O certificado foi oferecido à primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, nesta quinta-feira (07/11), no Mundial Profissional em Abu Dhabi, pela World Parajiu-jitsu Federation (WPJJF) e pela Federação Brasileira de Jiu-jitsu Paradesportivo (FBJJP). A entrega foi realizada pelo presidente da FBJJP, Elcirley Luz, pelo vice-presidente Mário Édson – Cowboy, e, representando a WPJJF, Sérgio Omizolo.
O secretário de Cultura, Esporte e Lazer, David Moura, também participou da homenagem e destacou a honra de estar na missão junto com a primeira-dama Virginia Mendes, com o apoio do governador Mauro Mendes.
“A responsabilidade e o compromisso que a primeira-dama Virginia Mendes tem com o social são notáveis e admiráveis, pois ela nos inspira, dia após dia, a trabalhar e desenvolver ações que realmente fazem a diferença na vida das pessoas”, afirmou David Moura.
O Selo da Inclusão é o reconhecimento pela dedicação da primeira-dama Virginia Mendes ao Parajiu-jitsu, uma categoria que busca vaga nas Paralimpíadas. Em Mato Grosso, o programa SER Família Inclusivo, gerenciado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), tem apoiado a evolução desta categoria no Estado.
“Por sua dedicação extraordinária e conquistas em prol da inclusão de pessoas com deficiência, temos orgulho de apresentar este prêmio à primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, em reconhecimento à sua notável contribuição”, destacaram os membros das Federações.
“Foi uma grande honra receber a senhora em nosso evento, e com certeza iremos fortalecer ainda mais os nossos projetos”, reforçou Sérgio Omizolo.
Outro trecho do prêmio estabelece que este selo é o número 00 de uma série limitada de prêmios dedicados àqueles que promovem ações de inclusão em diversas áreas, como acessibilidade, responsabilidade social, saúde e bem-estar.
Virginia Mendes expressou a emoção de receber o prêmio e agradeceu a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento do Parajiu-jitsu em Mato Grosso e no mundo.
“Não tenho palavras para agradecer tanto reconhecimento, mas eu não estaria aqui se não fosse o apoio do Governo do Estado, do secretário David na Secel, da secretária Grasi na Setasc, da minha equipe na UNAF, que me ajudam e apoiam em tudo o que faço, e especialmente do meu querido amigo Elcirley”, agradeceu Virginia Mendes.
“Estou retornando para Mato Grosso com uma bagagem de conhecimento. Tanto aqui em Abu Dhabi quanto na Grécia, eu e minha equipe aprendemos muito, e vamos replicar tudo isso para que todos conheçam o impacto do Parajiu-jitsu na vida das pessoas com deficiência, especialmente aquelas que enfrentam depressão, transtornos ou estão em reabilitação, como vimos nos testemunhos de soldados de guerra e outros casos”, observou a primeira-dama do Estado.
Também participaram da entrega paratletas de Mato Grosso e de outros países, como Ucrânia, Estados Unidos e Inglaterra.
A Polícia Civil está realizando, nesta quarta e quinta-feira (13 e 14.5), a terceira edição do Seminário de Investigação de Delitos Cometidos Contra Mulheres por Razão de Gênero, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplag).
O encontro visa aprimorar técnicas de investigação e qualificar os policiais civis para atuar em casos com perspectiva de gênero desde o primeiro acolhimento, com o pedido de medidas protetivas.
“O objetivo dessa capacitação é alcançar diversos policiais plantonistas do Estado de Mato Grosso, buscando capacitar a Polícia Civil para oferecer um atendimento adequado, humanizado, para que nossas assistidas, ao entrar nas delegacias, recebam um atendimento padronizado e eficiente”, afirmou a coordenadora de Enfrentamento à Violência Contra a Mulher e Vulneráveis, Judá Maali Pinheiro Marcondes.
A secretária de Segurança de Mato Grosso, coronel Susane Tamanho, esteve presente na solenidade de abertura do seminário, e falou sobre a importância da sensibilidade dos servidores que trabalham com a violência contra a mulher.
“Não adianta a gente ter os melhores investimentos, os melhores equipamentos, a melhor tecnologia, se a gente não tiver essa sensibilidade no primeiro atendimento. Vocês são responsáveis por muitas das vezes mudar o curso da vida daquela mulher. A gente sabe que não é somente um problema de segurança, é um problema da sociedade como um todo, mas recai onde? Na segurança. A pessoa, quando se vê em perigo, procura a segurança. Então, nós somos, talvez, a última esperança, a última voz que aquela mulher vai ter para poder ter a sua integridade preservada”, disse a secretária.
A chefe do Gabinete de Enfrentamento a Violência de Gênero Contra a Mulher, delegada Mariell Antonini, reforçou que os papéis da Polícia Civil de fazer o primeiro atendimento e de conduzir uma investigação qualificada são muito importantes.
“Hoje se usa muito a Inteligência Artificial, mas o que não pode ser substituído no nosso dia a dia é o atendimento qualificado. Isso o computador não vai poder fazer por nós, nós temos que fazer o atendimento, ter o cuidado com o local de crime, a coleta qualificada de elementos investigativos, tudo isso é providência que depende dos profissionais que atuam nessa pauta do enfrentamento à violência contra a mulher e a Polícia Civil tem esse papel primordial de ser a porta de entrada em que as vítimas comumente recorrem”, afirmou a delegada.
Mariell afirmou que um dos motivos da capacitação ser realizada é para que os policiais compreendam essa necessidade de atender bem e evoluir na investigação. O que foi enfatizado pela delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel.
“Nós estamos aqui reunidos para entender e buscar como melhor investigar, para nós alcançarmos, enfim, a diminuição desses números assustadores que nós temos hoje na nossa sociedade. A missão constitucional da Polícia Judiciária Civil é investigar crimes, nós temos um papel muito importante nesse cenário, e eu confio muito que a investigação bem conduzida começa já no primeiro atendimento, quando nós atendemos a vítima lá no plantão, quando nós tomamos cuidado para preservar os vestígios, quando nós temos esse primeiro olhar desde a entrada da vítima na delegacia, o olhar sensível e investigativo”, declarou a delegada-geral.
Ao todo, 127 policiais, entre investigadores, escrivães e delegados, das 15 regionais do Estado, participam do seminário, que terá oito palestras e certificação de 12 horas.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.
Utilizamos cookies essenciais e tecnologias semelhantes de acordo com a nossa Política de Privacidade e, ao continuar navegando, você concorda com estas condições.