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Inaugurado na Expointer Fundo para o Desenvolvimento da Carne Gaúcha

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O Instituto Desenvolve Pecuária, em colaboração com o Universo Pecuária, lançou oficialmente o Fundo para o Desenvolvimento da Cadeia Produtiva da Carne Gaúcha nesta quarta-feira (28), durante a Expointer. A cerimônia aconteceu no auditório Getúlio Marcantonio, da Federacite, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

O fundo será financiado através de uma contribuição de R$1,00 por animal abatido, que será igualmente dividido entre os frigoríficos e os produtores. Esta participação é voluntária e aberta, não se restringindo apenas a frigoríficos ou produtores parceiros.

Antonia Scalzilli, presidente do Instituto Desenvolve Pecuária, destacou a importância de o setor evoluir e não ficar estagnado enquanto outros estados avançam. “Formamos um grupo de trabalho para transformar ideias em ações concretas”, explicou Antonia. Ela enfatizou a criação de um fundo voluntário após dois anos de discussões no Fórum da Cadeia Produtiva da Carne, visando superar o estigma de falta de diálogo entre os segmentos da cadeia.

A ideia central é valorizar a qualidade superior do rebanho gaúcho e aprimorar a comunicação sobre essa excelência.

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Durante o evento, Davi Teixeira, sócio fundador do Serviço de Inteligência em Agronegócios (SIA), apresentou em parceria com a Associação dos Núcleos de Produtores de Terneiros de Corte (ANPTC Sul) o projeto Terneiro Gaúcho. Esta iniciativa tem como objetivo promover e valorizar a produção de terneiros e fortalecer a cadeia da carne no Rio Grande do Sul. Diversas entidades do setor assinaram um documento de adesão ao projeto, que permanece aberto à participação de todos os envolvidos na cadeia.

A pecuarista e médica veterinária Yara Suñe, com pós-graduação em Agronomia e Mestrado em Zootecnia pela UFRGS, também participou como palestrante. Yara compartilhou experiências sobre os processos internos de sua propriedade em Lavras do Sul, na Campanha Gaúcha, e destacou a importância da comunicação interna e do estabelecimento de critérios claros para garantir o comprometimento de todos com o negócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho safrinha no Sul de Minas exige atenção redobrada com clima irregular, pragas e janela de plantio

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O milho safrinha 2025/2026 no Sul de Minas Gerais avança em um cenário de atenção máxima no campo. Produtores da região lidam com desafios simultâneos que impactam diretamente o potencial produtivo das lavouras, como instabilidade das chuvas, pressão crescente de pragas e atrasos na semeadura em função do calendário da soja.

O cenário regional acompanha as projeções nacionais da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que estima produção de 108,4 milhões de toneladas na segunda safra de milho no país. No Sul de Minas, no entanto, o desempenho das lavouras varia conforme o momento de plantio e as condições climáticas de cada área.

Plantio fora da janela ideal amplia riscos produtivos

A principal preocupação dos especialistas está relacionada ao atraso na semeadura, que em muitos casos ocorreu após a colheita da soja. Esse fator resultou em lavouras com estágios de desenvolvimento distintos, aumentando a necessidade de manejo individualizado.

Segundo o diretor comercial da Agrobom, Marco Castelli, o momento exige atenção redobrada do produtor rural.

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“Cada produtor vive uma realidade diferente nesta safrinha. Quem conseguiu semear dentro da janela adequada tem lavouras mais uniformes e com melhor potencial produtivo. Já quem atrasou o plantio precisa redobrar o monitoramento do clima e das pragas, pois qualquer falha pode comprometer o resultado final”, afirma.

Irregularidade das chuvas preocupa fase reprodutiva do milho

De acordo com especialistas, a instabilidade das chuvas durante as fases críticas de florescimento e enchimento de grãos é um dos principais fatores de risco para a produtividade da segunda safra.

A irregularidade hídrica pode provocar redução significativa no rendimento das lavouras, especialmente nas áreas semeadas mais tardiamente, que ficam mais expostas a períodos de estresse climático.

Pressão de pragas exige monitoramento constante

Além do clima, o avanço de pragas como a lagarta-do-cartucho também preocupa os produtores. As condições de calor e umidade favorecem a proliferação, exigindo acompanhamento frequente das áreas cultivadas e resposta rápida no controle.

O manejo preventivo e a tomada de decisão ágil são apontados como fatores determinantes para evitar perdas de produtividade neste estágio do ciclo.

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Planejamento e comercialização ganham importância no cenário atual

Para a Agrobom, o momento também exige atenção ao mercado de milho, que segue com forte volatilidade de preços influenciada pelo desempenho da segunda safra em nível nacional.

Segundo Castelli, o acompanhamento das cotações é essencial para o produtor que ainda avalia o melhor momento de comercialização.

“O milho é uma cultura estratégica para o Sul de Minas. O planejamento, o acompanhamento constante da lavoura e decisões rápidas no campo fazem diferença tanto na produtividade quanto na comercialização”, destaca o executivo.

Gestão técnica e mercado definem resultado da safrinha

A combinação entre manejo adequado no campo e leitura correta do mercado é apontada como fator decisivo para o desempenho da safra 2025/2026 na região.

Com lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento e clima instável, especialistas reforçam que o monitoramento contínuo será determinante para reduzir riscos e garantir melhores resultados na segunda safra de milho no Sul de Minas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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