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Ibovespa Inicia Semana em Baixa Após Agosto Favorável e Antecipação de Dados dos EUA

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O Ibovespa iniciou a semana com uma leve queda nesta segunda-feira, refletindo um movimento em espera e sem a influência dos mercados americanos, que permanecem fechados devido a um feriado nos Estados Unidos. Investidores aguardam ansiosamente pelos dados de emprego norte-americanos previstos para esta semana, que poderão impactar as decisões sobre o possível corte de juros pelo Federal Reserve, esperado para meados deste mês.

Às 10h06, o principal índice da Bolsa brasileira apresentava uma variação negativa de 0,27%, marcando 135.639,22 pontos. O contrato futuro do Ibovespa para o mês de outubro registrava uma queda de 0,63%.

Essa retração acontece após o Ibovespa ter registrado, em agosto, um expressivo crescimento de 6,5%, o melhor desempenho mensal desde novembro do ano passado, quando avançou 12,5%. O aumento foi sustentado pelo influxo de capital externo para ações na B3, impulsionado por expectativas em torno da política monetária dos EUA.

Além disso, o primeiro pregão de setembro traz mudanças na composição do Ibovespa, que vigorará até o final do ano. As ações das empresas Auren, Caixa Seguridade e Santos Brasil entram para o índice, enquanto os papéis de Dexco e Grupo Soma saem, totalizando 86 ações de 83 empresas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Produto amplia peso na economia com biodiesel e avanço da agroindústria

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Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq/USP), em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) da cadeia da soja cresceu 11,72% em 2025.

Com isso, o setor passou a responder por 21,6% de todo o PIB do agronegócio brasileiro e por 5,4% da economia nacional.

O principal motor desse avanço foi a safra recorde de 171,5 milhões de toneladas colhidas no ciclo 2024/25. A grande oferta aumentou o esmagamento do grão nas indústrias e elevou a produção de derivados, principalmente farelo e óleo.

Na prática, isso significa mais atividade fora da porteira. O crescimento da soja passou a movimentar com mais força fábricas de ração, usinas de biodiesel, transportadoras, armazéns e indústrias ligadas à proteína animal.

O farelo de soja foi um dos principais destaques do ano. A demanda interna bateu recorde, impulsionada pelo crescimento da avicultura, da suinocultura e do confinamento bovino. Para o produtor pecuário, isso representa maior oferta de matéria-prima para alimentação animal e maior integração entre lavoura e pecuária.

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O biodiesel também ganhou peso dentro da cadeia. A elevação da mistura obrigatória para 15% aumentou o consumo de óleo de soja e estimulou a produção do biocombustível ao longo do ano.

O reflexo apareceu diretamente na economia. O segmento de agrosserviços, ligado a logística, transporte, armazenagem e comercialização, registrou uma das maiores altas do levantamento, com crescimento de 9,4%.

O mercado de trabalho acompanhou esse movimento. A cadeia da soja e do biodiesel encerrou 2025 com 2,39 milhões de trabalhadores ocupados, avanço de 5,52% em relação ao ano anterior. O aumento das vagas ocorreu principalmente nos setores ligados à indústria e aos serviços de apoio.

Apesar do avanço da atividade econômica, os preços internacionais mais baixos limitaram parte da rentabilidade do setor. A ampla oferta global pressionou as cotações da soja e dos derivados ao longo do ano.

Mesmo assim, as exportações da cadeia cresceram em volume e chegaram a 133,72 milhões de toneladas em 2025. A receita cambial somou US$ 53,46 bilhões, equivalente a cerca de R$ 283 bilhões.

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O levantamento mostra ainda uma mudança importante no perfil do agro brasileiro: processar soja dentro do país passou a gerar impacto econômico muito maior do que exportar apenas o grão bruto. Segundo os pesquisadores, cada tonelada industrializada gerou mais de quatro vezes mais PIB do que a soja embarcada sem processamento

Fonte: Pensar Agro

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