AGRONEGÓCIO

Abiove Ajusta Projeção para a Safra de Soja 2023/24 do Brasil

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A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou suas previsões mensais para o complexo soja brasileiro até julho de 2024. A nova estimativa indica uma leve redução na produção de soja em grão, ajustada para 153 milhões de toneladas, uma diminuição de 200 mil toneladas em relação à projeção anterior. Essa revisão foi feita com base nas informações mais recentes fornecidas pelas associadas da entidade. A previsão para o esmagamento de soja é de 54,5 milhões de toneladas, enquanto a produção de farelo deve permanecer em 41,7 milhões de toneladas e a de óleo em 11 milhões de toneladas.

Processamento Mensal

No mês de julho, o processamento de soja alcançou 4,3 milhões de toneladas, marcando um aumento de 2,5% em relação a junho de 2024, mas uma queda de 5% comparado a julho de 2023, ajustado pelo percentual amostral de 90,6%. No acumulado do ano, houve uma redução de 0,5% em relação a 2023, considerando o ajuste do percentual amostral.

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Comércio Exterior

Os volumes projetados de exportação permanecem inalterados: 97,8 milhões de toneladas de soja em grão e 1,15 milhão de toneladas de óleo de soja. No entanto, a exportação de farelo foi ajustada para 22 milhões de toneladas, um aumento de 200 mil toneladas em relação ao levantamento anterior. As receitas esperadas com as exportações dos produtos do complexo soja são estimadas em US$ 52,1 bilhões para 2024.

A estimativa de importação de soja em grão também foi ligeiramente aumentada, passando de 800 mil toneladas para 930 mil toneladas no balanço atual. Esse ajuste reflete a necessidade de suplementação do mercado devido ao aumento da demanda para esmagamento e exportações.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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