AGRONEGÓCIO

Paraná Se Destaca com 25 Municípios da Cocari Entre os 35 com VBP Superior a R$ 1 Bilhão

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O estado do Paraná vive um momento de grande relevância em sua produção agropecuária, com 35 municípios alcançando um Valor Bruto da Produção (VBP) superior a R$ 1 bilhão. Essa métrica é calculada a partir do volume financeiro gerado pela agricultura e pecuária brasileira, considerando a variação de preços e a quantidade estimada de produção. Dentre esses municípios, 25 estão localizados na área de atuação da Cocari, evidenciando a força e a importância do agronegócio na região.

Entre os municípios que se destacam estão: Mandaguari, Bom Sucesso, Borrazópolis, Cambira, Cruzmaltina, Faxinal, Godoy Moreira, Imbituva, Itambé, Ivaí, Jandaia do Sul, Kaloré, Lunardelli, Marialva, Marilândia do Sul, Marumbi, Novo Itacolomi, Ortigueira, Paranaguá, Ponta Grossa, Prudentópolis, Rio Branco do Ivaí, Rosário do Ivaí, São Pedro do Ivaí e Teixeira Soares. Essas informações foram divulgadas em um relatório do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), com dados publicados em agosto de 2023.

O VBP total do Paraná em 2023 atingiu a impressionante cifra de R$ 198,02 bilhões. Segundo Natalino Avance de Souza, secretário da Agricultura e do Abastecimento, esses números demonstram que os produtores rurais estão aproveitando cada vez mais as oportunidades de crescimento, resultando em geração de emprego e renda no campo. Com muito trabalho e dedicação, os municípios se destacam em diversos segmentos, incluindo agricultura, pecuária, avicultura e silvicultura.

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Os principais motores desse crescimento foram a soja e a avicultura, setores fundamentais para a Cocari. A produção recorde de soja em 2023 contribuiu significativamente para o aumento do faturamento nos municípios. No setor avícola, a expansão dos abates e o crescimento na comercialização de pintinhos para recria e engorda foram essenciais para sustentar o sucesso do segmento. Ortigueira, situada na região dos Campos Gerais, exemplifica essa realidade, onde a produção de frango para reprodução (R$ 252,79 milhões) e a soja (R$ 247,65 milhões) representam cerca de metade do VBP do município.

O levantamento do VBP no Paraná abrange cerca de 350 culturas, incluindo produtos da agricultura, pecuária, piscicultura, silvicultura, extrativismo vegetal, olericultura, fruticultura e até plantas aromáticas e ornamentais. Um dado relevante é que a produção pecuária manteve sua liderança na formação do VBP pelo segundo ano consecutivo, respondendo por 49% do valor gerado pelas propriedades rurais do estado em 2023, totalizando R$ 96,63 bilhões. Por sua vez, a agricultura, de maneira geral, foi responsável por 46,5% do faturamento bruto, acumulando R$ 92,14 bilhões, mostrando uma recuperação em relação às dificuldades enfrentadas em 2022.

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A análise dos números revela um cenário promissor para o agronegócio paranaense. Com municípios dinâmicos e setores em crescimento consolidado, o futuro se apresenta repleto de oportunidades e conquistas para os produtores rurais, enriquecendo ainda mais a história da agricultura no estado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Feijão carioca reage no fim de abril com oferta restrita e disputa por qualidade, aponta Cepea

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O mercado de feijão carioca encerrou abril com recuperação nas cotações, impulsionada por uma combinação de oferta mais restrita e aumento na demanda por lotes de melhor qualidade. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostram que o comportamento dos preços foi marcado por dois momentos distintos ao longo do mês.

Primeira quinzena pressionada

Na primeira metade de abril, os preços do feijão carioca registraram queda. Segundo pesquisadores do Cepea, o movimento foi influenciado pela dificuldade de atacadistas e varejistas em repassar os custos ao consumidor final, além de uma postura mais cautelosa por parte dos compradores.

Esse cenário resultou em menor liquidez no mercado e pressão negativa sobre as cotações.

Reação na segunda metade do mês

Já na segunda quinzena, o mercado apresentou uma virada. A redução na oferta disponível, aliada à necessidade de recomposição de estoques por parte dos compradores, intensificou a disputa por lotes de maior qualidade.

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Como consequência, os preços reagiram de forma consistente, especialmente para grãos com padrão superior.

Apesar dessa recuperação no fim do mês, a média mensal do feijão carioca ficou abaixo da observada em março, refletindo o desempenho mais fraco das primeiras semanas.

Feijão preto segue pressionado

Diferentemente do carioca, o mercado de feijão preto manteve tendência de preços pressionados ao longo de abril. O aumento da disponibilidade do produto e a proximidade da nova safra contribuíram para limitar avanços nas cotações.

Ainda assim, algumas regiões registraram sustentação pontual nos preços, indicando variações locais conforme a dinâmica de oferta e demanda.

Perspectivas para o mercado

O comportamento do mercado de feijão segue atrelado ao equilíbrio entre oferta, demanda e qualidade do produto. A expectativa é de que a evolução da colheita e o ritmo de consumo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

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