça a posição do Brasil entre os principais fornecedores mundiais de carne bovina, sustentado pela escala de produção, competitividade e capacidade de atender grandes mercados consumidores.

Mercado acompanha fechamento das exportações de maio

O setor pecuário segue atento ao desempenho das exportações nas próximas semanas, já que o fechamento completo de maio poderá consolidar um dos melhores resultados recentes para a carne bovina brasileira.

A expectativa do mercado é de continuidade da demanda externa firme ao longo de 2026, especialmente diante da necessidade global de abastecimento regular de proteínas animais.

Com preços mais altos e embarques em ritmo forte, a carne bovina brasileira mantém protagonismo no comércio internacional e fortalece a geração de receita para a cadeia exportadora do agronegócio nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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