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Governo de Goiás Anuncia Resultado Definitivo do PAA Leite 2024

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Na última terça-feira, 22, o Governo de Goiás divulgou o resultado definitivo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) específico para a cadeia láctea, denominado PAA Leite. A responsabilidade pela seleção dos fornecedores coube à Emater Goiás, que recebeu oito cadastros, dos quais sete organizações foram classificadas.

O presidente da Emater Goiás, Rafael Gouveia, expressou satisfação com os resultados, destacando a importância do PAA Leite para o fortalecimento da agricultura familiar e o aumento da renda dos produtores, além de contribuir para o crescimento do agronegócio no estado.

As propostas classificadas beneficiarão sete municípios goianos: Bela Vista de Goiás, Jataí, Aragoiânia, Ipameri, Sanclerlândia, Luziânia e Silvânia, com a aquisição total de aproximadamente 1,14 milhões de litros de leite. Esta é a primeira edição do programa na modalidade de Incentivo à Produção e ao Consumo de Leite.

Conforme estipulado no edital, o governo de Goiás realizará a compra do leite, que, após o beneficiamento, será destinado a unidades recebedoras e diretamente a consumidores beneficiários. Com um orçamento de R$ 10 milhões, o programa destina-se a adquirir leite integral de produtores para atender mais de 17 mil famílias em situação de vulnerabilidade social. Os recursos para a execução do PAA Leite 2024 são oriundos do Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás (Protege Goiás).

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Nesta nova fase, a Emater Goiás será responsável por elaborar o calendário de entregas do PAA Leite às entidades indicadas pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG). As organizações fornecedoras classificadas deverão iniciar a entrega dos produtos somente após receberem formalmente a Ordem de Fornecimento, que será emitida pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

PAA Leite 2024

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dólar volta a subir acima de R$ 5 na abertura e mercado acompanha tensão externa e cenário político no Brasil

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O mercado financeiro brasileiro iniciou esta terça-feira (19) em clima de cautela, com o dólar retomando força frente ao real e o Ibovespa operando pressionado pelo ambiente externo e pelas incertezas políticas domésticas.

Na abertura do pregão, o dólar à vista avançava cerca de 0,43%, sendo negociado na faixa de R$ 5,02, após encerrar a sessão anterior abaixo do patamar psicológico de R$ 5,00. Já os contratos futuros da moeda norte-americana também registravam valorização na B3, refletindo a maior aversão ao risco dos investidores.

O movimento acompanha a valorização global do dólar diante das preocupações envolvendo as negociações entre Estados Unidos e Irã, além da continuidade das tensões geopolíticas no Oriente Médio, fatores que elevam a busca internacional por ativos considerados mais seguros.

No cenário doméstico, investidores seguem monitorando os desdobramentos políticos e eleitorais no Brasil. Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta manhã mostrou mudanças no cenário da disputa presidencial, aumentando a volatilidade nos ativos brasileiros e ampliando a cautela no mercado financeiro.

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O Banco Central também entrou no radar dos operadores ao anunciar leilão de 50 mil contratos de swap cambial tradicional para a rolagem do vencimento de junho, estratégia utilizada para dar liquidez ao mercado e suavizar movimentos bruscos no câmbio.

Ibovespa sente pressão do exterior e da política

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, abriu a sessão em compasso de espera após fechar o pregão anterior em leve queda de 0,17%, aos 176.976 pontos. No acumulado do mês, o índice ainda apresenta retração superior a 5%, embora mantenha valorização próxima de 10% em 2026.

Além do cenário político interno, os investidores acompanham o desempenho das bolsas internacionais. Em Wall Street, os índices futuros operavam em baixa nesta manhã, pressionados principalmente pelo setor de tecnologia e pelo aumento das tensões globais.

As commodities também seguem no foco do mercado. O petróleo Brent recuava no exterior, mas ainda permanece em níveis elevados, acima dos US$ 110 por barril, sustentando preocupações com inflação global e impacto nos custos de produção e logística.

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Dólar acumula queda no ano, apesar da volatilidade recente

Mesmo com a alta desta terça-feira, o dólar ainda acumula queda próxima de 9% frente ao real em 2026, refletindo o diferencial de juros do Brasil, a entrada de capital estrangeiro e o desempenho das commodities ao longo do ano.

Confira os principais indicadores atualizados do mercado:

  • Dólar
    • Cotação na abertura: cerca de R$ 5,02
    • Acumulado da semana: -1,37%
    • Acumulado do mês: +0,93%
    • Acumulado do ano: -8,94%
  • Ibovespa
    • Último fechamento: 176.976 pontos
    • Acumulado da semana: -0,17%
    • Acumulado do mês: -5,52%
    • Acumulado do ano: +9,84%

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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