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Avanços no Tratamento da Dor e Inflamação em Equinos: A Nova Solução da Vetnil

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A preparação e treinamento constantes são essenciais para a performance de cavalos de competição, mas também os expõem a lesões que podem resultar em respostas inflamatórias. Para garantir que o bem-estar animal não seja comprometido e evitar impactos negativos no desempenho esportivo, é fundamental tratar essas condições com cuidado. “Para que um cavalo esteja pronto para competir, ele deve ser treinado diariamente. Lesões e inflamações são comuns e precisam ser tratadas com precisão para não afetar a saúde e o desempenho do animal. O bem-estar dos cavalos deve ser prioritário em todas as situações”, afirma Kauê Ribeiro, Coordenador de Comunicação Técnica da Vetnil.

Pesquisas mostram que a prevalência de doenças ortopédicas, como lesões articulares, é significativa entre cavalos atletas, com cerca de 60% apresentando claudicações e 80% dos cavalos com mais de 15 anos sofrendo de osteoartrite (MAHMOUD et al., 2021). O tratamento tardio pode ser financeiramente oneroso, mas iniciar o tratamento precocemente pode acelerar a recuperação do animal.

Para tratar a dor e a inflamação em equinos, é recomendada uma terapia multimodal utilizando medicamentos seguros e eficazes. A Vetnil oferece o firocoxibe em gel, para administração oral, e recentemente lançou o Firocoxib Vetnil® Injetável, que pode ser usado intravenosamente. O firocoxibe é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) seletivo para a cicloxigenase 2 (COX-2), indicado para o manejo da dor e inflamação em diversas condições musculoesqueléticas ou viscerais, tanto agudas quanto crônicas, independentemente da idade ou categoria do animal.

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O firocoxibe é a primeira molécula da classe dos coxibes aprovada para uso em equinos e se destaca por sua eficácia no controle da dor articular e visceral, com uma alta seletividade para a COX-2, 643 vezes maior do que para a COX-1 em equinos (FADEL e GIORGI, 2023). Essa seletividade reduz os efeitos adversos geralmente observados com AINEs tradicionais.

Além de tratar inflamações decorrentes de lesões, o Firocoxib Vetnil® Injetável é recomendado para o pós-operatório de procedimentos como orquiectomias e laparotomias, e para a recuperação de injúrias isquêmicas associadas a quadros de abdômen agudo. O medicamento é mais seguro que os AINEs tradicionais, pois poupa a COX-1, ajudando na reparação da barreira intestinal, diminuindo sinais de endotoxemia e melhorando os resultados clínicos em casos de cólica (ZIEGLER e BLIKSLAGER, 2020).

O firocoxibe também é seguro para éguas prenhes, não afetando a mobilidade embrionária durante a fase de reconhecimento materno-fetal (OKADA et al., 2019). Em potros neonatos, o firocoxibe mostrou um perfil farmacocinético favorável, sendo uma opção viável para o tratamento de condições inflamatórias (WILSON et al., 2017).

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“A Vetnil se dedica a oferecer os melhores produtos para a saúde equina. Em nosso 30º ano, celebramos nossa liderança nacional em saúde equina com a introdução de uma nova e eficaz solução para o controle da dor e inflamação”, conclui Kauê Ribeiro.

O Firocoxib Vetnil® Injetável deve ser administrado na dose de 0,09 mg/kg, equivalente a aproximadamente 0,5 mL para cada 111 kg de peso do animal, uma vez ao dia, por via intravenosa, durante 5 a 14 dias. Cada frasco contém 20 mL do produto.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Chuva falha no Centro-Oeste e sobra no Sul na largada da safra

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Outubro começa com risco de replantio da soja no Centro-Oeste e de paralisação das máquinas no Sul. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica chuva abaixo da média em Mato Grosso e Goiás, enquanto o Rio Grande do Sul pode receber até 200 milímetros acima do normal em algumas áreas.

O contraste ocorre no início do plantio da safra 2026/27, estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) em 366,6 milhões de toneladas de grãos. A soja deverá ocupar 49,3 milhões de hectares, mas a semeadura ainda ocorre de forma pontual nas áreas de sequeiro de Mato Grosso. Em Mato Grosso do Sul e no Paraná, as condições permitiram o início dos trabalhos.

O maior risco no Centro-Oeste não é apenas o atraso do plantio. O Inmet alerta que chuvas isoladas, seguidas por períodos secos, podem provocar germinação irregular, falhas na formação das lavouras e necessidade de replantio. Em Goiás e no Distrito Federal, as temperaturas podem superar em mais de 2°C a média histórica de outubro, acelerando a perda de água do solo.

A decisão de esperar pela regularização das chuvas também afeta o milho segunda safra. Quanto mais tarde a soja for semeada e colhida, menor será a janela para implantar o cereal dentro do período de menor risco climático.

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No Matopiba, formado por partes de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, a previsão também é desfavorável. As precipitações de setembro aliviaram o risco de incêndios, mas não foram suficientes para recompor a umidade do solo na maioria das áreas de sequeiro. O plantio de soja e milho deverá depender de chuvas mais regulares.

Em Mato Grosso do Sul, a condição tende a ser melhor, principalmente no sudoeste e no leste do Estado. Mesmo assim, o centro-norte e o Pantanal podem receber chuva abaixo da média, o que exige atenção antes da entrada das semeadoras.

No Sul, o excesso de umidade cria o problema inverso. A chuva pode reduzir as janelas para o preparo do solo e o plantio de soja, milho e arroz. No Rio Grande do Sul, o acumulado de outubro pode ficar aproximadamente 75 milímetros acima da média e alcançar excesso de até 200 milímetros no oeste do Estado.

O trigo é a cultura mais exposta neste momento. Parte das lavouras está em fases críticas de desenvolvimento ou de colheita. A combinação de chuva frequente e calor favorece doenças como giberela, ferrugem, oídio e manchas foliares, além de aumentar o risco de perda de qualidade e germinação do grão ainda na espiga.

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Em São Paulo, a chuva tende a favorecer o plantio da soja e o desenvolvimento da cana-de-açúcar, das pastagens e das hortaliças. Minas Gerais e Espírito Santo, porém, devem enfrentar precipitações irregulares e temperaturas elevadas. Para o café, a condição pode prejudicar a uniformidade da florada e o pegamento dos frutos.

A previsão é influenciada pelo El Niño, que tem 95% de probabilidade de alcançar intensidade muito forte entre outubro e dezembro. O fenômeno ajuda a explicar a tendência de seca no Centro-Norte e chuva acima da média no Sul, mas não determina sozinho o volume que cairá em cada propriedade.

Para o produtor, a recomendação prática é não definir a semeadura apenas pela ocorrência de uma chuva. No Centro-Oeste, será necessário conferir se existe umidade suficiente no perfil do solo para sustentar a emergência das plantas. No Sul, o desafio será aproveitar os intervalos de tempo seco sem entrar com máquinas em áreas encharcadas.

Fonte: Pensar Agro

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