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Híbrido de milho T1508 da TEVO atinge produtividade recorde no Mato Grosso do Sul

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Uma pesquisa realizada pela Fundação MS, especializada em tecnologias agropecuárias no Mato Grosso do Sul, destacou o híbrido de milho T1508, da TEVO — marca da LongPing High-Tech — como uma das sementes mais produtivas da safrinha de 2024. O estudo revelou que o híbrido atingiu uma impressionante produtividade de 157 sacas por hectare, consolidando-se como uma das opções mais promissoras do mercado, apesar de sua recente introdução, há apenas dois anos.

Os dados da pesquisa evidenciam o alto desempenho do T1508, que se destacou pelo excelente controle de enfezamento (NE) e pelo elevado peso de mil grãos, fatores que potencializam sua produtividade. Versátil, o T1508 pode ser utilizado tanto para a produção de grãos quanto para silagem, características que aumentam sua viabilidade nas propriedades agrícolas. Suas folhas semi-eretas e raízes profundas oferecem maior estabilidade, adaptando-se a diferentes tipos de solo e condições climáticas adversas. Além disso, o híbrido mantém-se verde até a colheita e é resistente ao Complexo de Molicutes e Viroses (CMV), importante diante de desafios como a escassez hídrica.

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“A performance do T1508, evidenciada no estudo da Fundação MS, reflete o compromisso da TEVO com inovação e qualidade. Ele se consolida como uma solução eficiente para os produtores, reforçando o papel da TEVO em entregar resultados consistentes em um mercado altamente competitivo”, declarou Aldenir Sgarbossa, presidente da LongPing High-Tech.

Recomendado para cultivo nas regiões de Safrinha, Tropical Sul, Centro-Leste, Centro-Oeste e Norte, o híbrido oferece amplas oportunidades de rendimento e desempenho, consolidando a TEVO como uma referência em excelência agrícola e inovação no agronegócio brasileiro.

O T1508 também foi selecionado para o Concurso de Produtividade, promovido pela LongPing High-Tech, que distribuirá mais de R$ 10 milhões em prêmios. A competição, que acontecerá durante a safra de verão 2024/2025 e a safrinha de 2025, premiará os agricultores com os melhores resultados no campo, reforçando ainda mais o compromisso da empresa com o incentivo à produtividade agrícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em 2026 e ANEC projeta embarques acima de 108 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026 e caminham para um dos maiores desempenhos da história do agronegócio nacional. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais apontam que os embarques da oleaginosa devem superar 108 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo o Brasil como principal fornecedor global do grão.

O levantamento “Shipment Flow Week 18/2026”, elaborado com base em informações da Cargonave, mostra avanço consistente das exportações de soja, farelo de soja, milho e derivados ao longo dos primeiros meses do ano.

Soja brasileira deve ultrapassar 108 milhões de toneladas exportadas

Segundo a ANEC, as exportações brasileiras de soja devem atingir 108,68 milhões de toneladas em 2026, considerando a programação atual de embarques.

Somente em maio, os embarques da oleaginosa foram estimados em aproximadamente 15,99 milhões de toneladas, acima do volume registrado no mesmo período do ano passado.

Os números reforçam o forte ritmo das exportações brasileiras mesmo diante das oscilações do mercado internacional e da maior concorrência global.

Entre janeiro e abril, os volumes embarcados já demonstraram crescimento expressivo em relação ao ano anterior, especialmente nos meses de abril e maio.

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China concentra 70% das compras de soja do Brasil

A China segue como principal destino da soja brasileira em 2026.

De acordo com a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da oleaginosa brasileira entre janeiro e abril deste ano.

Na sequência aparecem mercados como:

  • Espanha (4%);
  • Turquia (4%);
  • Tailândia (3%);
  • Paquistão (2%);
  • Argélia (2%).

O domínio chinês reforça a importância da demanda asiática para o agronegócio brasileiro e para o equilíbrio das exportações nacionais.

Farelo de soja registra crescimento nos embarques

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026.

A ANEC projeta exportações de 10,66 milhões de toneladas do derivado no acumulado do ano até maio, acima do registrado em igual período de 2025.

Entre os principais compradores do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia (20%);
  • Tailândia (10%);
  • Irã (10%);
  • Holanda (9%);
  • Polônia (7%).

O avanço nas vendas externas reforça a competitividade da indústria brasileira de processamento de soja.

Exportações de milho também avançam em 2026

O milho brasileiro mantém crescimento nas exportações, mesmo com volumes ainda abaixo do pico histórico recente.

Segundo a ANEC, os embarques do cereal somaram 5,78 milhões de toneladas até maio de 2026.

Os principais destinos do milho brasileiro no período foram:

  • Egito (27%);
  • Vietnã (22%);
  • Irã (19%);
  • Argélia (9%);
  • Malásia (5%).
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A demanda internacional segue sustentada principalmente por países do Oriente Médio, Norte da África e Sudeste Asiático.

Portos do Arco Norte ampliam participação nos embarques

Os dados da ANEC também mostram a crescente relevância dos portos do Arco Norte nas exportações brasileiras.

Portos como Barcarena, Santarém, Itaqui e Itacoatiara registraram volumes expressivos de embarques de soja e milho durante a semana analisada.

O Porto de Santos continua liderando a movimentação nacional, seguido por Paranaguá e os terminais do Norte do país.

A expansão logística nessas regiões vem contribuindo para reduzir custos de escoamento e aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Mercado acompanha demanda global e logística brasileira

O cenário das exportações brasileiras segue sendo acompanhado de perto por tradings, produtores e agentes do mercado internacional.

A combinação entre demanda aquecida da China, recuperação da logística portuária e grande oferta brasileira mantém o país em posição estratégica no comércio global de grãos.

Ao mesmo tempo, o mercado monitora fatores como câmbio, custos logísticos, clima e demanda internacional, que continuarão influenciando o ritmo dos embarques ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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