AGRONEGÓCIO

ADAMA Lança Inovador Inseticida para Controle de Sphenophorus levis em Canaviais

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A ADAMA, parte de uma das maiores holdings do agronegócio global, apresenta ao mercado o Gales®, um inseticida inovador projetado especificamente para o manejo do Sphenophorus levis. Esta praga tem se tornado uma grande ameaça para a cultura da cana-de-açúcar, danificando os perfilhos e acelerando a necessidade de renovação dos canaviais. Sua presença tem gerado grande preocupação no setor sucroalcooleiro.

Sphenophorus levis é um problema significativo na região Centro-Sul do Brasil, especialmente em São Paulo e nos estados vizinhos como Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraná. “Gales® representa uma solução crucial para os produtores que enfrentam dificuldades com essa praga, especialmente em um mercado com poucas alternativas”, afirma Raphael Malandrino, gerente de produtos (inseticidas) da ADAMA.

O lançamento do Gales® marca a entrada estratégica da ADAMA no segmento de inseticidas para cana-de-açúcar. “Este produto combina dois ativos exclusivos da ADAMA, oferecendo aos agricultores maior praticidade e desempenho no controle do Sphenophorus levis, eliminando a necessidade de misturas em tanque”, explica Malandrino. Além do Gales®, a empresa planeja um ciclo de lançamentos de inseticidas para a cultura da cana ao longo dos próximos três anos, reforçando seu compromisso com a inovação e a entrega de soluções eficazes.

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Controle Eficaz e Conformidade Regulamentar

Em um cenário de crescente pressão de pragas e restrições regulatórias, Gales® se destaca por atender às exigências dos órgãos regulatórios do Brasil. “A tecnologia do Gales® oferece uma solução prática e eficiente, com desempenho superior em comparação às misturas tradicionais, sendo uma opção confiável para os desafios que os produtores enfrentam”, ressalta Malandrino.

O Brasil, o maior produtor mundial de cana-de-açúcar, registrou uma produção de 713,2 milhões de toneladas na safra 2023/24, marcando um aumento de 16,8% em relação à safra anterior, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Programa Bom de Cana: Compromisso com a Sustentabilidade e Inovação

Desde 2020, a ADAMA tem desenvolvido a campanha #BomDeCana, que visa aprimorar o conhecimento técnico e valorizar toda a cadeia sucroenergética. O Gales® integra o programa da empresa, que busca oferecer flexibilidade ao produtor e promover práticas mais sustentáveis na cultura da cana. Além do Gales®, a ADAMA disponibiliza herbicidas como Arreio Cana® e Jump®, biossoluções como ExpertGrow e Protege®, e o fungicida Azimut®, para controle de doenças como podridão-abacaxi e ferrugem-alaranjada.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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