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Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga Retorna ao Parque da Água Branca Após 16 Anos

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A 46ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga promete ser um dos principais eventos nas celebrações dos 90 anos da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM). De 27 de setembro a 6 de outubro, o evento retornará ao Parque da Água Branca, em São Paulo, reconhecido como o berço da equinocultura brasileira. Após 16 anos de ausência neste local, a exposição busca reviver as raízes da raça e oferecer uma comemoração condizente com sua tradição e relevância.

Fernando Tardioli, presidente da ABCCRM, ressalta que este retorno simboliza uma fusão entre passado e futuro. “A 46ª Exposição Nacional do Cavalo Mangalarga será um dos pontos altos das comemorações dos 90 anos da Associação. Retornar ao Parque da Água Branca, na capital paulista, é uma forma de resgatar nossas origens e realizar uma celebração digna da raça e da entidade. Estes 90 anos representam a consolidação de um legado que continuará a evoluir”, afirma Tardioli.

Investimentos e Geração de Empregos

Com um investimento de R$ 1,5 milhão, a exposição contará com uma programação rica e variada, que incluirá julgamentos simultâneos de Marcha e Morfologia, provas de Maneabilidade, e a participação de escolas e entidades de classe. Além disso, o evento contará com uma praça de alimentação e restaurantes, aproveitando todos os atrativos oferecidos pelo parque. Segundo a ABCCRM, a expectativa é que o evento gere aproximadamente 1.000 empregos diretos e indiretos, sublinhando o impacto econômico e cultural da criação do Mangalarga no Brasil.

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Tradição e Excelência Genética

Ao longo de sua história, a raça Mangalarga foi formada por animais emblemáticos que deixaram sua marca na criação brasileira, tornando-se símbolos de excelência genética e tradição. O primeiro animal considerado padrão, conhecido como ‘Colorado’, estabeleceu as bases da raça, cuja linhagem continua a ser referência até hoje. Na década de 1970, ‘Turbante JO’ também se destacou como um dos principais reprodutores, influenciando significativamente a evolução da raça. Neste contexto, a ABCCRM reafirma seu compromisso com a preservação dessa herança e com a projeção do futuro da Associação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Porto de Itaqui fortalece o Arco Norte e amplia competitividade das exportações do agronegócio brasileiro

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O Porto de Itaqui, localizado em São Luís (MA), consolida sua posição como principal hub logístico do Arco Norte e uma das mais importantes portas de entrada e saída do comércio exterior brasileiro. Responsável por conectar a produção agrícola do Centro-Oeste e do MATOPIBA aos mercados globais, o complexo desempenha papel estratégico tanto na importação de fertilizantes quanto na exportação de soja, milho e outras commodities.

Considerado o quarto maior porto público do Brasil, Itaqui é hoje o principal corredor logístico do Arco Norte, região que já responde por aproximadamente 38% das exportações da safra nacional e vem ganhando protagonismo na logística do agronegócio brasileiro.

Localização estratégica reduz distâncias e custos para exportação

A posição geográfica privilegiada do porto maranhense permite encurtar significativamente as rotas marítimas entre o Brasil e importantes mercados consumidores da Europa, América do Norte e Ásia.

Essa vantagem logística reduz o tempo de transporte, otimiza custos operacionais e aumenta a competitividade dos produtos brasileiros no cenário internacional, especialmente das commodities agrícolas produzidas no Centro-Oeste e na região do MATOPIBA, formada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, a consolidação do Arco Norte representa uma transformação estrutural na logística nacional.

“O Arco Norte deixou de ser uma promessa para se tornar um eixo fundamental da competitividade brasileira. O Porto de Itaqui oferece eficiência operacional, reduz gargalos logísticos e amplia as alternativas de escoamento da produção nacional”, destacou.

Arco Norte ganha protagonismo no escoamento da safra brasileira

O Arco Norte reúne os estados do Maranhão, Pará, Amazonas, Amapá e Rondônia, formando uma das mais importantes fronteiras logísticas do país.

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Nos últimos anos, a região tornou-se estratégica para o transporte da produção agrícola brasileira, especialmente diante do crescimento da safra de grãos no Centro-Oeste e da necessidade de diversificação das rotas de exportação.

Dentro desse cenário, o Porto de Itaqui se diferencia por suas condições naturais favoráveis. O complexo conta com profundidades que variam entre 12 e 26 metros, permitindo a atracação de embarcações de grande porte e aumentando a eficiência das operações de carga e descarga.

Além das características naturais, investimentos constantes em tecnologia, infraestrutura e sustentabilidade têm fortalecido a capacidade operacional do terminal.

Integração ferroviária amplia eficiência logística

Um dos principais diferenciais do Porto de Itaqui é sua integração multimodal, que conecta diferentes modais de transporte e garante maior previsibilidade ao fluxo de mercadorias.

O complexo está ligado diretamente a importantes corredores ferroviários do país, entre eles:

  • Ferrovia Transnordestina (FTL), com mais de 4,2 mil quilômetros de extensão;
  • Estrada de Ferro Carajás (EFC), fundamental para o transporte de minérios e celulose;
  • Ferrovia Norte-Sul, considerada uma das principais conexões logísticas entre as regiões Centro-Oeste, Sudeste e Norte do Brasil.

Essa estrutura permite maior eficiência no escoamento de grãos, minérios, celulose e outros produtos destinados ao mercado externo, além de facilitar a chegada de fertilizantes, combustíveis e insumos essenciais para o agronegócio.

Investimentos de R$ 1,3 bilhão garantem expansão até 2051

Para sustentar o crescimento das operações, o Ministério de Portos e Aeroportos e o Governo do Maranhão renovaram antecipadamente a concessão da gestão portuária pela Empresa Maranhense de Administração Portuária (EMAP) até 2051.

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A medida assegura um plano de investimentos de R$ 1,3 bilhão destinado à ampliação da infraestrutura e ao aumento da capacidade operacional do complexo.

Além disso, investimentos privados continuam sendo direcionados ao porto. Um dos destaques é o aporte de R$ 221,5 milhões previsto pela Vale para modernização do terminal de cobre até 2030, fortalecendo ainda mais a estrutura logística da região.

Porto movimenta economia e gera milhares de empregos

Além da relevância para a balança comercial brasileira, o Porto de Itaqui exerce papel fundamental no desenvolvimento econômico regional.

Sua cadeia produtiva envolve operadores logísticos, importadores, exportadores, transportadoras, fornecedores de insumos e distribuidoras de combustíveis, formando um amplo ecossistema de negócios.

A atividade portuária gera milhares de empregos diretos e indiretos, beneficiando trabalhadores portuários, prestadores de serviços e diversos segmentos da economia local.

As operações são acompanhadas por órgãos reguladores e fiscalizadores como Antaq, Receita Federal, Polícia Federal, Anvisa e Vigiagro, garantindo segurança, conformidade e eficiência ao fluxo de mercadorias.

Com localização estratégica, integração multimodal e um robusto plano de investimentos, o Porto de Itaqui se consolida como um dos principais pilares logísticos do agronegócio brasileiro e peça-chave para a expansão das exportações nacionais nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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