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Compra Coletiva de Embriões Nelore Promete Acelerar Melhoramento Genético de Rebanhos de Corte

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Uma parceria entre a ABS, líder em genética bovina, e a SINO Agropecuária, referência na seleção da raça Nelore no Brasil, vai proporcionar uma oportunidade única aos pecuaristas de corte. Entre os dias 23 e 27 deste mês, serão disponibilizados mais de 600 embriões da linha ABS NEO, reconhecida por sua excelência genética. Essa ação especial adota o modelo de compra coletiva, no qual, quanto maior o número de participantes, maior será o desconto oferecido.

O uso de embriões representa uma tecnologia inovadora que acelera o melhoramento genético dos rebanhos bovinos. Ao escolher cuidadosamente as melhores doadoras e os touros mais qualificados, o produtor pode garantir características superiores para as futuras gerações do seu rebanho, maximizando os resultados e agregando valor à produção.

Laísa Garcia da Silva, gerente de embriões ABS NEO, destacou a parceria de longa data com a SINO Agropecuária, que colabora anualmente com o que há de melhor em genética bovina. “As doadoras selecionadas pela SINO Agropecuária são as mesmas utilizadas no projeto ABS NEO, garantindo uma renovação constante da nossa bateria de embriões. A cada ano, uma nova safra de doadoras é introduzida, assegurando que trabalhamos sempre com genética de ponta. O rebanho da SINO é extremamente bem-avaliado e está entre os mais requisitados do mercado”, ressaltou Laísa.

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Ricardo De La Roque, representante da SINO Agropecuária, reforçou a importância da transferência de embriões para a evolução dos rebanhos. “A multiplicação da genética melhoradora por meio da transferência de embriões é a ferramenta mais rápida e eficiente para promover avanços significativos no rebanho. A ABS domina essa técnica com excelência, e graças a essa parceria, a SINO Agropecuária tem conquistado um expressivo ganho genético nos últimos anos. A compra coletiva ABS/SINO é, sem dúvida, uma oportunidade imperdível para quem deseja investir no melhoramento genético e acelerar a evolução do seu plantel”, afirmou Ricardo.

Com essa ação, a ABS e a SINO Agropecuária esperam contribuir diretamente para o avanço do setor pecuário, oferecendo aos produtores a chance de elevar a qualidade de seus rebanhos por meio de uma genética superior e preços acessíveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo integrado pode reduzir perdas por geadas no trigo do Sul, alerta Vittia

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A adoção de manejo integrado nas lavouras de trigo do Sul do Brasil pode ser decisiva para reduzir perdas causadas por geadas e outros eventos climáticos típicos do inverno. A avaliação é da Vittia, que defende o uso combinado de fertilizantes foliares, bioestimulantes e soluções biológicas como forma de fortalecer as plantas e ampliar sua capacidade de tolerar o estresse térmico.

Com a chegada do período mais frio do ano, produtores da região Sul enfrentam desafios recorrentes relacionados a baixas temperaturas, excesso de umidade e ocorrência de geadas, fatores que podem comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos grãos.

Produção de trigo projetada em 6,38 milhões de toneladas na safra 2026

De acordo com estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira de trigo na safra 2026 deve atingir cerca de 6,38 milhões de toneladas. A área cultivada, por sua vez, tende a recuar para aproximadamente 2,14 milhões de hectares, o que reforça a necessidade de maior eficiência produtiva e redução de perdas no campo.

Nesse contexto, o manejo adequado da lavoura passa a ser um fator estratégico para proteger o investimento do produtor rural, especialmente em um cenário de margens mais apertadas e maior exposição ao risco climático.

Geada é um dos principais riscos da cultura do trigo

Segundo a Vittia, a geada está entre os principais fatores de risco para a cultura do trigo no Brasil, podendo impactar diferentes fases de desenvolvimento da planta.

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O coordenador de Desenvolvimento de Mercado da empresa para a Região Sul, Gustavo Rubim, destaca que o planejamento antecipado é essencial para reduzir os impactos das baixas temperaturas.

“Mesmo em um inverno sob influência do El Niño, o produtor não deve descuidar do risco de geadas, sendo fundamental adotar estratégias de manejo bem definidas para reduzir possíveis impactos sobre o desenvolvimento e a produtividade das plantas”, afirma.

Além do frio intenso, Rubim ressalta que o período de inverno também traz outros desafios, como excesso de umidade, maior pressão de doenças e limitações operacionais no campo.

Manejo integrado é fundamental para reduzir riscos climáticos

De acordo com a Vittia, a combinação de práticas de manejo é determinante para aumentar a resiliência das lavouras. Entre as principais estratégias estão:

Principais pilares do manejo integrado:

  • Manejo adequado do solo
  • Nutrição equilibrada das plantas
  • Controle fitossanitário eficiente
  • Uso de soluções biológicas
  • Monitoramento climático constante
  • Escolha correta da época de semeadura
  • Cultivares adaptadas à região

Essas práticas ajudam a reduzir o risco de que fases críticas da cultura coincidam com períodos de maior incidência de geadas.

Impactos da geada variam conforme o estágio da cultura

A Vittia alerta que os danos provocados pelo frio intenso dependem diretamente do estágio fenológico do trigo no momento da ocorrência.

Fase vegetativa: danos geralmente limitados à queima de folhas e redução temporária do crescimento, com possibilidade de recuperação

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Espigamento, florescimento e enchimento de grãos: riscos mais elevados, com possível esterilidade de espiguetas, falhas na formação dos grãos e redução da produtividade e qualidade

Nutrição foliar e bioestimulantes ajudam na recuperação das plantas

Entre as ferramentas recomendadas para mitigar os efeitos do estresse térmico estão fertilizantes foliares e bioestimulantes. Segundo a empresa, esses produtos atuam como suporte fisiológico, ajudando a manter as plantas mais nutridas e preparadas para enfrentar condições adversas.

Nutrientes como potássio, cálcio, magnésio e micronutrientes contribuem para o equilíbrio metabólico da planta. Já compostos como aminoácidos e extratos de algas auxiliam na recuperação após eventos de geada.

Além disso, os bioestimulantes estimulam mecanismos naturais de defesa, aumentando a atividade antioxidante e reduzindo danos celulares causados pelo frio.

Estratégia deve ser preventiva e integrada, reforça Vittia

Para a Vittia, o uso dessas tecnologias deve estar inserido em uma estratégia de manejo mais ampla, com foco preventivo e planejamento antecipado.

“Não é possível controlar o clima, mas contribuir para que a planta esteja mais equilibrada nutricionalmente antes do evento e tenha melhores condições de recuperação”, destacou Gustavo Rubim.

O cenário reforça a importância de tecnologias agrícolas e práticas integradas como ferramentas essenciais para reduzir riscos climáticos e garantir maior estabilidade produtiva no trigo cultivado na região Sul do Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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