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Preço do Milho Cai no Início da Semana com Pressão da Colheita Americana

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Na manhã desta segunda-feira (28), os preços futuros do milho iniciaram a semana em queda tanto na Bolsa Brasileira (B3) quanto na Bolsa de Chicago (CBOT), acompanhando a pressão gerada pela colheita nos Estados Unidos. Na B3, as principais cotações variavam entre R$ 72,19 e R$ 75,50 por volta das 9h42 (horário de Brasília).

Os contratos com vencimento em novembro de 2024 registraram preço de R$ 72,19, com recuo de 0,50%. Já os vencimentos para janeiro e março de 2025 foram cotados a R$ 75,20 e R$ 75,50, com quedas de 0,58% e 0,54%, respectivamente.

Mercado Externo

Em Chicago, as negociações também abriram em baixa. O contrato para dezembro de 2024 foi cotado a US$ 4,13, com perda de 1,75 pontos. O vencimento para março de 2025 estava em US$ 4,27, e os contratos para maio e julho de 2025 eram negociados a US$ 4,35 e US$ 4,40, ambos com queda de 1,50 pontos.

De acordo com o portal internacional Successful Farming, a queda nos preços futuros dos grãos reflete o avanço da colheita nos Estados Unidos, o que aumenta a oferta e pressiona os preços das commodities. Além disso, as recentes chuvas em algumas regiões do Brasil também influenciam o mercado, contribuindo para a expectativa de um bom desempenho da próxima safra.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Mato Grosso bate recorde no esmagamento de soja em maio e exportações de derivados avançam 41,8%

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O estado de Mato Grosso registrou um novo recorde no esmagamento de soja em maio de 2026, consolidando o avanço da agroindústria no principal polo produtor do país. Os dados são do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgados na segunda-feira (15).

O volume processado chegou a 1,28 milhão de toneladas, alta de 6,98% em relação a abril e crescimento de 3,22% na comparação com maio de 2025.

O desempenho reforça o fortalecimento da cadeia da soja no estado, especialmente em um cenário de maior demanda por derivados e expansão da indústria de biodiesel.

Demanda por óleo de soja e biodiesel sustenta recorde de processamento

Segundo o Imea, o avanço no esmagamento foi impulsionado pela maior utilização da capacidade instalada das indústrias, além do aumento da demanda externa por óleo de soja e do crescimento do setor de biodiesel.

Esses fatores contribuíram para manter o ritmo elevado de processamento da oleaginosa, consolidando maio como o mês de maior volume já registrado no estado.

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Exportações de derivados de soja sobem 41,8%

O aumento na produção também refletiu diretamente nas exportações. Mato Grosso exportou 21,69 mil toneladas de derivados de soja em maio, volume 41,80% superior ao registrado em abril.

O desempenho foi puxado principalmente pelo óleo de soja, que segue com forte demanda no mercado internacional e no setor energético, especialmente na produção de biodiesel.

Rentabilidade da indústria sofre pressão com custos e preços

Apesar do cenário positivo em volume e exportações, o setor industrial enfrentou pressão sobre as margens de esmagamento ao longo do mês.

De acordo com o Imea, a valorização de 1,18% da soja em grão, somada à queda nos preços dos coprodutos, reduziu a rentabilidade das indústrias processadoras.

Como resultado, a margem bruta de esmagamento recuou 7,82% na comparação mensal, encerrando maio com média de R$ 639,84 por tonelada processada.

Setor segue forte, mas com atenção à rentabilidade

O recorde no processamento reforça a importância de Mato Grosso na agroindústria da soja, enquanto o crescimento das exportações de derivados evidencia a competitividade do estado no mercado internacional.

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Por outro lado, a queda na margem industrial indica um cenário de maior pressão de custos, que deve seguir no radar do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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