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UPL Lança Prez: Novo Inseticida Eficaz Contra a Cigarrinha das Pastagens

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A UPL Ltd., fornecedora global de soluções agrícolas sustentáveis, anunciou o lançamento do inseticida Prez, uma nova ferramenta eficaz no combate à cigarrinha Deois flavopicta, conhecida por causar danos significativos às pastagens no Brasil. O produto, formulado em grânulos dispersíveis em água, combina dois ingredientes ativos que proporcionam um efeito de choque imediato, essencial para enfrentar esta praga sugadora em todas as suas fases de desenvolvimento, desde a ninfa até a fase adulta.

Rogério Castro, CEO da UPL Brasil, destaca: “O lançamento do Prez reafirma nosso compromisso em oferecer soluções modernas e eficazes para problemas recorrentes na pecuária. Nossa abordagem inovadora visa fortalecer as fontes nutricionais dos rebanhos, contribuindo para a produção de carne de qualidade para a população.”

Leandro Valerim, gerente de inseticidas da UPL, acrescenta: “A cigarrinha-das-pastagens representa um desafio considerável para os pecuaristas, não apenas reduzindo o volume do pasto, mas também diminuindo os níveis de proteínas e minerais, tornando a pastagem menos palatável para os animais, conforme apontado pela Embrapa.”

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A UPL recomenda a utilização do Prez em conjunto com biossoluções para otimizar a produção sustentável e promover a geração de alimentos saudáveis, visando um maior ganho de peso dos bovinos e aumento da produtividade. Para complementar este manejo, a empresa oferece o bioinseticida Zebu, eficaz contra diversas cigarrinhas, e o bioestimulante Foltron Plus, que ajuda a mitigar o estresse vegetal. Ambos fazem parte do portfólio da Natural Plant Protection (NPP), unidade especializada em biológicos da UPL.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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União Europeia amplia restrições e volta a afetar exportações da piscicultura brasileira

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A nova decisão da União Europeia de suspender importações de proteína animal do Brasil voltou a acender o alerta na cadeia da piscicultura nacional. A medida, relacionada ao controle do uso de antimicrobianos na pecuária, preocupa o setor aquícola, que afirma não ter ligação com as não conformidades apontadas pelas autoridades europeias.

A manifestação foi feita pela PEIXE BR, que demonstrou preocupação com os impactos indiretos da atualização da lista de países autorizados a exportar proteína animal ao bloco europeu. O novo posicionamento da União Europeia foi divulgado na terça-feira (12) e amplia as restrições às exportações brasileiras.

Piscicultura brasileira volta a ser afetada por barreiras sanitárias

Segundo a PEIXE BR, esta não é a primeira vez que a piscicultura sofre consequências de medidas relacionadas a outros segmentos da proteína animal brasileira.

Desde 2018, o pescado nacional enfrenta limitações para acessar o mercado europeu após problemas identificados em embarcações da pesca extrativa. Embora a aquicultura não estivesse envolvida nas irregularidades apontadas na época, o segmento acabou incluído nas restrições impostas pelo bloco europeu.

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O setor vinha acompanhando com expectativa a possibilidade de retomada das exportações. No início deste ano, o Ministério da Agricultura e Pecuária e o Ministério da Pesca e Aquicultura informaram sobre a previsão de uma missão técnica da União Europeia ao Brasil em junho, considerada estratégica para reabrir o mercado europeu ao pescado brasileiro.

Com a nova suspensão, porém, a perspectiva de retomada volta a ficar comprometida.

“A aquicultura brasileira segue penalizada por problemas que não pertencem ao setor. Esperamos que o MAPA, por meio da Secretaria de Relações Internacionais, atue para reverter a perda de um mercado tão importante para as proteínas animais do Brasil”, destacou a PEIXE BR em nota.

Setor vê avanço de barreiras comerciais disfarçadas de exigências sanitárias

A entidade também avalia que a decisão europeia reforça um cenário internacional de maior protecionismo comercial. Segundo a associação, barreiras sanitárias e regulatórias vêm sendo utilizadas como instrumentos de defesa de mercado, especialmente em um momento de avanço das negociações entre Mercosul e União Europeia.

Para a piscicultura brasileira, o impacto vai além das exportações imediatas e afeta diretamente a competitividade internacional do setor.

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A PEIXE BR ressalta que a produção aquícola nacional segue padrões internacionais de controle sanitário, rastreabilidade e segurança alimentar, mantendo protocolos alinhados às exigências de mercados externos.

Exportações de pescado seguem estratégicas para expansão do setor

Mesmo diante das restrições, a piscicultura brasileira continua apostando na ampliação das exportações como uma das principais estratégias de crescimento da atividade.

Nos últimos anos, o setor vem investindo em tecnologia, manejo sanitário e profissionalização da cadeia produtiva para fortalecer a presença do pescado brasileiro em mercados internacionais de maior valor agregado.

A avaliação do segmento é que a reabertura do mercado europeu seria fundamental para ampliar oportunidades comerciais, diversificar destinos de exportação e fortalecer a imagem da aquicultura brasileira no exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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