AGRONEGÓCIO

Fendt Reforça Compromisso com Sustentabilidade na Produção de Algodão no Brasil

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Recentemente, o Brasil conquistou um marco histórico ao se tornar o maior exportador de algodão do mundo, superando os Estados Unidos pela primeira vez. Com uma produção estimada em mais de 3,7 milhões de toneladas na safra 2023/2024, o país também se consolida como o terceiro maior produtor global, reforçando a necessidade de práticas sustentáveis no setor.

A Fendt, reconhecida por sua liderança em tecnologia agrícola de ponta, reafirma seu compromisso com a sustentabilidade ao apoiar o movimento Sou de Algodão, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). Esse movimento valoriza a rastreabilidade, a qualidade e a sustentabilidade como pilares essenciais da produção de algodão no Brasil.

O programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável), implementado pela Abrapa, é uma das iniciativas que certifica fazendas produtoras que aderem a 183 critérios de boas práticas socioambientais, em equivalência ao licenciamento Better Cotton. Além disso, o SAI (Sistema Abrapa de Identificação) assegura a rastreabilidade de cada fardo produzido no país, inovando com o SouABR, um programa pioneiro na rastreabilidade da moda brasileira.

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Como parceira oficial do Sou de Algodão, a Fendt desempenha um papel vital na promoção da sustentabilidade na agricultura, oferecendo tecnologias avançadas que reduzem emissões de carbono e aumentam a produtividade dos produtores certificados. A empresa também oferece condições comerciais vantajosas, incluindo descontos de até 10% nas taxas de financiamento para a aquisição de maquinário e bonificações em seguros, incentivando a adoção de práticas agrícolas responsáveis.

Rafael Antonio Costa, Diretor Comercial da Fendt no Brasil, ressalta a importância da rastreabilidade na produção de algodão. “A rastreabilidade é essencial para assegurar que o algodão brasileiro atenda aos mais elevados padrões de qualidade e sustentabilidade. Na Fendt, acreditamos que a transparência em toda a cadeia produtiva é fundamental para construir um futuro mais sustentável”, afirma Costa.

Ele também destaca o compromisso contínuo da Fendt com os cotonicultores: “Nosso apoio vai além da tecnologia. Proporcionamos um suporte completo aos produtores de algodão, desde incentivos financeiros até a implementação de práticas que preservam os recursos naturais e aumentam a eficiência.”

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Desde 2016, o movimento Sou de Algodão tem sido uma força propulsora na valorização da fibra brasileira e na promoção de uma moda mais consciente. A parceria com a Fendt fortalece ainda mais esse movimento, assegurando que práticas sustentáveis sejam continuamente implementadas, beneficiando toda a cadeia produtiva.

“O apoio da Fendt é um marco significativo para o Sou de Algodão, para a Abrapa e para toda a cadeia produtiva do algodão brasileiro. A Fendt compartilha conosco o compromisso com a responsabilidade e a inovação, valores fundamentais para o futuro do agronegócio. Juntos, estamos fortalecendo nossa fibra nacional, promovendo práticas responsáveis e garantindo que nossos produtos continuem a ser reconhecidos pela sua qualidade e respeito ao meio ambiente”, conclui Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações brasileiras de soja devem superar 15 milhões de toneladas em junho e reforçam liderança do agronegócio

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O agronegócio brasileiro segue demonstrando força no mercado internacional. As exportações de soja do Brasil devem alcançar aproximadamente 15,3 milhões de toneladas em junho, segundo estimativas da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O volume representa um desempenho superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reforça a competitividade do produto brasileiro no comércio global.

Os dados mais recentes da entidade indicam que os embarques acumulados de soja em 2026 já ultrapassam 73,8 milhões de toneladas, consolidando um dos melhores desempenhos da história para o setor exportador nacional.

Soja lidera crescimento das exportações brasileiras

A soja continua sendo o principal produto da pauta exportadora do agronegócio brasileiro. Entre janeiro e maio, os embarques apresentaram crescimento significativo em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionados pela elevada demanda internacional e pela ampla oferta nacional.

Para junho, a previsão é de exportações superiores a 15 milhões de toneladas, resultado acima das 13,8 milhões de toneladas embarcadas no mesmo mês do ano anterior. O avanço reforça a posição do Brasil como maior fornecedor mundial da oleaginosa.

A China permanece como o principal destino da soja brasileira, absorvendo cerca de 70% das exportações realizadas entre janeiro e maio. Espanha, Turquia, Tailândia, Paquistão, Holanda e México também figuram entre os principais compradores do grão brasileiro.

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Farelo de soja registra avanço e fortalece indústria de processamento

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo em 2026. A ANEC estima embarques próximos de 2,24 milhões de toneladas em junho, volume superior ao registrado no mesmo período de 2025.

O crescimento reflete o fortalecimento da indústria nacional de processamento, que vem ampliando a agregação de valor à produção agrícola brasileira.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão Indonésia, Tailândia, Irã, Holanda, Polônia e Espanha, demonstrando a diversificação dos mercados consumidores do produto.

Milho acelera e amplia participação no comércio global

Outro destaque do ano é o milho. Os embarques acumulados já superam 6,3 milhões de toneladas, volume significativamente superior ao observado no mesmo período de 2025. A previsão para junho aponta exportações próximas de 598 mil toneladas.

O cereal brasileiro vem ganhando espaço em mercados estratégicos, especialmente no Norte da África e no Oriente Médio. Egito, Vietnã e Irã lideram as compras do milho nacional, seguidos por Argélia, Malásia e Arábia Saudita.

Portos do Arco Norte ampliam relevância logística

A logística segue sendo um dos pilares do crescimento das exportações brasileiras. Os portos de Santos, Paranaguá, Itaqui, Barcarena, Itacoatiara e Rio Grande concentram grande parte dos embarques de soja, farelo e milho.

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Além dos tradicionais corredores de exportação do Sul e Sudeste, os portos do Arco Norte vêm ampliando sua participação, contribuindo para a redução de custos logísticos e aumento da competitividade dos produtos brasileiros nos mercados internacionais.

Agronegócio mantém protagonismo na balança comercial

As projeções da ANEC reforçam a importância do complexo soja e milho para a economia brasileira. O avanço das exportações ocorre em um contexto de demanda global consistente por alimentos e proteínas, favorecendo o desempenho do setor.

Com produção elevada, infraestrutura em expansão e mercados consolidados, o Brasil segue fortalecendo sua posição como um dos maiores fornecedores mundiais de grãos, contribuindo decisivamente para o saldo positivo da balança comercial e para a geração de renda no campo.

A expectativa do mercado é que os embarques continuem acelerados ao longo do segundo semestre, especialmente com a intensificação das exportações de milho e a manutenção da forte demanda asiática pela soja brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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