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Revelação de Brasília, Benita Paninoteca está no Restaurant Week com menu convidativo

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Revelação de Brasília, Benita Paninoteca está no Restaurant Week com menu convidativo
Caio Barbieri

Revelação de Brasília, Benita Paninoteca está no Restaurant Week com menu convidativo

A 30ª edição da Brasília Restaurant Week começou no dia 8 de agosto e oderece a possibilidade de uma experiência gastronômica diferenciada para os amantes da boa mesa aqui na capital federal.

Comemorando 15 anos de presença em Brasília, o festival reúne mais de 150 restaurantes com o tema Revolução Vegetariana . Entre as novidades deste ano, destaca-se a Benita Paninoteca , aprovado pelo quadro GPS Indica , do GPS|Brasília , e que participa pela primeira vez com um menu exclusivo para almoço e jantar, com preços que variam entre R$ 54,90 e R$ 69,90.

Localizada na Asa Sul, a Benita Paninoteca combina tradição e inovação em sua culinária, trazendo autênticos sabores italianos com um toque moderno. “Estamos com uma expectativa muito positiva em relação ao festival, que já é consagrado na cidade. Elaboramos um menu especial para todos no almoço e jantar, com valores acessíveis e opções deliciosas”, afirma Soraya Amorim, uma das sócias do restaurante.

A Brasília Restaurant Week segue até 8 de setembro.

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Confira o menu exclusivo da Benita Paninoteca

Almoço:

  • Entrada:
    • Bruschetta Tomate e Morango: Fatias de pão italiano com queijo, manjericão, tomate e morango, finalizadas com um toque de balsâmico.
    • Bomboloni Burger: Hambúrguer servido no pão de bomboloni, com maionese de pesto e tomate assado.
  • Prato Principal:
    • Talharim com Braciola: Massa feita na casa com molho de tomate e fatias finas de carne recheadas e cozidas no mesmo molho.
    • Nhoque ao Limone com Milanesa de Filé Suíno: Nhoque leve com um toque de limão, acompanhado de filé suíno empanado.
    • Ravioli Caprese: Massa recheada com queijo muçarela, manjericão e tomate, coberta com molho de tomate.
  • Sobremesa:
    • Pavlova de Morango na Taça: Merengue com morango, combinando frescor e doçura.
    • Mousse de Chocolate: Clássica, com sabor intenso e textura cremosa.

Jantar:

  • Entrada:
    • Arancini de Bacalhau: Bolinho crocante de risoto com bacalhau.
    • Polenta Cremosa com Fonduta de Gorgonzola: Polenta cremosa com fonduta de gorgonzola.
  • Prato Principal:
    • Talharim com Saltimbocca: Talharim com manteiga de ervas, acompanhado de escalope de filé suíno com prosciutto e sálvia.
    • Caneloni de Frango com Peras Caramelizadas e Molho de Prosecco: Massa recheada com frango e peras caramelizadas, ao molho de prosecco.
    • Parmegiana de Berinjela: Berinjela empanada com molho especial de tomate e talharim da casa.
  • Sobremesa:
    • Pudim de Doce de Leite: Pudim com doce de leite, rico em sabor e cremosidade.
    • Mousse Duo: Mousse que equilibra o sabor do chocolate com a acidez do maracujá.
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Serviço:

  • Local: Benita Paninoteca, CLS 402 Bloco B – Loja 19 – Asa Sul
  • Horário de Funcionamento:
    • Terça a sábado: Almoço das 11h às 15h e jantar das 19h às 21h30.
    • Domingo: 12h às 16h.
  • Valores: R$ 54,90 (almoço) e R$ 69,90 (jantar)
  • Reservas: www.restaurantweek.com.br
  • Informações: (61) 98556-0123 (WhatsApp)

Confira a visita do GPS|Brasília:

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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