Cuiabá

Dídimo Vovô propõe projeto que torna obrigatório a presença de monitor no transporte escolar

Publicado em

22/10/2024
Dídimo Vovô propõe projeto que torna obrigatório a presença de monitor no transporte escolar
O vereador por Cuiabá, Dídimo Vovô (PSB), propôs o projeto de lei que busca tornar obrigatório a presença de monitor maior de 18 anos nos veículos utilizados para o serviço de transporte escolar de alunos com até 10 anos no sistema municipal de ensino.&nbsp
Conforme consta na proposta, o monitor permanecerá no veículo durante todo o trajeto, tendo a função de orientar os estudantes no embarque e desembarque, e a realização de ações que garantam a proteção dos menores.&nbsp
Na justificativa do texto, o vereador argumentou que o Estado tem o dever de garantir o direito a uma educação de qualidade, oferecendo aos alunos adequado acesso à escola, isto é, escola próxima de suas residências e transporte escolar digno e seguro.
“Os Monitores de Transporte Escolar desempenharão papel fundamental na supervisão do comportamento dos estudantes, garantindo um ambiente seguro e propício ao deslocamento para as instituições de ensino. Além disso, a criação desses cargos representa uma iniciativa de geração de empregos locais, contribuindo para o desenvolvimento econômico da comunidade”, justificou o parlamentar.
Ele acrescentou que a medida que institui a obrigatoriedade da presença de monitores irá fomentar a geração de empregos locais, desenvolvendo a economia – a meta é a realização de concurso ou processo seletivo. As despesas decorrentes da execução da lei serão de competência do Executivo.
Caso tenha o parecer e a matéria aprovada em primeira e segunda votação, o texto deve ir à sanção ou veto do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).
Secom&nbsp

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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Cuiabá

Dra. Mara cobra transparência e pressiona revisão de tarifas no saneamento de Cuiabá

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Marcely Alves | Assessoria da vereadora Dra. Mara 
A vereadora Dra. Mara (Podemos) participou, na última sexta-feira (24), de uma reunião técnica na Câmara Municipal de Cuiabá e reforçou a cobrança por transparência e equilíbrio na revisão do contrato de saneamento da capital. 
O encontro contou com a presença da presidente da Casa, a vereadora Paula Calil (PL), além de representantes de órgãos e instituições ligadas ao setor.
Participaram da reunião a concessionária Águas Cuiabá, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a agência reguladora e pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso, por meio do Niesa UFMT.
O foco do encontro foi a revisão ordinária do contrato com a Águas Cuiabá, com ênfase nas tarifas de água e esgoto um tema sensível que, segundo a parlamentar, exige respostas claras e medidas concretas.
Durante a reunião, Dra. Mara questionou critérios de cobrança, custos operacionais e a qualidade dos serviços prestados. Para ela, o debate não pode ficar restrito ao campo técnico e precisa refletir a realidade de quem paga a conta todos os meses.
“Não dá para tratar um serviço essencial com superficialidade. As tarifas pesam no bolso da população e precisam ser justificadas com transparência e responsabilidade. Quem paga a conta merece respeito,” afirmou.
A vereadora reforçou o papel do Legislativo no processo. 
“Fiscalizar não é opção, é obrigação. Nosso dever é acompanhar de perto, cobrar e garantir que o interesse da população esteja acima de qualquer contrato,” disse.
Para Dra. Mara, o momento exige mais do que discussões. 
“Não basta reunião, não basta discurso. A população quer resultado: serviço de qualidade e tarifas justas. Quem está na ponta não pode continuar pagando por falhas do sistema, “pontuou.
A presidente da Câmara, Paula Calil, também destacou a importância do debate institucional.
“A Câmara está cumprindo seu papel ao promover esse diálogo. É fundamental garantir transparência e equilíbrio em um tema que impacta diretamente a vida das pessoas,” afirmou.
Ao final, Dra. Mara reforçou que seguirá acompanhando o tema.
“Vamos continuar cobrando. Saneamento não é favor, é direito  e direito precisa ser respeitado,” concluiu.
As discussões devem subsidiar as próximas etapas da revisão contratual, que segue em análise com acompanhamento do Legislativo.

Fonte: Câmara de Cuiabá – MT

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