BRASIL

Após sepultamento, família de Silvio Santos agradece homenagens do Brasil

Publicado em

Após sepultamento, família de Silvio Santos agradece homenagens do Brasil
Redação GPS

Após sepultamento, família de Silvio Santos agradece homenagens do Brasil

A família de Silvio Santos , um dos maiores ícones da televisão brasileira, expressou a gratidão pelo apoio recebido após o falecimento do apresentador, que morreu aos 93 anos no último sábado e foi enterrado neste domingo (18).

Em uma mensagem publicada nas redes sociais e enviada à imprensa, as seis filhas de Silvio Santos agradeceram as manifestações de carinho e se comprometeram a manter vivo o legado de seu pai, levando alegria e entretenimento aos milhões de fãs.

“Ele sabia que era querido, mas não tinha ideia de quanto”, afirmaram Cintia Abravanel, Patrícia Abravanel , Silvia Abravanel, Rebeca Abravanel, Daniela Beyruti e Renata Abravanel.

A família também ressaltou a importância do vínculo criado entre o apresentador e seu público ao longo de décadas. “Nos sentimos abraçadas por milhares e milhares”, disseram as filhas.

Silvio Santos foi sepultado em São Paulo neste domingo (18) em uma cerimônia judaica reservada, seguida apenas pelos familiares e amigos mais próximos. A decisão de não realizar um velório público, que havia gerado comoção e questionamentos, foi respeitada e compreendida pelos fãs, que prestaram suas homenagens através das redes sociais e outras plataformas.

Leia Também:  Beneficiários com NIS de final 7 recebem novo Bolsa Família

O apresentador, que construiu um império televisivo com o SBT, deixa um legado inegável no entretenimento brasileiro. Sua esposa, Iris Abravanel, e 14 netos também expressaram sua gratidão pelas inúmeras mensagens recebidas.

“Esperamos que ele esteja vendo e recebendo todo esse amor”, concluiu a família Abravanel.

Leia a íntegra:

“Caríssimas autoridades, empresários, clientes, colegas de mídia, entidades e querido público brasileiros, queremos agradecer pelo carinho, pelo respeito e por todas as homenagens que foram feitas ao nosso pai. Esperamos que ele esteja vendo e recebendo todo esse amor. Ele sabia que era querido, mas não tinha ideia de quanto. Vamos nos esforçar e trabalhar para levar a vocês alegria, informação e entretenimento do mesmo jeito que sempre levou.

Que a essência dele permaneça no SBT e que o SBT continue sendo feito por e para os brasileiros. Da mesma forma com que ele amava vocês, nós também amamos. Nos sentimos abraçadas por milhares e milhares. Queremos aqui mandar o nosso abraço, ratificarmos nossos laços de gratidão a cada um de vocês.

Leia Também:  Brasil abre mais de 157 mil empregos formais em junho

Muito, muito obrigada,
Família Abravanel

The post Após sepultamento, família de Silvio Santos agradece homenagens do Brasil first appeared on GPS Brasília – Portal de Notícias do DF .

Fonte: Nacional

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

BRASIL

Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

Published

on

O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

Leia Também:  Alunos do programa SER Família Criança têm dia de diversão em Poconé

Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

Leia Também:  Brasil tem cinco das melhores pizzarias do mundo

O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA