AGRONEGÓCIO

Inovação no Manejo Agrícola: Novo Bioinsumo da Korin Oferece Aplicação Imediata e Maior Eficiência na Nutrição Vegetal

Publicado em

A Korin Agricultura e Meio Ambiente acaba de lançar uma versão inovadora de seu conhecido bioinsumo Bokashi, que chega ao mercado com uma série de melhorias. Agora, o produto pode ser aplicado imediatamente, sem a necessidade de preparo prévio, mantendo sua alta eficiência no manejo agrícola.

“Nossa missão é apoiar os agricultores a produzirem mais e melhor, de forma sustentável. Com o suporte do Centro de Pesquisa Mokiti Okada (CPMO), nossa divisão de pesquisa e desenvolvimento, conseguimos um avanço significativo com o Bokashi. Antes, era necessário preparar o produto por 72 horas antes da aplicação, mas agora, a nova versão elimina essa etapa, permitindo uma aplicação imediata e mantendo excelentes resultados de produtividade”, explica Sergio Homma, diretor superintendente da Korin Agricultura e Meio Ambiente.

Rodrigo Longaresi, gerente de pesquisa agrícola da Korin, destaca o papel fundamental do Bokashi na melhoria do solo e na promoção de um processo produtivo sustentável e equilibrado. “O Bokashi da Korin é um fertilizante orgânico composto por uma mistura de aminoácidos e metabólitos, obtidos através de uma fermentação controlada por grupos funcionais de microrganismos. Essa tecnologia modula a microbiota benéfica nativa do solo, garantindo a eficiência dos processos vitais para seu bom funcionamento e favorecendo a nutrição equilibrada das plantas.”

Leia Também:  TCE-MT inova na fiscalização e lidera integração municipal para reduzir desigualdades em Mato Grosso

Homma reforça que a inovação na agricultura é essencial para a qualidade de vida e a proteção dos recursos naturais. Ele afirma que a necessidade de uma transição para uma agricultura mais sustentável está cada vez mais clara. “Estamos reimaginando o cenário agrícola com base em princípios naturais, buscando estabelecer um equilíbrio biológico nos ecossistemas”, diz.

O impacto positivo das inovações da Korin já pode ser observado em mais de 550 mil hectares de áreas cultivadas em todo o Brasil. A empresa tem forte presença nas regiões Centro-Oeste, Sul, Sudeste, Matopiba e Vale do São Francisco, e seus produtos são amplamente utilizados em diversas culturas, como soja, milho, algodão, arroz, feijão, uva, cebola, batata e cana-de-açúcar, entre outras.

Com mais de 1.500 produtores e parceiros comerciais, a Korin também tem expandido sua atuação internacional, exportando para países da América do Sul, Ásia e África. Os bioinsumos da Korin auxiliam os agricultores a produzir com qualidade, e plantas saudáveis tornam-se menos dependentes de produtos químicos, contribuindo para uma agricultura mais sustentável.

Leia Também:  Tarifa zero: SP mantém estudos, mas aplicação é 'complexa', diz Nunes

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Restrição a antimicrobianos ameaça mercado de R$ 9 bilhões para proteínas animais

Published

on

O agronegócio brasileiro tem um prazo fatal de menos de 90 dias para evitar o fechamento das portas do mercado europeu e britânico. Com a oficialização de novas restrições ao uso de antimicrobianos pela União Europeia, que excluíram o Brasil da lista de países autorizados a exportar carnes, a partir de 3 de setembro.

O impacto econômico é significativo. Apenas em 2025, a União Europeia importou o equivalente a cerca de R$ 9 bilhões em proteínas animais brasileiras. Desse total, aproximadamente R$ 5,3 bilhões corresponderam às exportações de carne bovina e R$ 3,8 bilhões às vendas de carne de frango. Embora o bloco não esteja entre os maiores destinos em volume, é considerado um mercado estratégico por absorver produtos de maior valor agregado e remunerar melhor os exportadores brasileiros.

Além do mercado europeu, o Brasil também corre o risco de enfrentar restrições no Reino Unido. Um ofício enviado nesta semana pelo Ministério da Agricultura aos auditores fiscais federais agropecuários informou que os procedimentos adotados para atender às exigências da União Europeia também deverão ser observados para as exportações destinadas aos britânicos. As medidas abrangem carne bovina, carne de aves, carne equina, pescado, mel, ovos etc.

Segundo o documento, somente poderão ser certificados para a União Europeia e para o Reino Unido os produtos considerados elegíveis aos requisitos relacionados ao uso de antimicrobianos previstos na legislação europeia. A regra passará a valer para certificações emitidas a partir de 3 de setembro de 2026, independentemente da data de chegada da carga ao destino.

Leia Também:  TCE-MT inova na fiscalização e lidera integração municipal para reduzir desigualdades em Mato Grosso

O governo brasileiro ainda tenta reverter a decisão. No entanto, o próximo encontro do comitê técnico europeu responsável pela avaliação do tema está previsto apenas para outubro, quando as restrições já terão entrado em vigor. Integrantes do governo avaliam que a questão poderá exigir atuação política em nível mais elevado, inclusive com eventual envolvimento direto do Palácio do Planalto nas negociações com a Comissão Europeia.

Fontes ligadas às discussões classificam a medida como uma barreira comercial injustificada, especialmente após a entrada em vigor do acordo entre Mercosul e União Europeia, em 1º de maio. O Ministério da Agricultura afirma que o Brasil segue elevados padrões sanitários e defende o reconhecimento internacional dos controles adotados pelo país.

No ofício encaminhado aos fiscais, a área técnica da pasta determinou que os estabelecimentos habilitados para exportar aos dois mercados implementem controles auditáveis para comprovar o atendimento às exigências relacionadas aos antimicrobianos. Os procedimentos incluem rastreabilidade de animais e matérias-primas, manutenção de registros, segregação entre produtos elegíveis e não elegíveis, além de mecanismos para bloqueio de lotes que percam a condição necessária para certificação.

No caso da carne de aves, os exportadores deverão comprovar que os produtos são provenientes de animais não submetidos aos antimicrobianos proibidos pela legislação europeia. Para a carne bovina, os auditores deverão verificar certificados de transição dos lotes habilitados à exportação, além de conferir informações do Sistema Brasileiro de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos (Sisbov) e das Guias de Trânsito Animal.

Leia Também:  Polícia Militar apreende 41 galões de defensivos agrícola em Sorriso

A regulamentação europeia proíbe o uso, em animais destinados à produção de alimentos exportados ao bloco, de antimicrobianos considerados essenciais para a saúde humana. A lista inclui grupos específicos de antibióticos, antivirais e antiprotozoários reservados ao tratamento de infecções em pessoas.

Segundo informações obtidas pelo governo brasileiro, o Reino Unido também solicitou que o Brasil apresente garantias formais sobre seus sistemas de controle até o dia 2 de setembro. Caso não haja avanço nas negociações, exportadores brasileiros poderão perder acesso a mercados que movimentam bilhões de reais por ano e são considerados estratégicos para as cadeias de proteína animal do país.

A decisão oficializa o entendimento já aprovado em 12 de maio pelo Comitê Permanente das Plantas, dos Animais, dos Alimentos e dos Alimentos para Animais da União Europeia. O regulamento reúne exigências anteriores e atualiza a lista de países que não apresentaram garantias consideradas suficientes para comprovar o controle do uso de antimicrobianos na produção destinada ao mercado europeu.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA